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Tempo Real: Ibovespa (IBOV) fecha em baixa após recordes, com política comercial dos EUA no radar

23 fev 2026, 6:30 - atualizado em 23 fev 2026, 20:03
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Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: Ibovespa (IBOV) recuou 0,88% nesta segunda-feira, aos 188,8 mil pontos, refletindo ajustes, após renovar máximas históricas na última sexta-feira, quando fechou acima dos 190 mil pontos pela primeira vez, enquanto Telefônica Brasil era destaque positivo no dia após divulgar resultados. A política comercial dos Estados Unidos permaneceu sob os holofotes, com anúncio no sábado pelo presidente Donald Trump de tarifa global de 15%, após a Suprema Corte invalidar na sexta-feira o programa tarifário anterior do republicano. A equipe da XP destacou que a nova medida reacendeu incertezas sobre inflação e crescimento global. 

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados em tempo real:



Ao vivo
Citi confirma acordo para vender 24% do Banamex por US$ 2,5 bilhões; BTG é um dos compradores

O Citigroup anunciou nesta segunda-feira (23) que firmou acordos com investidores institucionais e family offices para a venda conjunta de 24% de participação no capital do grupo financiero Banamex, dando mais um passo no processo de desinvestimento da operação no México.

A operação havia sido revelada mais cedo pela Bloomberg.

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Confiantes de que na próxima reunião do Copom começa a redução da taxa de juros, diz Alckmin

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, disse nesta segunda-feira, 23, que o governo confia no início do ciclo de cortes dos juros de referência, a Selic, na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), marcada para os dias 17 e 18 de março.

“Estamos confiantes que na próxima reunião do Copom comece a redução da taxa de juros”, disse Alckmin durante reunião com empresários na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

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Governo anuncia revogação de decreto sobre hidrovias

O governo federal decidiu revogar o decreto que autorizava a inclusão das hidrovias dos rios Madeira, Tocantins e Tapajós no Programa Nacional de Desestatização, depois de cerca de um mês de protestos de comunidades indígenas em Santarém (PA), em medida comemorada nesta segunda-feira por manifestantes que ocuparam ao longo do final de semana instalações da Cargill no município.

“Os povos indígenas vêm de uma manifestação de mais de 30 dias questionando o decreto, apontando os efeitos que poderiam ter para suas comunidades, também para quilombolas e ribeirinhas”, disse o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, que fez o anúncio da decisão depois de uma reunião com lideranças indígenas na tarde desta segunda-feira.

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Riachuelo (RIAA3) confirma que avalia oferta de ações de R$ 400 milhões

Riachuelo (RIAA3) confirmou nesta segunda-feira (23) que avalia a realização de uma oferta pública subsequente de distribuição primária de ações ordinárias, no valor estimado inicial de R$ 400 milhões.

Segundo a companhia, ainda não há decisão definitiva sobre a efetivação da oferta, que permanece sujeita às condições dos mercados financeiro e de capitais no Brasil e no exterior, além da obtenção das aprovações societárias e regulatórias necessárias e do interesse dos investidores.

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Retorno em dose dupla: Gerdau (GGBR4) pagará dividendos e fará recompra de ações

A Gerdau (GGBR4) e a Metalúrgica Gerdau (GOAU4) pagarão dividendos, mostra documento enviado ao mercado nesta segunda-feira (23).

Segundo o comunicado, o valor por ação será de R$ 0,10 para GGBR4, com pagamento em 18 de março, e R$ 0,05 para GOAU4, com pagamento para 19 de março.

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Ibovespa fecha em queda de quase 1% acompanhando exterior

O Ibovespa fechou em queda de 0,88% nesta segunda-feira (23), aos 188.853 pontos, acompanhando, majoritariamente, o que foi visto no exterior.

Em grande parte, a performance do índice acompanhou o que foi visto no exterior. Em Nova York, Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq recuaram, respectivamente, 1,66%, 1,04% e 1,13%.

