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Tempo real: Ibovespa renova recordes com Lula e Trump; dólar cai

27 out 2025, 6:30 - atualizado em 27 out 2025, 17:28
ações
Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O Ibovespa (IBOV) encostou nos 128 mil pontos nas primeiras horas do pregão e renovou o recorde intradia, com otimismo sobre um possível acordo entre Estados Unidos e Brasil após uma reunião entre os presidentes dos dois países. O apetite ao risco também foi renovado pelo exterior.

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Nesta segunda-feira (27), o principal índice da bolsa brasileira terminou o pregão em alta de 0,55%, aos 146.969,10 pontos. Durante a sessão, o Ibovespa atingiu uma nova máxima intradia histórica, aos 147.976,99 pontos.

Já o dólar à vista (USBRL) encerrou as negociações a R$ 5,3703, com queda de 0,41%. 

No cenário doméstico, os investidores reagiram positivamente ao encontro entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump — que aconteceu neste domingo (26), na Malásia.

Além disso, o mercado também reagiu à expectativa de inflação menor. Os economistas consultados pelo Banco Central (BC) reduziram as projeções para inflação pela quinta semana consecutiva, de 4,70% para 4,56% em 2025 — próximo ao intervalo de tolerância da meta perseguida pela autarquia, de 3% com margem de 1,5 ponto percentual.

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No exterior, os investidores acompanharam a viagem de Trump à Ásia, enquanto o shutdown dos Estados Unidos fica em segundo plano. Na Argentina, a vitória de Milei nas eleições legislativas de meio de mandato fizeram a bolsa disparar mais de 20%.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta segunda-feira (27) em tempo real:

Ao vivo
Bolsonaro entrega recurso ao STF contra condenação por tentativa de golpe de Estado

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou nesta segunda-feira um recurso contra a condenação imposta pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado e outros quatro crimes, segundo documento visto pela Reuters.

No documento de 85 páginas, os advogados do ex-presidente contestaram a condenação a 27 anos e 3 meses de prisão imposta pelo tribunal em setembro, com regime de cumprimento inicialmente fechado, chamando-a de injusta.

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Azevedo & Travassos (AZEV4) fecha contrato de R$ 1,3 bilhão com Petrobras (PETR4) para obras em Itaboraí

A Azevedo & Travassos (AZEV4), por meio de sua controlada Heftos Óleo & Gás Construções, assinou contrato com a Petrobras (PETR4) referente à licitação EPC 12 Utilidades, no valor de R$ 1,3 bilhão.

O acordo foi firmado em consórcio com a Construtora Colares Linhares, com participação de 80% da Heftos e 20% da parceira. O projeto foi considerado pela estatal como a proposta mais vantajosa e tem prazo de execução de 40 meses.

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Saltos de até 500%: O que esperar do balanço do 3T25 das elétricas, segundo Itaú BBA

O balanço das empresas promete ganhar fôlego nas próximas semanas. Entre elas, uma elétrica pode ver o seu lucro disparar nada menos que 500%.

Em relatório, o Itaú BBA calcula lucro de R$ 616 milhões para a Eneva (ENEV3), empresa que atua na geração de energia, principalmente por meio de termelétricas.

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Ibovespa futuro sobe e, para análise técnica, tendência segue de alta; Dólar futuro cai

O Ibovespa futuro para dezembro (WINZ25), ou mini-índice, iniciou a semana em alta de 0,70%, aos 149.835 pontos.

A análise técnica do BTG Pactual divulgada hoje reforçou a visão otimista, destacando que o índice retomou a tendência de alta no curto prazo após formar fundo na média móvel de 50 dias.

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Preço do açúcar bruto atinge o nível mais baixo em 5 anos em NY

Os contratos futuros do açúcar bruto negociados na bolsa ICE atingiram seu nível mais baixo em quase cinco anos nesta segunda-feira (27), com o mercado caindo sob a pressão do aumento da oferta e das preocupações de que os medicamentos para perda de peso estejam reduzindo a demanda.

O primeiro contrato do açúcar bruto fechou em queda de 0,51 centavo, ou 3,4%, a 14,46 centavos de dólar por libra-peso, tendo atingido seu nível mais baixo desde dezembro de 2020, a 14,34 centavos.

