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Tempo real: Ibovespa recua com aversão a risco em Wall Street; dólar cai a R$ 5,44

16 out 2025, 6:30 - atualizado em 16 out 2025, 17:44
ações
Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: Depois de uma breve recuperação, o Ibovespa (IBOV) voltou ao tom negativo, acompanhando o desempenho dos índices em Wall Street.

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Nesta quinta-feira (16), o principal índice da bolsa brasileira terminou o pregão com queda de 0,28%, aos 142.200,02 pontos. 

Já o dólar à vista (USBRL) encerrou as negociações a R$ 5,4431, com baixa de 0,35%

No cenário doméstico, os investidores reagiram ao Índice de Atividade Econômica (IBC-Br).

Considerado a prévia do Produto Interno Bruto (PIB), o dado teve um avanço de 0,4% no mês, em dado dessazonalizado, de acordo com o Banco Central. O resultado ficou abaixo das expectativas do mercado, de crescimento de 0,6%, depois de um recuo de 0,52% em julho (dado revisado).

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No exterior, as tensões comerciais entre EUA e China continuaram nos holofotes, mas ficaram em segundo plano com a crescente aversão a risco dos investidores com o mercado de crédito norte-americano. Além disso, o presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou que está conversando com o presidente russo, Vladimir Putin.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta quinta-feira (16) em tempo real:

Ao vivo
Vibra (VBBR3) reduz projeção da Comerc para 2025

A Vibra Energia (VBBR3) informou nesta quinta-feira (16) que a geradora de energia Comerc Energia, empresa do grupo, deve registrar um lucro operacional menor em 2025.

A projeção do Ebitda, que mede o lucro proporcional da Comerc nos projetos em que participa, caiu de R$ 1,3 bilhão para uma faixa entre R$ 1,05 bilhão e R$ 1,15 bilhão.

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Vale (VALE3) reafirma condições da recompra de debêntures e diz que valor não está sujeito a negociação

A Vale (VALE3) reafirmou nesta quinta-feira (16) que permanecem válidos todos os termos e condições da Oferta Pública de Aquisição Facultativa das debêntures participativas da 6ª emissão, lançada em 6 de outubro.

O posicionamento vem após reportagem da Bloomberg informar que um grupo de investidores detentores das debêntures estaria pressionando por termos mais atrativos. Segundo a agência, o grupo — que tenta reunir detentores de cerca de 38% dos papéis — busca um preço mais próximo de R$ 50 por debênture.

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CPFL (CPFE3) anuncia nova parcela de dividendos de R$ 200 milhões

A CPFL (CPFE3) anunciou, na noite desta quinta-feira (16), a distribuição de R$ 200 milhões em dividendos para seus acionistas.

O pagamento trata-se de mais uma parcela, a quinta, dos dividendos declarados na Assembleia Geral Ordinária do fim de abril. O depósito será feito no dia 27 de outubro de 2025.

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Ibovespa futuro recua 0,28%, mas mantém suporte; Dólar futuro fica estável

O Ibovespa futuro para dezembro (WINZ25) encerrou esta quinta-feira (16) em queda de 0,49%, aos 145.035 pontos.

Segundo a análise técnica do BTG Pactual divulgada hoje mais cedo, o ativo continua a operar acima da média de 200 períodos, que agora atua como suporte relevante na região dos 145.000 pontos.

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BC anuncia leilões de linha para segunda-feira no valor total de US$1 bi

O Banco Central realizará na segunda-feira dois leilões de venda de dólares com compromisso de recompra no valor total de até US$1 bilhão, segundo comunicado divulgado pela autarquia nesta quinta-feira.

As operações visam rolagem de vencimento de 4 de novembro, informou o BC.

As propostas serão acolhidas das 10h30 às 10h35. As operações de venda do BC serão liquidadas em 4 de novembro, enquanto as operações de compra estão divididas em duas datas. Para o leilão A, a recompra ocorrerá em 3 de fevereiro de 2026, e para o leilão B, ocorrerá em 2 de abril.

