O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), considerado a prévia da inflação oficial, teve deflação de 0,14 % em agosto, após alta de 0,33% no mês anterior. Essa é a primeira deflação em dois anos. O mercado esperava uma queda maior, de 0,21% no período.
As atenções dos investidores ficaram concentradas no exterior. A tensão entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o Federal Reserve (Fed, o Banco Central norte-americano) aumentou com a demissão de Lisa Cook, diretora da autarquia e que era mais alinhada ao atual presidente da instituição, Jerome Powell.
Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta terça-feira (26) em tempo real:
Ao vivo
19h50
Azzas 2154 (AZZA3) adia início de novo diretor financeiro
A Azzas 2154 (AZZA3) informou nesta terça-feira (26) que a eleição de Eric Alencar como diretor financeiro, corporativo e de relações com investidores da companhia terá efeito a partir de 10 de setembro, mais tarde do que o definido anteriormente.
O atual diretor financeiro, Rafael Sachete da Silva, permanecerá no cargo até a efetiva posse de Alencar, informou a companhia em comunicado. Ele também foi eleito presidente-executivo da divisão de bolsas e sapatos do grupo Azzas.
B3 (B3SA3) compra participação majoritária na Shipay por R$ 37 milhões
A B3 (B3SA3) anunciou nesta terça-feira (26) a aquisição de 62% do capital social da Shipay Tecnologia, empresa fundada em 2020 e especializada na integração de soluções de pagamentos. O valor do negócio é de R$ 37 milhões, a serem pagos no fechamento da operação.
O contrato prevê ainda a possibilidade de a B3 comprar a fatia remanescente da Shipay até 2030, mediante cumprimento de metas previamente definidas.
Mini-índice (WINV25) tem leve queda e dólar futuro sobe nesta terça-feira
O Ibovespa futuro (WINV25) encerrou o pregão desta terça-feira (26) em queda, pressionado pela leitura do IPCA-15 acima das expectativas e pelo aumento das tensões políticas nos Estados Unidos.
O mini-índice recuou 0,30%, fechando aos 140.425,39 pontos. Já o dólar futuro (DOLC1) subiu 0,42%, a R$ 5,443.
Stonex eleva previsão de consumo de gasolina no Brasil em 2025 com vantagem sobre etanol
A StoneX elevou sua previsão para o consumo brasileiro de gasolina C (com adição de etanol anidro) nos postos de combustíveis em 2025 em aproximadamente 200 milhões de litros, para um recorde de 46,7 bilhões de litros, diante de uma maior competitividade ante o etanol hidratado, seu concorrente direto nas bombas.
Com a revisão, a StoneX prevê um aumento de 5% nas vendas de gasolina nos postos de combustíveis ante o ano passado.
Moraes determina vigilância integral de Bolsonaro pela polícia penal
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta terça-feira (26) a polícia penal do Distrito Federal a realizar vigilância integral na casa do ex-presidente Jair Bolsonaro.
A decisão foi tomada pelo ministro após parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR) e ocorre às vésperas do julgamento do ex-presidente pelas acusações da trama golpista, previsto para começar no dia 2 de setembro. Bolsonaro já cumpre prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica.
Departamento de Comércio dos EUA confirma tarifas antidumping contra 10 países, incluindo o Brasil
O Departamento de Comérciodos Estados Unidos emitiu conclusões favoráveis à aplicação de tarifas antidumping e compensatórias contra 10 países — incluindo o Brasil— após investigações sobre produtos de aço resistente à corrosão.
MRV (MRVE3) cai com juros futuros e riscos sobre Resia; confira as maiores quedas do Ibovespa nesta terça-feira (26)
Já a ponta negativa foi liderada por MRV(MRVE3), pressionada pela abertura da curva de juros futuros e risco sobre os planos da Resia, na avaliação do Citi.
