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Tempo real: Ibovespa Ibovespa fecha em queda de 0,96% com preocupações sobre inflação; dólar sobe 0,86%, a R$ 5,80

26 fev 2025, 6:38 - atualizado em 26 fev 2025, 18:29
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Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O Ibovespa (IBOV) fechou o dia em queda, abandonando o sinal positivo da abertura, em meio à repercussão de uma bateria de resultados corporativos, enquanto dados de emprego formal reforçaram preocupações sobre a inflação no país.

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Nesta terça-feira (25), o principal índice da bolsa brasileira fechou em queda de 0,96%, a 124.732,20 pontos.

O dólar à vista hoje fechou em alta de 0,86%, a R$ 5,80. Em 2025, porém, a moeda norte-americana acumula queda de 6,10%.

Além do avanço da moeda norte-americana também no exterior, o dólar foi influenciado pela forte geração de vagas formais de emprego no Brasil em janeiro, por preocupações em torno da reforma ministerial no governo Lula e por receios dos agentes com o equilíbrio fiscal brasileiro, em meio à queda de popularidade do presidente.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta quarta-feira (26) em tempo real:



Ao vivo
Vale (VALE3) leva Cosan (CSAN3) a prejuízo de R$ 9,3 bilhões no 4T24

A Cosan (CSAN3) divulgou nesta quarta-feira prejuízo líquido não auditado de R$ 9,3 bilhões no quarto trimestre do ano passado, revertendo lucro de R$ 2,4 bilhões apurado no mesmo período de 2023, conforme relatório de resultados.

O resultado foi impactado, principalmente, pelo “impairment” do investimento em Vale (VALE3) e por provisões relacionadas a efeitos tributários, afirmou a companhia no documento, que traz as informações financeiras não auditadas do período.

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Petrobras (PETR4) em queda livre: O prenúncio de dia difícil para os acionistas (e para o Ibovespa)

A Petrobras (PETR4) engatou o segundo prejuízo consecutivo e pode ter acabado com o humor dos investidores. Em 2024, o lucro caiu 70% ante 2023. Os dividendos extraordinários também não vieram.

Por volta das 22h, as ADRs negociadas em Nova York derretiam 7%. Se confirmar a tendência, quem pode sofrer mesmo é o Ibovespa, já que a ação da estatal representa 12% do índice.

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Petrobras (PETR4) tem prejuízo de R$ 17 bilhões no 4T24

A Petrobras (PETR4) disse nesta quarta-feira (26) que teve prejuízo líquido de R$ 17 bilhões no quarto trimestre, ante um lucro líquido de R$31 bilhões no mesmo período de 2023.

O resultado, segundo a empresa, reflete principalmente o impacto da desvalorização cambial — um evento de natureza exclusivamente contábil — e o aumento das provisões, sem efeito caixa, nas despesas operacionais, compensados parcialmente pela redução no IR/CSLL

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Petrobras (PETR4) pagará R$ 9,1 bilhões em dividendos; veja condições

A Petrobras (PETR4) anunciou nesta quarta-feira (16) que seu Conselho de Administração aprovou o encaminhamento à Assembleia Geral Ordinária (AGO), marcada para 16 de abril de 2025, da proposta de distribuição de dividendos no valor de R$ 9,1 bilhões.

Segundo a empresa, o valor corresponde a R$ 0,709 por ação ordinária e preferencial em circulação, mas que ocorrerá em duas parcelas. A primeira, no valor de R$ 0,355 por ação ordinária e preferencial, será paga em 20 de maio de 2025. A segunda, no mesmo valor por ação, será paga em 20 de junho de 2025.

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CPFL (CPFE3) tem lucro maior no 4T24 e aguarda renovação de concessões de distribuição

A CPFL (CPFE3) enxerga um avanço para o setor de distribuição de energia elétrica com a recente aprovação do termo para prorrogação das concessões, ao passo que para o segmento de renováveis a percepção é de uma piora do ambiente de negócios com o agravamento dos cortes de geração, disse à Reuters o CEO da companhia.

A elétrica controlada pela chinesa State Grid anunciou nesta quarta-feira um lucro líquido de R$1,57 bilhão de reais no quarto trimestre, 18,7% maior na comparação anual. Já o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) aumentou 5,3% na base anual, para R$3,28 bilhões.

