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Tempo Real: Ibovespa recua com Wall Street após Powell; dólar sobe a R$ 5,24 à espera de Copom

18 mar 2026, 6:30 - atualizado em 18 mar 2026, 17:30
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Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo:Ibovespa (IBOV) acompanhou a piora do humor dos investidores no exterior após a decisão do Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos Estados Unidos) e encerrou o pregão em queda.

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Nesta quarta-feira (18), o principal índice da bolsa brasileira terminou as negociações com queda de 0,43%, aos 179.639,91 pontos. 

Já o dólar à vista (USDBRL) encerrou as negociações a R$ 5,2468, com alta de 0,90%. 

Por aqui, o mercado ficou na expectativa pela decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. Tanto as Opções do Copom da B3 quanto a curva a termo precificam, majoritariamente, um corte de 0,25 ponto percentual na Selic pelo Copom, de 15% para 14,75% ao ano.

Nos Estados Unidos, o Federal Reserve (Fed) manteve os juros inalterados na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano pela 2ª vez consecutiva, como o esperado. A decisão não foi unânime com Stephen Miran votando em um corte de 0,25 ponto percentual. O Fed também manteve a projeção de apenas um corte nos juros em 2026.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados em tempo real:

Ao vivo
Selic a 14,75%: Como o Ibovespa, os juros futuros e o dólar devem reagir ao Copom

Com a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) em reduzir a Selic em 0,25 ponto percentual, de 15% para 14,75% ao ano, já assimilada pelos mercados, os investidores tentam antecipar como o Ibovespa deve se comportar no pregão desta quinta-feira (19).

Lá fora, o índice EWZ — fundo que replica o desempenho do índice MSCI Brasil, com as principais ações da bolsa brasileira — recuava 0,46%, a US$ 36,09, às 20h04 (horário de Brasília). No pregão regular, o índice encerrou com queda maior, de 1,25%, a US$ 36,25.

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PetroReconcavo (RECV3) tem lucro líquido de R$ 50,7 milhões no 4T25, alta de 56%

A PetroReconcavo (RECV3) registrou lucro líquido de R$ 50,7 milhões no quarto trimestre de 2025, valor 56% maior que o obtido um ano antes, quando atingiu R$ 32,4 milhões.

Segundo a petroleira, “mesmo em um ano marcado por elevada volatilidade global e um Brent médio 14% inferior ao do ano anterior, entregamos resultados sólidos”.

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Se o cenário se mantiver, Copom deve repetir corte de 0,25 p.p. na próxima reunião, diz Mag Investimentos

Como o esperado pelo mercado, o Comitê de Política Monetária (Copom) cortou a Selic de 15% para 14,75% ao ano, a primeira flexibilização desde o início do segundo semestre de 2025. A decisão do colegiado foi unânime.

Para Rafael Rondinelli, economista da Mag Investimentos, o Copom deixou um guidance “100% aberto” sobre os próximos passos sobre a trajetória da Selic.

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Copom inicia cortes com cautela, dá sinais de que pode seguir o mesmo ritmo, mas coloca guerra no radar

O Comitê de Política Monetária (Copom) iniciou o ciclo de afrouxamento monetário com cautela e em linha com as expectativas do mercado. Em decisão unânime, o colegiado reduziu a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, de 15,00% para 14,75% ao ano, sinalizando um primeiro passo ainda conservador diante de um ambiente mais incerto.

No comunicado, o Banco Central deu destaque ao cenário externo mais adverso, marcado pelo acirramento dos conflitos no Oriente Médio, que elevou a volatilidade nos mercados e pressionou os preços de commodities. Esse contexto, segundo a autoridade monetária, intensificou os riscos para a inflação, que já estavam acima do usual.