Confira as maiores quedas do Ibovespa nesta terça-feira (26):
> MRV (MRVE3): -3,43%, a R$ 7,33
> Raízen (RAIZ4): -2,86%, a R$ 1,02
> Yduqs (YDUQ3): -2,45%, a R$ 12,73
> Totvs (TOTS3): -2,29%, a R$ 41,35
> PetroReconcavo (RECV3): -2,06%, a R$ 12,83
17h33
Minerva (BEEF3) sobe mais de 3% com visão positiva de banco; confira as maiores altas do Ibovespa nesta terça-feira (26)
As ações da Minerva (BEEF3) lideraram os ganhos do Ibovespa (IBOV), impulsionadas pela visão otimista do Itaú BBA sobre a companhia. Para os analistas, a perspectiva positiva é reforçada pela “forte” geração de caixa.
Confira as maiores altas do Ibovespa nesta terça-feira (26):
> Minerva (BEEF3): +3,13%, a R$ 5,93
> GPA (PCAR3): +3,12%, a R$ 3,63
> Vibra (VBBR3): +3,11%, a R$ 22,24
> Banco do Brasil (BBAS3): +1,65%, a R$ 20,38
> Ultrapar (UGPA3): +1,28%, a R$ 18,14
17h27
Enquanto analistas cortam ação do BB (BBAS3), outro banco dispara nas preferências; veja qual
Antes visto com certa cautela, o banco digital passou a ser mais bem recomendado
O Banco do Brasil (BBAS3) sofreu forte pressão não apenas nos seus resultados, mas também entre analistas de mercado.
Antes bastante recomendado por casas de análise, o banco teve suas indicações de compra cortadas para neutro.
Ibovespa cai com Petrobras (PETR4) e IPCA-15 acima do esperado; dólar sobe a R$ 5,43
O Ibovespa (IBOV) voltou ao território negativo após dados de inflação ficarem acima do esperado pelo mercado. A tensão entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA) também foram fonte de cautela dos investidores.
Nesta terça-feira (26), o principal índice da bolsa brasileira terminou o pregão com queda de 0,18%,aos 137.771,39 pontos.
O Ibovespa fechou a terça-feira (26) em baixa de -0,43%, aos 137.428,68 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.
17h05
Dólar sobe a R$ 5,43 com IPCA-15 acima do esperado e tensão entre Trump e Fed
O dólar ganhou força e fechou em alta com embate entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e a diretoria do Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA), além de dados de inflação domésticos acima do esperado.
Nesta terça-feira (26), o dólar à vista (USDBRL) encerrou as negociações a R$ 5,4345, com alta de 0,37%.
>> Dólar à vista fecha a R$ 5,4345, com alta de 0,37%
16h45
Americanas (AMER3): O pior passou? Veja o que esperar com a mudança de CEO da varejista
A Americanas(AMER3) terá Fernando Soares como CEO a partir de outubro deste ano, ocupando a posição atualmente de Leonardo Coelho, que tocou pelos últimos dois anos a companhia em seu processo de recuperação judicial decorrente da descoberta de uma fraude bilionária. O mercado recebe bem a notícia, com as ações subindo até 4% no pregão desta terça (26).
Na companhia há cerca de um ano, Soares ocupa a posição de vice-presidente de operações e tem uma bagagem forte, na visão de Caroline Sanchez, analista da Levante Inside Corp, uma vez que ocupou o cargo de CEO na Domino’s Brasil, além de contar com uma passagem relevante pela Ambev.
JBS (JBSS32): CEO afirma que ainda é difícil calcular impactos do tarifaço
Para a JBS (JBSS32), ainda é cedo para calcular os impactos que o tarifaço trará para a companhia. De acordo com o CEO Global da companhia, Gilberto Tomazoni, é necessário aguardar para ver como as cadeias produtivas irão se assentar.
“A JBS, como um todo, não tem impacto material. Estamos em 20 países com unidades produtoras. Mas aqui no Brasil, algumas fábricas são muito mais afetadas”, comenta Tomazoni.