(Reuters) 

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Lula e Trump devem se encontrar em breve, diz Vieira

O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, afirmou nesta quinta-feira (16) que teve uma “conversa muito produtiva” com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio.

“Foi o início de um auspicioso processo de negociação. Falei sobre a necessidade de reversão das medidas adotadas pelo governo norte-americano”, disse o chanceler.

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Braskem (BRKM5) despenca quase 7% após Santander recomendar venda da ação; entenda

As ações da Braskem (BRKM5) despencaram quase 7% nesta quinta-feira (16), após o time de analistas do Santander rebaixar a recomendação da companhia de neutra para outperform (abaixo do desempenho do mercado, equivalente à venda). 

Entre os principais fatores para a mudança, segundo o banco, estão a baixa visibilidade e o risco crescente de liquidez da companhia. 

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Juros futuros em direções contrárias com IBC-Br abaixo do esperado e temor fiscal

As taxas dos contratos de Depósitos Interfinanceiros (DIs) de curto prazo fecharam em leve queda nesta quinta-feira (16), na esteira do resultado abaixo do esperado do indicador de atividade econômica do Banco Central (IBC-Br) para agosto e dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos — os Treasuries.

Já as taxas longas avançaram em meio a preocupações persistentes com a política fiscal brasileira.

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Magazine Luiza (MGLU3) sente pressão dos juros e cai 8%; confira as maiores quedas do Ibovespa nesta quinta-feira (16)

A ponta negativa foi liderada por Magazine Luiza (MGLU3), que caiu 8%, pressionada pelo avanço dos juros futuros de longo prazo.

Braskem (BRKM5) também figurou entre as maiores quedas após o Santander rebaixar a recomendação das ações de neutra para venda.

Confira as maiores quedas do Ibovespa nesta quinta-feira (16):

> Magazine Luiza (MGLU3): -7,97%, a R$ 8,20

> Braskem (BRKM5): -6,67%, a R$ 6,30

> Cosan (CSAN3): -4,52%, a R$ 5,70

> Assaí (ASAI3): -3,57%, a R$ 8,37

> BTG Pactual (BPCA11): -3,50%, a R$ 45,77

WEG (WEGE3) avança quase 3% após aquisição; confira as maiores altas do Ibovespa nesta quinta-feira (16)

Entre as companhias listadas no Ibovespa (IBOV), as ações da WEG (WEGE3) lideraram os ganhos do índice após a aquisição da Tubi Mob (Tupinambá Energia), avaliada positivamente por analistas.

Pela manhã, a fabricante anunciou acordos para aquisição de aproximadamente 54% do capital social da companhia que atua com softwares e gestão de redes de recarga de veículos elétricos. O valor total do investimento é de R$ 38 milhões.

Confira as maiores altas do Ibovespa nesta quinta-feira (16):

> WEG (WEGE3): +2,70%, a R$ 38,43

> Copel (CPLE6): +2,15%, a R$ 12,80

> Auren (AURE3): +1,99%, a R$ 10,76

> Sabesp (SBSP3): +1,89%, a R$ 129,00

> Cogna (COGN3): +1,66%, a R$ 3,06

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Ibovespa acompanha preocupações de Wall Street com mercado de crédito nos EUA e fecha em queda; dólar recua a R$ 5,44

Depois de uma breve recuperação, o Ibovespa (IBOV) voltou ao tom negativo, acompanhando o desempenho dos índices em Wall Street.

Nesta quinta-feira (16), o principal índice da bolsa brasileira terminou o pregão com queda de 0,28%, aos 142.200,02 pontos. 

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Depois do Banco Master, INSS suspende Inter e outros três bancos de conceder consignado

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) publicou quatro suspensões cautelares de novas averbações de consignado para aposentados e pensionistas, proibindo operações do Banco Inter (INBR32), Paraná Banco, Facta Financeira e Cobuccio Sociedade de Crédito Direto. Na semana passada, o Banco Master já havia sido suspenso.

