Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)
Resumo: Chegou o dia da Super Quarta. O Ibovespa (IBOV) acompanha as decisões de política monetária nos Estados Unidos, no Brasil e no Japão.
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O mercado espera que o Federal Reserve mantenha os juros, mas o discurso do presidente Jerome Powell será acompanhado de perto em busca de sinais sobre inflação e o impacto da recente alta do petróleo.
No Brasil, o Comitê de Política Monetária (Copom) define a nova taxa Selic, com o mercado dividido entre um corte de 0,25 ou 0,50 ponto percentual.
O dia ainda traz dados de inflação na zona do euro (CPI) e de preços ao produtor (PPI) nos EUA, além da decisão de política monetária do Banco do Japão.
Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados em tempo real:
8h04
Guerra no Oriente Médio lança sombra sobre futuro da política monetária: Fed vai manter os juros?
As autoridades do Federal Reserve, reunidas em meio a uma guerra iniciada há menos de três semanas, devem manter a taxa de juros nesta quarta-feira (18).
Mais importante, devem detalhar, em um novo comunicado de política monetária e em projeções atualizadas, como veem o impacto do conflito aberto lançado pelo presidente Donald Trump contra o Irã nas perspectivas para a economia dos Estados Unidos, a inflação e a política monetária.
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7h50
Petrobras (PETR4) reforça política de preços em meio à mobilização dos caminhoneiros
A Petrobras (PETR4) informou, na noite de terça-feira (17), que segue “comprometida com uma atuação responsável, equilibrada e transparente” e que tem como “pilar fundamental não repassar automaticamente a volatilidade dos preços internacionais” ao mercado doméstico.
Segundo a companhia, o recente reajuste do diesel está “em consonância” com essa estratégia, e a estrutura de formação de preços “permanece sólida e em funcionamento”. A manifestação foi publicada no LinkedIn, em meio à mobilização de caminhoneiros por uma possível greve em protesto contra a alta do combustível.
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7h49
>> Sérgio Brito entra para o conselho de administração do Banco de Brasília (BRB) e é eleito para o Comitê de Auditoria
7h47
>> Banco de Brasília (BRB) cancela AGE e afirma que irá aprofundar análises jurídicas e econômicas
7h27
Zona do euro: CPI anual acelera a 1,9% em fevereiro
A inflação ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da zona do euro avançou para 1,9% em fevereiro, na comparação anual, após registrar 1,7% em janeiro, segundo dados finais divulgados nesta quarta-feira, 18, pela Eurostat, agência de estatísticas da União Europeia.
O resultado confirmou a leitura preliminar e ficou em linha com as expectativas de analistas consultados pela FactSet.
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7h16
Moedas andam de lado enquanto a desaceleração da alta do petróleo acalma os mercados
O dólar dos Estados Unidos sobe ligeiramente nesta quarta-feira (18), à medida que a redução dos preços do petróleo bruto estabilizou os mercados cambiais antes de uma série de reuniões de bancos centrais.
A moeda norte-americana teve pouca variação frente à libra esterlina e ao iene japonês, que recuaram de níveis nos quais os traders estavam atentos à possibilidade de intervenção por Tóquio, antes de uma reunião em Washington entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e a primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi.
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7h13
Copom se prepara para cortar Selic; Ibovespa em dólar sobe mais de 1% hoje (17)
Chegou o dia da Super Quarta, quando os calendários do Banco Central e do Federal Reserve se alinham para a definição das taxas de juros.
No Brasil, o mercado passou a apostar em um início mais cauteloso do ciclo de afrouxamento monetário, com corte de 0,25 ponto percentual — abaixo da expectativa anterior de 0,50 pp. O Comitê de Política Monetária (Copom) deve enfatizar, em seu comunicado, os riscos da crise geopolítica e a pressão dos preços do petróleo sobre a inflação.
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7h00
Como guerra no Irã e alta do petróleo impactam Copom hoje? Veja projeções das principais casas
O que era dado como praticamente certo já não é mais consenso no mercado. Até poucas semanas atrás, a expectativa dominante era de que o Comitê de Política Monetária (Copom) iniciaria o ciclo de cortes neste mês com uma redução de 0,50 ponto percentual na taxa Selic. Agora, o cenário mudou de forma relevante: a aposta majoritária migrou para um corte mais tímido, de 0,25 ponto percentual, levando a taxa a 14,75% ao ano.
Há ainda quem vá além. Diante da piora recente no ambiente macroeconômico, algumas casas já não descartam sequer a manutenção dos juros no patamar atual, em 15% ao ano, adiando o início da flexibilização monetária.