Embraer (EMBR3): Vamos continuar defendendo retorno à tarifa zero, diz executiva
A brasileira Embraer (EMBR3) segue buscando um retorno às tarifas zero de exportação para os Estados Unidos, isso após o país, sob o comando de Donald Trump, encerrar a isenção que se estendia há anos no setor e implementar uma tarifa de 10%.
O objetivo foi declarado por Juliana Villano, gerente de Relações Governamentais da Embraer, em um evento da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), que reuniu executivos e autoridades brasileiras para discutir a nova situação das relações comerciais.
Petróleo interrompe sequência de ganhos e cai mais de 2% com tensões geopolíticas e embate entre Trump e Fed
Os preços do petróleo terminaram a sessão desta terça-feira (26) em forte queda, interrompendo a sequência de quatro altas consecutivas, com escalada das tensões entre o presidente dos Estados Unidos e o Federal Reserve (Fed, o Banco Central norte-americano).
As questões geopolíticas envolvendo a Rússia e a Ucrânia e a implementações de novas tarifas comerciais pelos EUA à Índia, como punição pela compra do petróleo russo, também ficaram no radar dos investidores.
Os contratos futuros do petróleo Brent, com vencimento em novembro, fecharam com queda de 2,23%, a US$ 66,70 o barril na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.
O petróleo West Texas Intermediate (WTI) para outubro teve avanço de 2,39%, a US$ 63,25 o barril na New York Mercantile Exchange (Nymex), nos EUA.
16h10
IPCA-15: Energia ajuda e inflação recua após 2 anos, mas composição preocupa economistas
A prévia do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15) registrou, em agosto, a primeira deflação desde julho de 2023, mas a composição foi desfavorável, afirmam economistas. A inflaçãorecuou 0,14% no mês e acumulou alta de 4,95% em 12 meses.
A leitura foi marcada pelo pagamento do bônus de Itaipu e pela ativação da bandeira vermelha 2 nas tarifas de energia — o subitem recuou 4,93%. Alimentação e bebidas (-0,53%) e transportes (-0,47%) também registraram quedas expressivas.
ASA obtém licença do BC para sociedade de crédito e amplia novas fontes de funding
O ASA, de Alberto Safra, confirmou hoje a obtenção da licença, junto ao Banco Central, de Sociedade de Crédito, Financiamento e Investimento.
Com isso, a instituição financeira ganha maior acesso de fontes de funding para financiar o seu crescimento, podendo emitir CDBs, e ativos isentos de imposto de renda como LIGs, LCAs, LCIs e CRIs, entre outros.
Minerva (BEEF3) sobe 4% com visão positiva do Itaú BBA
As ações da Minerva (BEEF3) lideram os ganhos do Ibovespa com alta de 4%. Às 15h34, BEEF3 subia 4%, a R$ 5,98.
Os papéis são impulsionados pela visão otimista do Itaú BBA sobre a companhia. Para os analistas, a perspectiva positiva é reforçada pela “forte” geração de caixa.
“Após a divulgação da dinâmica do fluxo de caixa do segundo trimestre durante a teleconferência, a administração expressou confiança na geração de caixa do ano fiscal de 2025 e mencionou a possibilidade de uma distribuição de dividendos de aproximadamente R$ 600 milhões até o início de 2026”, escreveram Gustavo Troyano, Bruno Tomazetto e Ryu Matsuyama.
“Além disso, potenciais desinvestimentos de ativos não essenciais podem ser uma opção para apoiar a trajetória de desalavancagem da empresa”, acrescentaram.
No Money Times, investidores, analistas, gestores e entusiastas do ambiente econômico brasileiro usufruem de textos objetivos e de qualidade que vão ao centro da informação, análise e debate. Buscamos levantar e antecipar discussões importantes para o investidor e dar respostas às questões do momento. Isso faz toda a diferença.
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