Os quatro despachos, publicados no Diário Oficial da União (DOU), citam descumprimento dos Acordos de Cooperação Técnica firmados com o INSS.

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Dólar cai a R$ 5,44 com expectativa de corte nos juros dos EUA

Apesar da escalada da aversão a risco em Wall Street, o dólar teve mais uma sessão de perdas ante moedas fortes e emergentes com a crescente aposta no corte de juros dos Estados Unidos no fim de outubro.

Nesta quinta-feira (16), o dólar à vista (USDBRL) encerrou a sessão a R$ 5,4431, com queda de 0,35%.

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Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa fechou a quinta-feira (16) em alta de -0,21%, aos 142.314,98 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.

>> Dólar à vista fecha a R$ 5,4431, com queda de 0,35%
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Petróleo cai mais de 1% e atinge menor nível desde maio com conversa entre Trump e Putin

Os preços do petróleo terminaram a sessão desta quinta-feira (16) com queda mais de 1%, depois de um pregão instável. A aversão a risco crescente em Wall Street e o progresso nas conversas entre os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da Rússia, Vladimir Putin, para encerrar a guerra na Ucrânia pressionaram o óleo bruto.

Os contratos mais líquidos do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, para dezembro, encerraram com recuo de 1,37%, a US$ 61,06 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres. Esse é o menor nível desde maio.

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Milho sobe por preocupações com produtividade dos EUA; forte demanda por esmagamento eleva a soja

Os contratos futuros de milho dos Estados Unidos subiram pelo terceiro dia consecutivo nesta quinta-feira (16) e atingiram uma máxima de uma semana e meia, devido a relatos de rendimentos de colheita abaixo do esperado em algumas áreas do Meio-Oeste e previsões de chuva que podem atrasar os trabalhos de campo.

A soja também subiu, já que a forte demanda doméstica compensou as preocupações com as tensões comerciais com a China, que tem evitado as compras dos Estados Unidos.

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Ouro emenda 5ª alta e supera US$ 4,3 mil por onça-troy com aversão a risco em Wall Street

O ouro, considerado um dos ativos mais seguros do mundo, fechou em alta pela quinta sessão consecutiva nesta quinta-feira (16), superando o nível de US$ 4.300 por onça-troy pela primeira fez na história.

Além do enfraquecimento do dólar, em meio à expectativa de corte de juros nos Estados Unidos, e os desdobramentos das tensões comerciais entre o país norte-americano e a China, o ouro ganhou impulso com a deterioração do sentimento de risco em Wall Street — o VIX, considerado o “termômetro do medo”, atingiu o maior nível desde maio nesta tarde.

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Usiminas (USIM5): UBS BB vê fator que pode impulsionar ação em mais de 60%

De olho no otimismo crescente em relação a uma eventual aprovação das tarifas antidumping para importações de aço plano no Brasil, que tem impacto na Usiminas (USIM5), o UBS BB avalia o desfecho como amplamente binário e dependente da vontade política.

Em junho, o Departamento de Defesa Comercial (Decom), vinculado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, abriu uma investigação sobre as exportações de 25 grupos de produtos de aço vindos da China.

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Nestlé vai cortar 16.000 empregos, enquanto novo presidente-executivo busca recuperação

A Nestlé vai cortar 16.000 empregos, disse nesta quinta-feira (16) o novo presidente-executivo, Philipp Navratil, enquanto a maior empresa de alimentos embalados do mundo busca reduzir custos e reconquistar a confiança dos investidores.

Os empregos cortados representam 5,8% dos cerca de 277.000 funcionários da Nestlé. Navratil afirmou que a companhia aumentou sua meta de redução de custos até o final de 2027, de 2,5 bilhões de francos suíços para 3 bilhões de francos suíços (US$3,77 bilhões).

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