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Gerdau (GGBR4) lucra R$ 670 milhões no 4T25 e amplia geração de caixa

A Gerdau (GGBR4) registrou lucro líquido ajustado de R$ 670 milhões no quarto trimestre de 2025 (4T25), resultado praticamente estável em relação ao mesmo período de 2024, quando havia somado R$ 666 milhões — leve alta de 0,5%.

No acumulado de 2025, o lucro líquido ajustado totalizou R$ 3,38 bilhões, queda de 21,1% frente aos R$ 4,29 bilhões registrados em 2024.

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Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa fechou a segunda-feira (23) em alta de -0,90%, aos 188.866,13 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.

Caixa negocia compra de carteiras do BRB após crise do Banco Master

A Caixa Econômica Federal negocia a compra de carteiras de crédito do Banco de Brasília (BRB). A cúpula do banco nacional não descarta debater outras soluções, mas a discussão sobre federalização do BRB é vista como “prematura”, segundo pessoas a par do tema ouvidas pela reportagem.

No momento, o que está efetivamente na mesa é a possibilidade de a Caixa adquirir carteiras originadas pelo próprio BRB, que tenta reforçar a sua liquidez, combalida pela necessidade de provisionar ao menos R$ 5 bilhões por causa de perdas esperadas com ativos do Banco Master.

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Dólar inverte sinal no fim do pregão e fecha com leve alta

Depois de oscilar no campo negativo ao longo de quase todo o pregão, o dólar virou nos minutos finais e fechou com leve alta de 0,10% frente ao real nesta segunda-feira (23), cotado a R$ 5,183.

O movimento da moeda americana destoou do exterior. O índice DXY, que mede a força do dólar ante uma cesta de divisas fortes, recuava 0,08% às 17h15, aos 97,706 pontos.

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Perspectiva de médio e longo prazo para a Smart Fit (SMFT3) é ‘muito positiva’, diz sócio do Patria após fundo zerar posição

A venda integral da participação do Patria Investimentos na Smart Fit (SMFT3) tem mais a ver com estratégia de alocação do fundo do que movimento do setor ou da companhia, disse à Reuters Luis Felipe Cruz, sócio da gestora. “Perspectiva de médio e longo prazo é muito positiva para a companhia”, acrescentou.

O Patria anunciou nesta segunda-feira a venda integral da participação do Fundo V de private equity e de co-investidores na companhia, em uma operação que movimentou R$ 890 milhões.

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Ações da Telefônica Brasil (VIVT3) sobem após 4T25 e programa de recompra; o que agradou?

As ações da Telefônica Brasil (VIVT3), dona da Vivo, performam entre os destaques positivos do Ibovespa (IBOV) no pregão desta segunda-feira (23), após o lucro líquido do quarto trimestre de 2025 superar as expectativas.

Mais cedo, a companhia de telecomunicações reportou lucro de R$ 1,88 bilhão, uma alta de 6,5% ante o desempenho do ano anterior. Já o resultado operacional medido pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) atingiu R$ 6,70 bilhões, alta de 8,1% na comparação anual.

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Discussão sobre preço trava venda da Desktop para Claro, dizem fontes; DESK3 cai 10%

As negociações entre a Claro e a provedora de internet Desktop (DESK3) perderam força devido a divergências sobre preços e termos contratuais, disseram à Reuters fontes familiarizadas com o assunto.

As ações da Desktop caíam mais de 10% no início da tarde desta segunda-feira. Ainda assim, os papéis da empresa paulista acumulam alta de quase 55% desde 6 de outubro, antes da notícia sobre o possível acordo se tornar pública.

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PicPay (PICS): Citi inicia cobertura e vê pernada de valorização; veja potencial

O PicPay (PICS) estreou na bolsa com o pé esquerdo. Apesar da alta demanda da oferta de ações (IPO), o papel patina, acumulando queda de 18%. Porém, o tombo pode ser uma oportunidade de colocar no bolso potencial de 73%, segundo o Citi.

O banco iniciou a cobertura das ações com preço-alvo de US$ 28 e recomendação de compra. Segundo os analistas, a empresa negocia com preços atraentes, com preço sobre lucro (P/L) de 10,7x em 2026 e 4,6x para 2027, “o que implica um crescimento significativo dos lucros provenientes de atividades relacionadas a crédito”.