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6h54
Bolsas da Ásia fecham em alta, com ações de semicondutores na liderança
As bolsas asiáticas fecharam em alta nesta quarta-feira (18), após o desempenho positivo de Wall Street ontem e à medida que o petróleo voltou a cair, apesar da continuidade da guerra no Oriente Médio. Ações de fabricantes de chips e relacionadas à tecnologia lideraram os ganhos.
O índice japonês Nikkei subiu 2,87% em Tóquio, a 55.239,40 pontos, e o sul-coreano Kospi saltou 5,04% em Seul, a 5.925,03 pontos.
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6h41
>> Bitcoin (BTC) estável, a US$ 74.196,55; Ethereum (ETH) sobe 0,3%, a US$ 2.329,99
6h40
>> Petróleo tipo Brent cai 0,22%, a US$ 103,19 por barril; WTI recua 1,43%, a US$ 94,17 por barril
6h39
>> Wall Street: Futuros operam em alta com S&P 500 (+0,51%), Dow Jones (+0,52%) e Nasdaq (+0,67%)
6h39
>> ADR da Petrobras (PBR) cai 0,31% a US$ 19,45 no pré-market nos EUA
6h38
>> ADR da Vale (VALE) sobe 1,06% a US$ 15,26 no pré-market nos EUA
6h38
Taesa (TAEE11) tem lucro líquido regulatório de R$ 313 mi no 4º tri e supera estimativas
A Taesa (TAEE11) teve lucro líquido regulatório de R$ 313,3 milhões no quarto trimestre de 2025, alta de 56,1% na comparação anual e acima da estimativa de R$ 262 milhões segundo a IBES da LSEG, segundo balanço divulgado na noite desta terça-feira (17).
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) regulatório ficou em R$ 524,3 milhões, mas abaixo da estimativa de R$ 543 milhões segundo a IBES da LSEG. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, houve crescimento de 24,4%.
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6h38
>> Ibovespa em dólar (EWZ) soba 1,23% a US$ 37,16 no pré-market nos EUA
6h25
Blau Farmacêutica (BLAU3) tem queda de 34,4% no lucro líquido recorrente no 4º tri
A Blau Farmacêutica (BLAU3) informou na noite desta terça-feira (17) que registrou um lucro líquido recorrente de R$ 37 milhões no quarto trimestre de 2025, montante 34,4% inferior ao registrado no mesmo período de 2024, conforme comunicado ao mercado.
Já o desempenho operacional medido pelo Ebitda recorrente da companhia teve recuo de 41,2% no período, ficando em R$ 69 milhões.
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6h14
Mais Mu, listada na BEE4, faz primeira emissão de renda fixa pelo Fácil, de R$ 2 milhões
A Mais Mu, que faz suplementos alimentares e snacks saudáveis, é a primeira empresa a fazer uma oferta de renda fixa pelo regime Fácil, que entrou em vigor na segunda-feira (16) e foi criado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para facilitar o acesso ao mercado de capitais de companhias menores.
A Mais Mu, que é listada na BEE4 (Balcão Organizado de Empresas Emergentes), onde já lançou ações, está fazendo uma emissão de nota comercial, de R$ 2 milhões, estruturada pelo Itaú BBA e registrada na noite desta terça-feira na CVM. A empresa abriu o capital com listagem em fevereiro de 2023, em oferta de ações tokenizadas que levantou R$ 4,13 milhões. Pelas regras do Fácil, uma empresa pode captar até R$ 300 milhões por ano.
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5h21
Caminhoneiros: CNTTL marca reunião com Boulos e volta atrás em apoio a greve
A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transporte e Logística (CNTTL) informou na noite desta terça-feira (17), em nota, que agendou uma reunião com o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos. Em consequência, a entidade pediu a suspensão da paralisação aprovada pelos caminhoneiros autônomos de Santos (SP).
“Somos a favor das pautas prioritárias dos caminhoneiros, mas defendemos a suspensão desse movimento, porque conseguimos um canal de diálogo com a Secretaria-Geral da Presidência da República”, disse o presidente da CNTTL, Paulo João Estausia, o Paulinho do Transporte.
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4h49
Tesouro faz maior intervenção em títulos públicos em mais de 10 anos
A atuação do Tesouro Nacional com recompras de títulos públicos alcançou R$ 43,6 bilhões em apenas dois dias, configurando a maior intervenção no mercado em mais de uma década. O volume supera, em termos nominais, as ações adotadas durante a pandemia de covid-19, quando foram recomprados R$ 35,56 bilhões ao longo de 15 dias.
Nesta terça-feira (17), o Tesouro realizou duas operações de recompra: R$ 9,05 bilhões em títulos prefixados no período da manhã; e novas operações com papéis atrelados à inflação movimentaram R$ 7,07 bilhões à tarde. Na véspera, o volume já havia atingido R$ 27,5 bilhões.
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