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Minerva (BEEF3) reverte prejuízo e lucra R$ 85 milhões no 4T25

A Minerva Foods (BEEF3) registrou um lucro líquido de R$ 85 milhões no 4T25, revertendo o prejuízo de R$ 1,567 bilhão no mesmo trimestre de 2024. No acumulado de 2025, o lucro totalizou R$ 848,3 milhões, o maior patamar registrado pela companhia.

No trimestre, a receita líquida cresceu 32,6%, aos R$ 14,203 bilhões. O Ebitda avançou 24,1% contra o 4T24, totalizando R$ 1,171 bilhão.

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Tanure deixa conselho da Light (LIGT3) após perda de ativos e pressões do caso Master

Nelson Tanure renunciou nesta quarta-feira (18) ao cargo de membro independente do conselho de administração da Light (LIGT3) em um momento de pressão crescente sobre seus negócios.

De um lado, o empresário passou pela execução de garantias por credores que reduziu sua posição na Light e tirou dele o controle da Alliança Saúde (AARL3). De outro, seu nome voltou ao centro das notícias sobre o caso Banco Master.

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Vivara (VIVA3) projeta abrir entre 55 e 65 lojas em 2026

A Vivara (VIVA3) projeta abrir entre 55 e 65 lojas das marcas Vivara e Life em 2026, segundo fato relevante divulgado nesta quarta-feira, 18, pela companhia.

A previsão representa uma aceleração de pelo menos 35% no número de inaugurações em relação a 2025.

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Petrobras (PETR4) contrata 8 termelétricas em leilão e estima R$ 4 bilhões por ano

A Petrobras (PETR4) contratou oito usinas do seu parque de energias termelétrico no Leilão de Reserva de Capacidade (LRCAP), realizado nesta quarta-feira, 18, que devem trazer uma receita fixa anual estimada em aproximadamente R$ 4 bilhões. Ao mesmo tempo, afirma que segue avaliando suas estratégias de participação em futuros leilões.

Segundo a petrolífera, o resultado assegura a remuneração necessária para que os ativos estejam disponíveis para o setor elétrico durante o período de contratação, além de refletir a competitividade técnica e operacional de seu parque de energias termelétrico.

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Selic a 14,75%: 4 pontos para entender por que o Copom reduziu os juros em 0,25 p.p.

O Comitê de Política Monetária (Copom) cortou a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, de 15% para 14,75% ao ano nesta quarta-feira (18). Essa foi a primeira flexibilização dos juros e, mais uma vez, a decisão foi unânime. 

O corte também veio em linha com o esperado pelo mercado. Na última atualização, com data de referência da segunda-feira (16), o contrato de Opções de Copom da B3 apontava a chance de 64% de o Banco Central (BC) reduzir os juros em 0,25 p.p.

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CVC (CVCB3) reduz prejuízo com avanço operacional, mas financeiro ainda limita virada

A CVC (CVCB3) apresentou prejuízo líquido ajustado de R$ 3,6 milhões no quarto trimestre de 2025, redução em relação ao prejuízo de R$ 12,8 milhões no mesmo período de 2024. O período foi marcado por melhora operacional, mas ainda pressionado pelo resultado financeiro.

A melhora da última linha foi sustentada principalmente pelo avanço do Ebitda (Lucros antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização, na sigla em inglês), mesmo em um cenário de leve retração de receita e pressão no take rate.

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Selic a 14,75%: Quanto rendem R$ 10 mil na renda fixa, após corte dos juros

Comitê de Política Monetária (Copom) anunciou, nesta quarta-feira (18), seu veredito sobre os juros. Após seis manutenções, os diretores do Banco Central (BC) optaram pelo corte da Selic, a 14,75% ao ano.

O Comitê ressalta que essa decisão “é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante”.

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Hapvida (HAPV3) tem lucro líquido ajustado de R$ 181 milhões no 4T25, queda de 65%

A operadora de saúde Hapvida (HAPV3) registrou lucro líquido ajustado de R$ 180,6 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 64,9% em relação ao mesmo período do ano anterior.

