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Tempo real: Ibovespa cai com tensão no Oriente Médio, mas Petrobras (PETR4) limita perdas; dólar fecha estável a R$ 5,54

13 jun 2025, 6:40 - atualizado em 13 jun 2025, 17:35
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Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O Ibovespa (IBOV) foi “contaminado” pela escalada da aversão a risco global com o conflito entre Israel e Irã — que resultou na disparada de mais de 7% do petróleo e acendeu um alerta nas questões geopolíticas. Com isso, o índice interrompeu a sequência de ganhos consecutivos nas últimas três sessões.

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Nesta sexta-feira (13), o principal índice da bolsa brasileira fechou aos 137.212,63 pontos, com queda de 0,43%. No acumulado da semana, o Ibovespa avançou 0,82%. 

Já o dólar à vista (USBRL) encerrou as negociações a R$ 5,5471, com recuo de 0,02% ante o real. Na semana, a divisa caiu 0,50% ante a moeda brasileira. 

A agenda de indicadores fica em segundo plano. Por aqui, o setor de serviços no Brasil registrou avanço pelo terceiro mês seguido em abril. O volume de serviços subiu 0,2% no mês.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta sexta-feira (13) em tempo real:

Ao vivo
Americanas (AMER3) fecha acordo com PGFN e quita R$ 865 milhões em dívidas

A Americanas (AMER3), em recuperação judicial, informou ao mercado nesta sexta-feira(13) que celebrou um acordo com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) para quitar a totalidade de seus débitos fiscais com o órgão, no valor de aproximadamente R$ 865 milhões.

De acordo com fato relevante, o acordo prevê um desconto de 100% sobre juros e multas, limitado a 70% do valor total dos débitos, resultando em redução superior a R$ 500 milhões.

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Minerva (BEEF3) cumpre acordo e embolsa US$ 48 milhões em venda de ativos no Uruguai

A Minerva (BEEF3) cumpriu acordo firmado com a autoridade concorrencial do Uruguai (Coprodec) e vendeu, por US$ 48 milhões, a Establecimientos Colonia para a Allana, mostra documento enviado ao mercado nesta sexta-feira (13).

Segundo a companhia, a operação faz parte de uma contrapartida da compra das plantas de San José e Salto, condicionada, contudo, à imediata revenda da planta localizada em Colonia para a Allana.

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Soja atinge maior nível em 3 semanas em Chicago de olho em biocombustíveis nos EUA

Os contratos futuros da soja negociados em Chicago atingiram o maior valor em três semanas nesta sexta-feira (13), e os futuros do óleo de soja subiram a seu limite diário de 3 centavos depois que o governo Trump propôs requisitos de mistura de biocombustíveis para 2026 e 2027 acima das expectativas do mercado, disseram analistas.

A soja subiu 27,50 centavos, ou 2,6%, a US$10,6975 por bushel, e o contrato da nova safra novembro avançou 27,50 centavos, terminando a US$10,5475 por bushel.

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Multiplan (MULT3) paga R$ 135 milhões em JCP

A Multiplan (MULT3) anunciou nesta sexta-feira (13) o pagamento total bruto de R$ 135 milhões em Juros sobre Capital Próprio (JCP), correspondente a R$ 0,2336 por ação, que serão pagos no dia 20 de junho de 2025.

O pagamento foi aprovado pelo Conselho de Administração da companhia em reunião realizada no dia 21 de junho de 2024. Terão direto ao pagamento os acionistas inscritos nos registros da Multiplan no dia 26 de junho de 2024, dado que as ações passaram a ser negociadas “ex juros” a partir de 27 de junho de 2024.

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Cepea aponta queda na margem das processadoras de soja do Brasil

As processadoras de soja do Brasil têm enfrentado queda nas margens, mesmo em um ano de safra recorde, apontou análise do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), publicada nesta sexta-feira.

Isso porque os preços do grão estão firmes no mercado brasileiro, sustentados pela demanda externa aquecida, enquanto os valores do farelo e do óleo de soja registram em queda, segundo o centro de estudos da Esalq/USP.

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CVC (CVCB3) despenca 8% com aumento da aversão a risco; confira as maiores quedas do Ibovespa nesta sexta-feira (13)

A ponta negativa foi liderada por CVC (CVCB3), pressionada pela escalada de aversão a risco global e, consequentemente, abertura da curva de juros futuros. Os papéis da companhia de turismo caíram mais de 8%.

Confira as maiores quedas do Ibovespa nesta sexta-feira (13):

> CVC (CVCB3): -8,33%, a R$ 2,31

> Magazine Luiza (MGLU3): -7,07%, a R$ 8,94

> Usiminas (USIM5): -5,92%, a R$ 4,77

> RD Saúde (RADL3): -5,06%, a R$ 13,88

> Minerva (BEEF3): -4,33%, a R$ 4,86

PetroReconcavo (RECV3) sobe mais de 2% com disparada do petróleo; confira as maiores altas do Ibovespa nesta sexta-feira (13)

As ações da Petrobras (PETR3;PETR4) figuraram entre as maiores altas do Ibovespa pela quarta sessão consecutiva e limitaram as perdas do índice.

Dessa vez, os papéis da estatal foram beneficiados pela disparada do petróleo. O contrato mais líquido do Brent, com vencimento em agosto, encerrou as negociações com alta de mais de 7% com a escalada das tensões entre Israel e Irã.

A ponta positiva do Ibovespa, porém, foi liderada por PetroReconcavo (RECV3), também na esteira do óleo bruto.

