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Tempo real: Ibovespa (IBOV) renova recorde de fechamento e se aproxima dos 137 mil pontos após ata do Fed reforçar expectativas de corte nos juros dos EUA; dólar cai a R$ 5,48

21 ago 2024, 6:30 - atualizado em 21 ago 2024, 17:22
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Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS)

RESUMO: Pela terceira vez consecutiva, o Ibovespa (IBOV) renovou os recordes intradia e de fechamento. O impulso foi dado pelo exterior, principalmente.

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Nos primeiros minutos da sessão, o índice superou a máxima intradia histórica anterior ao tocar os 137.039,54 pontos.

Em seguida, o Ibovespa encerrou a sessão aos 136.493,65 pontos (+0,28%)o novo maior nível de fechamento. 

Já dólar à vista (USBRL) terminou a sessão a R$ 5,4821 (-0,02%).

Os investidores, por sua vez, concentraram as atenções no exterior. A ata da última reunião do Federal Reserve, realizada em julho e que manteve os juros inalterados pela oitavo vez consecutiva, foi o destaque do dia.

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O documento afirmou que os dirigentes do BC norte-americano esperam reduzir os juros “se os dados evoluírem conforme o esperado” — o que reforçou as expectativa é de que os cortes em setembro. “Quase todos os dirigentes disseram que dados de inflação são encorajadores”, diz a ata.

Por aqui, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que o anúncio das indicações para o Banco Central ainda em agosto depende de uma decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta quarta-feira (21) em tempo real:

Ao vivo
Conselho da Oi (OIBR3) aprova aumento de capital de R$ 1,39 bi

A Oi (OIBR3), que está em recuperação judicial, informou nesta quarta-feira que seu conselho de administração aprovou aumento de capital da companhia no valor de 1,39 bilhão de reais, conforme fato relevante ao mercado.

Serão emitidas 264 milhões de novas ações ordinárias ao preço de 5,26 reais cada, como previsto em plano de recuperação judicial, afirmou a Oi no documento.

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Em outras águas: JHSF (JHSF3) terá expansão na Itália; veja detalhes do negócio

A JHSF (JHSF3), por meio da JHSF Capital, assumiu o controle acionário da Tavolara Bay para a construção de um Hotel Fasano Sardenha, em frente a Isola Tavolara, situada no Mar Mediterrâneo, na Itália, mostra documento enviado ao mercado nesta quarta-feira (21). Os valores não foram revelados.

O empreendimento, segundo a JHSF, será implantado numa área de frente para o mar, com praia, em área de cerca de 500 mil m².

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Setor elétrico: BofA elege duas ações para comprar (e reforça pessimismo com outras duas)

O Bank of America revisitou o setor elétrico e reforçou o otimismo com Eletrobras (ELET3) e CPFL (CPFE3).

Segundo os analistas, a ex-estatal negocia com um TIR (taxa interna de retorno) de 14%, enquanto a CPFE3 pode ter alta dos dividendos.

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Vibra (VBBR3) se antecipa e compra restante da Comerc; veja valor pago

A Vibra (VBBR3), que já possui participação de 50% na Comerc desde 2021, decidiu se antecipar e exercer direito de compra por mais 50% da empresa, que atua no mercado livre de energia, mostra documento enviado ao mercado nesta quarta-feira (21). A expectativa era que o negócio virasse a partir de 2026.

Ao todo, a companhia pagará R$ 3,52 bilhões. A Comerc, que já chegou a namorar um IPO, oferta de capital inicial, em 2021, foi avaliada em R$ 7,05 bilhões, com 2,1 GW em operação e Ebitda, que mede o resultado operacional, de R$ 1,3 bilhão em 2025.

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ETF de Ethereum e queda do Bitcoin: O que esperar do mercado de criptomoedas no segundo semestre?

Com a aversão à risco do mercado nas últimas semanas, as criptomoedas têm passado por momentos turbulentos. Contudo, essa maré de baixas pode acabar no segundo semestre de 2024.

As eleições dos Estados Unidos no radar do mercado e a espera pelo corte na taxa de juros pelo Federal Reserve são as principais barreiras atuais para bons resultados nos criptoativos.

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BC não precisaria elevar a Selic, mas se colocou em ‘sinuca de bico’ e credibilidade pode estar jogo, diz analista

Para o analista da Empiricus Research, Matheus Spiess, uma nova alta da Selic parece “inevitável”. O endurecimento do tom do Banco Central (BC) fez com que a tese de aperto monetário ganhasse mais força.

“Eu sequer acreditava que fosse preciso subir a Selic, se houvesse uma comunicação mais clara, porque ela já é alta”, afirmou no programa Giro do Mercado, do Money Times.

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Assaí (ASAI3) cai 3% e é a maior queda do índice; confira as baixas do Ibovespa nesta quarta-feira (21)

Na ponta negativa do índice, as ações cíclicas foram novamente penalizadas com o avanço dos juros futuros nos vértices mais longos, com a expectativa de alta na taxa básica de juros, a Selic, a partir de setembro

Confira as maiores quedas do Ibovespa nesta quarta-feira (21):

  • Assaí (ASAI3): -3,42%, a R$ 9,87
  • Dexco (DXCO3): -2,29%, a R$ 8,11
  • Cogna (COGN3): -2,11%, a R$ 1,39
  • Eztec (EZTC3): -2,09%, a R$ 14,53
  • Prio (PRIO3): -2,05%, a R$ 46,85.
CVC (CVCB3) sobe 12% e lidera ganhos; confira as maiores altas do Ibovespa nesta quarta-feira (21)

As ações da CVC saltaram quase 25% na primeira hora de negociações, mas reduziu os ganhos ao longo da sessão.