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As gestoras mais eficientes na renda fixa, segundo ranking da Moody’s

A Moody’s Local Brasil divulgou o ranking das gestoras com melhor desempenho ajustado ao risco nos três anos encerrados em dezembro de 2025. O levantamento avaliou casas de diferentes classes de ativos, incluindo renda fixa, crédito privado, fundos de ações locais, ações no exterior e multimercados, mostrando quais gestoras conseguiram combinar retorno e controle de risco em um período marcado por maior seletividade dos investidores.

De forma geral, a indústria de fundos atravessou 2025 com desempenho mais estável na renda fixa e maior dificuldade em estratégias de maior volatilidade. Mesmo quando entregaram rentabilidade positiva no acumulado de 12 meses, os fundos de ações não conseguiram reverter o fluxo negativo, evidenciando um investidor ainda avesso ao risco.

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“Eleição pode travar ciclo de cortes da Selic entre agosto e setembro”, afirma especialista; Veja destaques do Giro do Mercado de hoje (23)

Na manhã desta segunda-feira (23), o Ibovespa (IBOV) amanheceu oscilando. O foco do mercado esteve voltado para a nova política tarifária de Donald Trump e para os novos dados do Boletim Focus, que trouxe novas projeções para a inflação e PIB de 2026.

Nesta edição do Giro do Mercado a jornalista Giovana Leal recebe Josias Bento, especialista em investimentos da GT Capital, para repercutir os assuntos em destaque no mercado hoje.

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Ibovespa agora

O Ibovespa, principal índice da bolsa, opera em alta de -0,66%, aos 189.284,37 pontos, nesta segunda-feira (23).

Entre as principais ações do índice, Vale (VALE3) registra alta de 1,54%, cotada a R$ 87,92. Os papéis da Petrobras (PETR4) são negociados em alta de 2,43%, a R$ 38,80, e os do Itaú (ITUB4), em baixa de -3,11%, a R$ 47,67.

Juiz “freia” credores na RJ da Fictor e empresa rebate laudo que apontou inatividade

Depois de uma sequência de pedidos de revogação do stay period, decretação de falência e envio do caso a órgãos de investigação, o juiz responsável pela recuperação judicial (RJ) da Fictor decidiu nesta segunda-feira (23) manter o curso do processo e fez um alerta direto aos credores contra o “tumulto processual” provocado pelo excesso de petições.

Na decisão interlocutória, o magistrado rejeitou embargos de declaração e afirmou que não há omissão na decisão anterior que deferiu parcialmente o stay period e determinou a realização de constatação prévia. Segundo ele, manifestações repetitivas atrasam a análise técnica necessária antes de qualquer medida mais drástica.

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De olho na privatização, Copasa (CSMG3) emite R$ 2 bilhões em debêntures e escolhe bancos para oferta secundária

A Copasa (CSMG3) anunciou ao mercado mais uma emissão de debêntures, em meio ao andamento do seu processo de privatização. A companhia também divulgou quais os bancos responsáveis por estruturar a oferta de ações que pode levar à desestatização.

A 22ª emissão de debêntures será no valor de R$ 2 bilhões. De acordo com o comunicado divulgado ao mercado na noite de sexta-feira (20), as debêntures serão simples, não conversíveis em ações, e com valor nominal unitário de R$ 1 mil.

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Bradesco  (BBDC4) chegou ao teto? CEO abre jogo sobre novas avenidas de crescimento

O calendário marca 823 dias desde que Marcelo Noronha assumiu o comando do Bradesco (BBDC4). O desafio que encontrou no banco com sede na Cidade de Deus era hercúleo: recuperar rentabilidade, reorganizar um banco centenário que havia perdido fôlego na agenda digital e convencer o mercado de que um transatlântico ainda conseguiria mudar de rota.

Dois anos depois de assumir o leme do gigante bancário, o CEO do Bradesco afirma que, hoje, tem um “sono mais tranquilo”.

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