Confira as maiores altas do Ibovespa nesta sexta-feira (13):

> PetroReconcavo (RECV3): +2,71%, a R$ 15,56

> Petrobras PN (PETR4): +2,46%, a R$ 32,53

> Suzano (SUZB3): +2,19%, a R$ 54,11

> Petrobras ON (PETR3): +2,13%, a R$ 34,98

> Prio (PRIO3): +1,76%, a R$ 43,98

BTG passa a ver alta de 0,25 pp na próxima reunião do Copom

O BTG revisou a projeção para a próxima reunião do Copom e passou a incorporar uma alta adicional de 25pb, com a Selic permanecendo em 15% até o fim de 2025.

A comunicação anterior deixou a decisão em aberto e condicionada à evolução dos dados.

Desde então, os indicadores divulgados apontaram atividade resiliente e inflação de serviços ainda elevada, em um contexto de expectativas desancoradas, o que reforça a necessidade de um ajuste residual, diz.

“Esperamos que a comunicação pós-reunião mantenha o foco em cautela e flexibilidade, evitando a adoção de forward guidance, e preservando margem para eventual reavaliação da calibragem, conforme a evolução dos dados”.

Ibovespa acompanha Wall Street e fecha em queda com tensão no Oriente Médio; dólar fica estável a R$ 5,54

O Ibovespa (IBOV) foi “contaminado” pela escalada da aversão a risco global com o conflito entre Israel e Irã — que resultou na disparada de mais de 7% do petróleo e acendeu um alerta nas questões geopolíticas. Com isso, o índice interrompeu a sequência de ganhos consecutivos nas últimas três sessões.

Nesta sexta-feira (13), o principal índice da bolsa brasileira fechou aos 137.212,63 pontos, com queda de 0,43%. No acumulado da semana, o Ibovespa avançou 0,82%. 

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Petróleo encerra o dia com alta de mais de 7% após tensões no Oriente Médio se intensificarem

O preço do petróleo fechou em alta de mais de 7% nesta sexta-feira (13) após conflito no Oriente Médio se intensificar com ataques de Israel e Irã. O preço chegou a subir mais de 10% no dia.

Os contratos mais líquidos do Brent, referência internacional de preços, avançavam 7,02%, a US$ 74,23 o barril na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.

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Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa fechou a sexta-feira (13) em baixa de -0,22%, aos 137.490,46 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.

Dólar fecha quase estável a R$ 5,54 com disparada do petróleo após escalada do conflito Israel-Irã e eleições de 2026

O dólar iniciou a sessão em alta com a escalada das tensões no Oriente Médio, mas inverteu o sinal com a valorização do real apoiada pela disparada do petróleo.

Nesta sexta-feira (13), o dólar à vista (USDBRL) encerrou as negociações a R$ 5,5417, com leve queda de 0,02% ante o real. Durante a sessão, a divisa chegou a encostar em R$ 5,60.

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>> Dólar recua 0,50% na semana
>> Dólar à vista fecha a R$ 5,5417, com queda de 0,02%
Bunge anuncia aprovação regulatória da China para acordo com Viterra

A empresa global de agronegócio Bunge recebeu aprovação regulatória da China para sua aquisição da Viterra e espera fechar o negócio de US$34 bilhões “por volta de 2 de julho”, disse a empresa em um comunicado na sexta-feira.

O acordo, anunciado pela primeira vez em 2023, criará uma gigante global de comércio e processamento de grãos e oleaginosas com escala mais próxima das principais rivais Archer-Daniels-Midland e Cargill.

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Azul (AZUL4): Por que ações disparam até 15% nesta sexta-feira (13)?

A sexta-feira (13) está positiva para as ações da Azul (AZUL4), que disparam na B3 com a possibilidade de entrada de R$ 1 bilhão no caixa. A companhia aérea entrou no último mês com pedido de recuperação judicial nos Estados Unidos (Chapter 11) e busca uma reestruturação financeira.

 

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Irã lança centenas de misseis contra Israel; líder supremo diz que país iniciou uma guerra

Centenas de mísseis balísticos foram lançados do Irã em direção a Israel, marcando o início da resposta de Teerã aos intensos ataques israelenses, informou a mídia iraniana.

O líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, disse em uma declaração nesta sexta-feira que Israel iniciou uma guerra e afirmou que não será permitido fazer ataques de “bater e correr” sem graves consequências.

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Agência dos EUA propõe volumes mais altos para mistura de biocombustíveis até 2027

O governo do presidente Donald Trump propôs, nesta sexta-feira (13), aumentar a quantidade de biocombustíveis que as refinarias de petróleo devem misturar nos combustíveis do país nos próximos dois anos, impulsionado por um aumento nos mandatos de diesel à base de biomassa.

Após meses de pressões sobre a questão, o setor de biocombustíveis dos EUA recebeu com satisfação a medida, que também incluiu movimentos para desestimular as importações de biocombustíveis.

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Bolsas de NY aceleram queda com retaliação do Irã a Israel

As bolsas de Nova York aceleraram as perdas nos últimos minutos com relatos de retaliação do Irã aos ataques de Israel iniciados na madrugada desta sexta-feira (13). Há pouco, o índice Dow Jones chegou a cair 2%.

Confira como operam os índices de NY: 

> Dow Jones: -1,91%, aos 42.148,19 pontos

> S&P 500: -1,19%, a R$ 5.973,40 pontos

> Nasdaq: -1,32%, aos 19.401,02 pontos.

Ouro sobe mais de 1% e encerra semana em forte alta com escalada do conflito entre Israel e Irã

O ouro, considerado um dos ativos mais seguros do mundo, encerrou a sessão desta sexta-feira (13) em dupla alta com a escalada das tensões no Oriente Médio.

O contrato mais líquido do ouro, com vencimento em agosto, subiu 1,48%, a US$ 3.452,80 por onça-troy na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), nos EUA.

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