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Soja atinge máxima de 4 meses em Chicago com esperança de acordo comercial entre EUA e China

A soja negociada na bolsa de Chicago subiu nesta segunda-feira (27) com a expectativa de que os Estados Unidos possam reiniciar suas exportações da oleaginosa para a China, depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que esperava chegar a um acordo comercial com Pequim durante sua visita à Ásia nesta semana.

O contrato mais ativo fechou em alta de 25,50 centavos, a US$10,6725 por bushel, após atingir seu valor mais alto desde 20 de junho.

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MBRF (MBRF3): Goldman reforça compra para ação com BRF Arábia; BBA e BofA não veem grandes mudanças no momento

O Goldman Sachs enxerga a criação da BRF Arábia como um movimento estrategicamente positivo para MBRF (MBRF3). Para os analistas, que reforçaram sua recomendação de compra (preço-alvo de R$ 27,80 e potencial de alta de 85%) para as ações, a nova plataforma deve oferecer suporte em meio aos ciclos voláteis do mercado de frango.

“Isso se dará por meio da exposição a uma região de rápido crescimento, alto poder de compra e estrutura de precificação ‘cost-plus’ (baseada em custo mais margem). Também destacamos que a avaliação implícita de 9x EV/Ebitda é superior ao múltiplo atual de negociação da MBRF, de cerca de 6x”, explicam Thiago Bortoluci e Nicolas Sussmann.

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Risco e retorno: o que o comportamento das ações menos voláteis do Ibovespa revela aos investidores

A teoria financeira que conecta risco e retorno é um dos pilares do mercado de capitais. Ela afirma que, quanto maior o risco assumido, maior deve ser o retorno esperado, e vice-versa. No entanto, a prática do mercado mostra que essa relação é muito mais complexa do que uma linha reta entre dois pontos.

Um levantamento das 20 ações menos voláteis do Ibovespa nos 12 meses até 24 de outubro de 2025 ilustra bem essa complexidade. O estudo, que relaciona volatilidade e rentabilidade, mostra que há grande dispersão entre os resultados, mesmo entre empresas de perfil mais estável.

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Juros futuros recuam em toda a curva com dados de inflação no Brasil e nos EUA

As taxas dos contratos de Depósitos Interfinanceiros (DIs) encerraram a sessão desta segunda-feira (27) em tom misto com apoio do enfraquecimento do dólar e a redução das expectativas de inflação no Brasil para este ano.

Os juros futuros de longo prazos terminaram o dia com baixas leves, enquanto os contratos curtos ficaram praticamente estáveis.

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Raízen (RAIZ4) recua 2% e lidera perdas após rebaixamento; confira as maiores quedas do Ibovespa nesta segunda-feira (27)

A ponta negativa foi encabeçada pela Raízen (RAIZ4), que reagiu ao rebaixamento pela Fitch Ratings.

Confira as maiores quedas do Ibovespa nesta segunda-feira (27):

> Raízen (RAIZ4): -2,06%, a R$ 0,95

> Yduqs (YDUQ3): -1,96%, a R$ 12,99

> Klabin (KLBN11): -1,06%, a R$ 17,77

> Hypera (HYPE3): -0,97%, a R$ 23,44

> Cogna (COGN3): -0,86%, a R$ 3,45

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Usiminas (USIM5) salta mais de 10% em correção; confira as maiores altas do Ibovespa nesta segunda-feira (27)

As ações da Usiminas (USIM5) saltaram mais de 10% durante o pregão com reavaliação do balanço da companhia divulgado na última sexta-feira (24).

MBRF (MBRF3) também figurou entre as maiores altas do pregão. A companhia, fruto da fusão entre BRF e Marfrig, anunciou um acordo de investimento com a Halal Products Development Company (HPDC), uma subsidiária integral do fundo soberano da Arábia Saudita — e que resulta na criação da marca Sadia Halal.

Confira as maiores altas do Ibovespa nesta segunda-feira (27):

> Usiminas (USIM5): +10,53%, a R$ 5,46

> MBRF (MBRF3): +6,45%, a R$ 16,00

> Magazine Luiza (MGLU3): +5,45%, a R$ 8,52

> CVC (CVCB3): +3,91%, a R$ 1,86

> CSN (CSNA3): +3,36%, a R$ 8,92

Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa fechou a segunda-feira (27) em alta de 0,55%, aos 146.979,73 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.