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Marfrig (MRFG3) vê lucro disparar para R$ 2,6 bilhões no 4T24 por venda de ativos; veja números

A Marfrig (MRFG3) viu o seu lucro líquido (atribuído ao controlador) saltar 21714,7%, de R$ 12 milhões no 4T23 para R$ 2,58 bilhões no quarto trimestre de 2024 (4T24).

A variação é explicada pelo ganho de capital na transação da venda dos ativos da América do Sul para Minerva Foods (BEEF3) e a melhor performance das operações da América do Sul e BRF.

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Ultrapar (UGPA3) anuncia R$ 493 milhões em dividendos

A Ultrapar (UGPA3) anunciou nesta quarta-feira (26) que o Conselho de Administração aprovou a distribuição de dividendos no montante de R$ 493 milhões.

O valor corresponde a R$ 0,45 por ação ordinária e será pago a partir de 14 de março de 2025, sem remuneração ou atualização monetária.

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BRF (BRFS3) vê lucro crescer 15% no 4T24, para R$ 868 milhões

A BRF (BRFS3) reportou um lucro líquido de R$ 868 milhões no quarto trimestre de 2024 (4T24), um crescimento de 15% ante o 4T23.

No período, a receita líquida ficou em R$ 17,549 bilhões, avanço de 21,6% no mesmo comparativo. No ano de 2024, a receita cresceu 14,5%, totalizando R$ 61,379 bilhões.

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Copel (CPLE6), Sabesp (SBSP3) e Eletrobras (ELET6): Pós-privatização, a ordem são boas alocações de capital e olho nos dividendos

A Copel (CPLE6), Sabesp (SBSP3) e Eletrobras (ELET6) são três grandes nomes de referência quando se trata do processo de privatização de estatais. Os CEOs de cada uma delas estão com foco no crescimento das companhias e no que muitos acionistas olham no setor de utilities: dividendos.

Em participação no BTG CEO Conference 2025 nesta quarta-feira (26), os presidentes recapitularam a trajetória das companhias, privatizadas em 2022 (Eletrobras), 2023 (Copel) e a mais recente em 2024 (Sabesp).

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Banco do Brasil (BBSA3) pagará R$ 852,5 milhões em juros sobre capital próprio antecipados

O Banco do Brasil (BBAS3) disse nesta quarta-feira (26) que pagará de maneira antecipada R$ 852,5 milhões aos acionistas em Juros sobre o Capital Próprio (JCP) referentes ao primeiro trimestre de 2025.

A decisão foi aprovada em 19 de fevereiro.

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Copasa (CSMG3) anuncia dividendos e confirma novo diretor-presidente

A Copasa (CSMG3), companhia de saneamento de Minas Gerais, anunciou nesta quarta-feira (26) o pagamento de proventos referentes ao primeiro trimestre de 2025 e a eleição de Fernando Passalio de Avelar como novo Diretor-Presidente.

O Conselho de Administração aprovou o repasse de juros sobre o capital próprio (JCP) no valor total de R$ 113,3 milhões – equivalente a R$ 0,30 por ação.

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Soja cai em Chicago com grande safra da América do Sul e preocupações com tarifas

Os contratos futuros de soja em Chicago fecharam em queda na quarta-feira (26), pressionados pela colheita na América do Sul, segundo analistas, e pelas preocupações com a retaliação às tarifas dos EUA, que entrarão em vigor em 4 de março.

O contrato maio fechou em queda de 7,50 centavos, a US$10,4126 por bushel.

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Ibovespa fecha em queda de 0,96% com preocupações sobre inflação; dólar sobe 0,86%, a R$ 5,80

O Ibovespa (IBOV) fechou o dia em queda, abandonando o sinal positivo da abertura, em meio à repercussão de uma bateria de resultados corporativos, enquanto dados de emprego formal reforçaram preocupações sobre a inflação no país.

Nesta terça-feira (25), o principal índice da bolsa brasileira fechou em queda de 0,96%, a 124.732,20 pontos.

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Dólar a R$ 5,80: Por que moeda subiu forte nesta quarta?