A companhia de turismo informou que os fundos de investimentos geridos pela WNT passaram a deter 26.333.100 ações ordinárias da companhia, o que equivale a 5,01% do capital social da CVC.

Confira as maiores altas do Ibovespa nesta quarta-feira (21):

  • CVC (CVCB3): +12,75%, a R$ 2,30
  • Petz (PETZ3): +7,07%, a R$ 5,15
  • Gerdau (GGBR4): +3,83%, a R$ 18,43
  • CSN Mineração (CMIN3): +3,70%, a R$ 5,46
  • CSN (CSNA3): +3,70%, a R$ 12,33
Ibovespa fecha no maior nível da história pela 3ª vez consecutiva com ajuda de NY e Vale (VALE3); dólar cai a R$ 5,48

O próximo objetivo do Ibovespa (IBOV) é alcançar os 137 mil pontos — superado levemente nesta quarta-feira (21). Pela terceira sessão consecutiva, o principal índice da bolsa brasileira replicou a “dobradinha” de recordes.

Nos primeiros minutos da sessão, o índice renovou a máxima intradia histórica ao tocar os 137.039,54 pontos. Antes o maior nível registrado durante o pregão foi aos 136.329,79 pontos na véspera

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**Ibovespa renova, pela terceira vez consecutiva, o recorde histórico de fechamento
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**Ibovespa fecha com alta de 0,28%, aos 136.463,65 pontos
**Bolsas de NY fecham em alta após a ata do Fed sinalizar corte dos juros nos EUA em setembro

Confira o fechamento dos índices de Nova York:

  • S&P 500: +0,42%, aos 5.620,85 pontos;
  • Dow Jones: +0,14%, aos 40.890,49 pontos;
  • Nasdaq: +0,57%, aos 17.918,99 pontos.

 

Dólar à vista volta a perder força ante o real e fecha a R$ 5,48 com expectativa de corte nos juros nos Estados Unidos

O dólar à vista (USDBRL) voltou a perder fôlego ante o real com a expectativa de corte nos juros nos Estados Unidos a partir de setembro, reforçada pela ata da última reunião do Federal Reserve.

A moeda norte-americana encerrou o dia próximo da estabilidade a R$ 5,4821 (0,02%).

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**Dólar à vista fecha a R$ 5,4821, com queda de 0,02%
Petróleo recua pela 4ª vez consecutiva com estoques nos EUA e conflito no Oriente Médio

O petróleo registrou o quarto dia consecutivo de quedas com o barril negociado abaixo de US$ 80 com a divulgação de novos dados econômicos dos Estados Unidos e a ata da mais recente reunião do Federal Reserve (Fed). O conflito no Oriente Médio e as preocupações com a demanda da China seguiram no radar.

Os contratos mais líquidos do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, com vencimento para outubro, terminaram o dia com queda de 1,49%, a US$ 76,05 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.

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Smalls Caps: Carteira do Safra inclui ação que salta 59% no ano; veja onde investir

O Safra divulgou sua carteira recomendada de small caps para o período entre agosto e setembro. O portfólio é composto por Marfrig (MRFG3), Plano & Plano (PLPL3), Alupar (ALUP11), Grupo SBF (SBFG3), Iguatemi (IGTI11), Panvel (PNVL3), Smart Fit (SMFT3) e Copasa (CSMG3).

No acumulado do ano, as ações do Grupo SBF se destacam com alta 59,63%, até esta quarta-feira (21). As ações da Marfrig também dispararam acima dos 50% em 2024, com alta acumulada de 51,30% no ano.

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Fundos imobiliários: A estratégia da Mérito que a fez ser uma das maiores pagadoras de dividendos no ano

Como uma das maiores pagadoras de dividendos no primeiro semestre de 2024, o fundo imobiliário Mérito Desenvolvimento Imobiliário (MFII11) distribuiu R$ 7,23 por cota, o que representa um dividend yield semestral de 7,02% e anual de 13,28%.

Em janeiro, o FII fechou o mês com a maior valorização do índice de fundos imobiliários (Ifix), de 13%.

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**Haddad diz que vai saber o resultado da conversa entre Lula e Pacheco sobre o próximo presidente do Banco Central ainda hoje
Não há necessidade de o BC elevar a Selic agora, diz banco Inter

O Banco Central deve manter sua taxa básica de juros inalterada até o final deste ano em 10,50%, nível suficientemente restritivo para combater a inflação, previu o banco Inter nesta quarta-feira, contrariando apostas predominantes do mercado.

Taxas futuras de juros precificam uma chance de 80% de o BC elevar a Selic em 0,25 ponto percentual em sua próxima reunião em 17 e 18 de setembro, conforme as autoridades monetárias buscam levar a inflação à meta de 3%.

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Ata do Fomc revela que dados fornecem ‘caso plausível’ para cortar juros dos EUA; veja

A ata do Fomc (Comitê Federal de Mercado Aberto) revelou que diversos membros avaliaram que o progresso da inflação nos Estados Unidos e a alta na taxa de desemprego forneceram um caso plausível para reduzir os juros em 0,25 ponto percentual na reunião de julho. Ou, ao menos, que eles poderiam ter apoiado essa decisão.

No entanto, a maioria dos diretores defendeu que eram necessários mais dados para, então, começar a cortar a taxa. Apesar disso, os números “encorajadores” aumentaram a confiança de que a inflação está, de fato, se movendo em direção à meta do Comitê.

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