No consolidado de 2025, o lucro líquido ajustado soma R$ 1,234 bilhão, recuo de 32,3% ante 2024.

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O que mudou no comunicado do Copom que reduziu a Selic para 14,75%? Veja a comparação

O Comitê de Política Monetária (Copom) cortou a Selic de 15,00% para 14,75% ao anonesta quarta-feira (18).

Essa foi a primeira flexibilização do Banco Central desde julho, em linha com o esperado pelo mercado. A decisão do colegiado foi unânime.

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Raízen (RAIZ4) tem rating rebaixado pela Moody’s Ratings após acordo com credores

A Moody’s Ratings rebaixou o rating corporativo da Raízen (RAIZ4) de Caa3 para Ca, com perspectiva alterada de negativa para estável, conforme comunicado divulgado nesta terça-feira (18).

A agência também reduziu para Ca, de Caa3, a nota dos bônus seniores sem garantia de US$ 187 milhões com vencimento em 2027, emitidos pela Raízen Fuels Finance e garantidos pela companhia.

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Copom reduz a Selic para 14,75% ao ano; confira

O Comitê de Política Monetária (Copom) informou que reduziu a taxa Selic para 14,75% na reunião desta quarta-feira (18). A decisão foi unânime.

A maior parte do mercado passou a apostar em um corte de 0,25 ponto percentual nos últimos dias em meio a projeções de pressão inflacionária global por conta do preço do petróleo, que tem ficado em patamar elevado devido ao conflito no Oriente Médio.

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>> Copom reduz a taxa Selic para 14,75%
Vibra (VBBR3): Líder do PT diz estar montando frente pela reestatização da antiga BR Distribuidora

O líder do PT na Câmara dos Deputados, Pedro Uczai (SC), afirmou que está recolhendo assinaturas para a criação de uma frente parlamentar em defesa da reestatização da BR Distribuidora, hoje Vibra (VBBR3) e de refinarias privatizadas durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). As declarações ocorreram nesta quarta-feira (18), em entrevista coletiva à imprensa em Brasília.

Na ocasião, Uczai disse que a conjuntura internacional com a guerra dos Estados Unidos contra o Irã causa “apreensão” na economia brasileira e de outros países.

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Tesouro faz nova recompra de títulos públicos e intervenção alcança R$ 47 bi na semana

O Tesouro Nacional fez na manhã desta quarta-feira mais uma intervenção no mercado de títulos públicos, totalizando uma recompra líquida de R$ 47 bilhões em cinco leilões extraordinários promovidos na semana com o objetivo de eliminar distorções no mercado em meio à forte pressão trazida pela guerra no Oriente Médio.

Na operação desta quarta, o governo recomprou R$ 5,4 bilhões dos títulos prefixados LTN e NTN-F.

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PicPay (PICS): No primeiro resultado pós-IPO, fintech entrega alta de 136% no lucro

O PicPay (PICS) registrou lucro líquido ajustado de R$ 188,2 milhões no quarto trimestre de 2025, um salto de 136% ante igual período de 2024, de acordo com balanço divulgado nesta quarta-feira, 18, o primeiro desde a abertura de capital (IPO) em Nova York. Na comparação com o terceiro trimestre, houve alta de 78,6%

Em 2025, o lucro foi de R$ 502 milhões, um incremento de 99% frente a 2024.

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Powell reforça postura de ‘esperar para ver’ do Fed diante de incertezas econômicas com o conflito no Oriente Médio

O presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, reforçou nesta quarta-feira (18) a postura wait and see, (esperar para ver, em português) na condução da política monetária diante de incertezas econômicas nos Estados Unidos com o conflito no Oriente Médio, afastando a expectativa de cortes nos juros no curto prazo.

Após a decisão do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) de manter a taxa de juros inalterada e alertar para as incertezas econômicas, Powell disse que as expectativas inflacionárias no curto prazo subiram com a guerra, mas que ainda é cedo para mensurar os seus efeitos na economia.

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