Ibovespa tem duplo recorde com encontro de Lula e Trump e recordes em Wall Street; dólar cai a R$ 5,37

O Ibovespa (IBOV) encostou nos 128 mil pontos nas primeiras horas do pregão e renovou os recordes intradia e de fechamento, com otimismo sobre um possível acordo entre Estados Unidos e Brasil após uma reunião entre os presidentes dos dois países. O apetite ao risco também foi renovado pelo exterior.

Nesta segunda-feira (27), o principal índice da bolsa brasileira terminou o pregão em alta de 0,55%, aos 146.969,10 pontos, em novo recorde. O maior nível de fechamento anterior foi registrado em 24 de setembro, aos 146.491,75 pontos.

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Dólar recua a R$ 5,37 com expectativa de acordo entre EUA e China e corte nos juros pelo Fed

O dólar começou a semana em tom negativo ante moedas fortes e emergentes, com o alívio nas tensões comerciais entre Estados Unidos e China, expectativas de corte nos juros norte-americanos e valorização das commodities metálicas. 

Nesta segunda-feira (27), o dólar à vista (USDBRL) encerrou a sessão a R$ 5,3703, com queda de 0,41%. 

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>> Dólar à vista fecha a R$ 5,3703, com queda de 0,41%
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Focus joga inflação de 2025 para perto do teto da meta, mas queda adicional ‘tende a ser mais difícil’, diz XP

Os economistas consultados pelo Banco Central (BC) jogaram a projeção da inflação de 2025 para perto do teto da meta, mas uma queda adicional rumo aos 3% “tende a ser mais difícil”, afirma o economista da XP Investimentos, Alexandre Maluf.

A estimativa do Boletim Focus caiu de 4,70% para 4,56%. A meta perseguida pela autarquia é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual (p.p.).

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Petróleo fecha em queda com alívio nas tensões comerciais e à espera de Fed

Os preços do petróleo caíram nesta segunda-feira (27) em dia marcado por volatilidade. Os investidores operaram na expectativa de um acordo entre os Estados Unidos e a China e de um corte na taxa de juros norte-americana.

Os contratos mais líquidos do Brent, com vencimento em janeiro, fechou com queda de 0,46%, a US$ 64,90 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.

Já os contratos do WTI, com vencimento em dezembro, recuou 0,31%, a US$ 65,31 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), nos EUA.

Redução de risco político favorece mercado e analista aponta 2 bancos que devem se destacar no 3T25

O cenário político ajuda a impulsionar o desempenho dos ativos de risco nesta segunda-feira (27), de acordo com a analista Larissa Quaresma, da Empiricus Research. A grande notícia positiva é a melhora na relação entre Brasil e Estados Unidos.

No Giro do Mercado, apresentado pela jornalista Paula Comassetto, a analista avaliou que o encontro recente entre o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva e o norte-americano Donald Trump reduziu incertezas sobre as relações bilaterais.

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Ibovespa agora

O Ibovespa, principal índice da bolsa, opera em alta de 0,44%, aos 146.811,46 pontos, nesta segunda-feira (27).

Entre as principais ações do índice, Vale (VALE3) registra baixa de -0,37%, cotada a R$ 61,51. Os papéis da Petrobras (PETR4) são negociados em alta de 0,23%, a R$ 29,92, e os do Itaú (ITUB4), em alta de 0,97%, a R$ 38,38.

Atrasos em voos nos EUA passam de 2,7 mil com paralisação do governo

A turbulência nas viagens aéreas nos Estados Unidos (EUA) se intensificou com mais de 2.700 voos atrasados em todo o país nesta segunda-feira e mais de 8.600 atrasos no domingo, com o aumento das ausências dos controladores de tráfego aéreo em meio à paralisação do governo federal, agora em seu 27º dia.

A Administração Federal de Aviação (FAA, na sigla em inglês) citou a falta de pessoal que afeta os voos em todo o sudeste e no Aeroporto de Newark, em Nova Jersey, enquanto a agência impôs um atraso em terra no Aeroporto Internacional de Los Angeles, que atrasou os voos em uma média de 25 minutos.

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