Em uma sessão de modo geral negativa para os ativos brasileiros, o dólar fechou a quarta-feira novamente acima dos R$ 5,80, com as cotações sendo impulsionadas por fatores internos e externos.

Além do avanço da moeda norte-americana também no exterior, o dólar foi influenciado pela forte geração de vagas formais de emprego no Brasil em janeiro, por preocupações em torno da reforma ministerial no governo Lula e por receios dos agentes com o equilíbrio fiscal brasileiro, em meio à queda de popularidade do presidente.

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Justiça rejeita pedido da Abiove para suspender tributo do Maranhão na exportação de soja e milho

Um juiz indeferiu um mandado de segurança impetrado pela associação de tradings Abiove contra uma lei que impõe um imposto de 1,8% sobre a exportação de produtos como soja e milho a partir do Estado do Maranhão, de acordo com a decisão vista pela Reuters.

A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), que esperava obter uma liminar contra a cobrança, argumentou que a lei estadual é inconstitucional em uma petição apresentada na semana passada.

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Ometto, da Cosan (CSAN3), culpa juros alto em investimento frustrado na Vale (VALE3)

A disparada dos juros foi o principal fator que inviabilizou o investimento da Cosan (CSAN3) na Vale (VALE3) forçando a empresa a encerrar sua posição.

Segundo Rubens Ometto, fundador e sócio controlador da Cosan, a decisão de investir na mineradora foi baseada em um cenário de juros entre 8% e 8,5%, mas com tempo a operação se tornou insustentável.

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Dólar à vista fecha em alta de 0,86%, a R$5,80 na venda

Em uma sessão de modo geral negativa para os ativos brasileiros, o dólar fechou a quarta-feira novamente acima dos R$5,80, com as cotações sendo impulsionadas por fatores internos e externos.

Além do avanço da moeda norte-americana também no exterior, o dólar foi influenciado pela forte geração de vagas formais de emprego no Brasil em janeiro, por preocupações em torno da reforma ministerial no governo Lula e por receios dos agentes com o equilíbrio fiscal brasileiro, em meio à queda de popularidade do presidente.

O dólar à vista fechou em alta de 0,86%, aos R$5,8022. Em 2025, porém, a moeda norte-americana acumula queda de 6,10%.

Às 17h06 na B3 o dólar para março — atualmente o mais líquido – subia 1,18%, aos R$5,8100.

Mercado de R$ 10 trilhões: A nova aposta da B3 (B3SA3) para lucrar com renda fixa

Há anos a B3 (B3SA3) trabalha para diversificar suas receitas e se consolidar como um centro de dados e um operador que está em todas as frentes na negociação de ativos. É uma maneira de se tornar menos dependente do vai e vem da renda variável, que vive um momento complicado (a bolsa, por exemplo, irá para o quarto ano sem nenhum IPO, que, ao que todo indica, continuará nesse ano).

Além dos tradicionais títulos de renda fixa, como CDBs e LCAs, a B3 se prepara para entrar nas duplicatas, que nada mais são que promessas de pagamento feito pelo comprador ao vendedor de um produto ou serviço.

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M. Dias Branco (MDIA3): BB Investimentos vê cenário favorável e altera recomendação; é hora de comprar?

O BB Investimentos decidiu elevar sua recomendação para a M. Dias Branco (MDIA3), após os resultados operacionais da empresa no quarto trimestre de 2024 (4T24). Os analistas afirmam que a redução de despesas e o crescimento do volume de vendas chamaram a atenção positivamente.

Após análise dos números, o banco considera que a companhia do setor alimentício está trilhando caminho promissor no que diz respeito à recuperação de vendas e rentabilidade. Diante destes fatores e de um cenário mais complexo para o consumo — com alta dos juros e da inflação —, o banco cortou o preço-alvo para R$ 30, mas subiu a recomendação de neutra para compra.

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‘Tarifaço’ de Trump: Brasil será um dos países mais afetados na América Latina, vê Moody’s Analytics

O Brasil está entre as economias da América Latina que enfrentarão as tarifas mais altas impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirma a Moody’s Analytics. O México também foi apontado como um dos principais alvos das novas taxas.

“Esperamos retaliação na mesma moeda”, disse a chefe de Economia da América Latina da Moody’s, Jesse Rogers.

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