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Tempo real: Ibovespa fecha em alta e acumula avanço de quase 16% no semestre; dólar cai a R$ 5,43 no menor nível desde setembro

30 jun 2025, 6:38 - atualizado em 30 jun 2025, 17:50
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Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O Ibovespa (IBOV), que iniciou a sessão em leve baixa, recuperou o fôlego na última sessão de junho com apoio de dados de emprego no Brasil e renovação de recordes das bolsas de Wall Street.

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Nesta segunda-feira (30), o principal índice da bolsa brasileira subiu 1,45%, aos 138.854,60 pontos. No mês, o Ibovespa avançou 1,33% e no semestre, a alta acumulada foi de 15,44%.

Já o dólar à vista (USBRL) encerrou as negociações a R$ 5,4341, com queda de 0,89% — no menor nível desde setembro de 2024.

No cenário doméstico, o mercado reagiu a uma bateria de dados econômicos. Entre eles, o país abriu 148.992 vagas formais de trabalho em maio, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

O resultado do mês passado ficou abaixo da expectativa de economistas apontada em pesquisa da Reuters, de criação líquida de 179 mil vagas.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta segunda-feira (30) em tempo real:

Ao vivo
Meta (M1TA34) aprofunda investimento em IA com laboratório de “superinteligência”, diz fonte

O presidente-executivo da Meta (M1TA34), Mark Zuckerberg, reorganizou os esforços da empresa em inteligência artificial sob uma nova divisão chamada Meta Superintelligence Labs, informou uma fonte nesta segunda-feira (30).

A divisão será liderada por Alexandr Wang, ex-CEO da startup de rotulagem de dados Scale AI. Ele será o diretor de IA da nova iniciativa da gigante de mídia social, disse a fonte.

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Casas Bahia (BHIA3) avança em plano de reestruturação financeira e dá mais um passo para ter a Mapa Capital como maior acionista

A Casas Bahia (BHIA3) informou ao mercado nesta segunda-feira (30) que os debenturistas aprovaram as alterações propostas no âmbito do seu Plano de Transformação da Estrutura de Capital, incluindo medidas que podem viabilizar a entrada da Mapa Capital como acionista majoritária da companhia.

As deliberações referem-se à 10ª emissão de debêntures e incluem:

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Sabesp (SBSP3): Conselho aprova emissão de R$ 1 bilhão em debêntures com enquadramento no programa Eco Invest

O conselho de administração da Sabesp (SBSP3) aprovou, em reunião realizada na última sexta-feira (27), a emissão de debêntures para captar R$ 1,068 bilhão. Segundo anunciado nesta segunda-feira (30) pela companhia, a operação se enquadra no programa Eco Invest do governo federal, de incentivo a investimentos sustentáveis.

Segundo a Sabesp, os recursos serão utilizados para construir e melhorar estrutras de tratamento de água e esgoto, com o objetivo de urniversalizar os serviços de saneamento básico na região onde atua, que inclui a capital paulista e algumas cidades da região metropolitana de São Paulo.

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Ibovespa dispara mais de 15% desde janeiro e tem melhor semestre em quase uma década

O Ibovespa (IBOVteve um semestre para ninguém mais esquecer: entrada de mais de R$ 20 bilhões de capital estrangeiro e forte desaceleração do dólar ante o real.

De janeiro a junho, o principal índice da bolsa brasileira avançou 15,44% e registrou o melhor semestre desde 2016.

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Infracommerce (IFCM3) aprova grupamento de ações na proporção de 20 para 1

A Infracommerce (IFCM3), empresa especializada em soluções de e-commerce B2B e B2C, informou ao mercado que os acionistas aprovaram, em assembleia realizada nesta segunda-feira (30), o grupamento das ações ordinárias de emissão da companhia na proporção de 20 para 1.

Com isso, cada 20 ações ordinárias serão convertidas em 1 ação da mesma espécie, sem alteração do valor total do capital social, que permanece em R$ 271,9 milhões.

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Com ampliação do Minha Casa, Minha Vida, MRV é destaque do Ibovespa no primeiro semestre; Usiminas fica na ponta negativa

O Ibovespa (IBOVmanteve o ritmo de ganhos e emplacou a quarta alta mensal consecutiva em junho. O mês foi marcado por fortes ganhos patrocinados pela entrada de capital estrangeiro, enquanto as preocupações com o cenário fiscal seguiram no radar.

O principal índice da bolsa brasileira fechou junho com avanço de 1,33% no patamar dos 138 mil pontos, próximos as máximas históricas dos 140 mil pontos. No semestre, o Ibovespa acumulou alta de 15,44%.

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Soja fecha sem direção comum em Chicago com influência de dados do USDA

Os contratos futuros de soja negociados na bolsa de Chicago terminaram mistos nesta segunda-feira (30), com aqueles com vencimentos mais próximos sob pressão, depois que os dados dos estoques trimestrais do Departamento de Agricultura dos EUA mostraram suprimentos maiores do que o esperado em 1º de junho, disseram os traders.

O contrato agosto da CBOT caiu 3,50 centavos, a US$10,2975 o bushel, mas o contrato da nova safra de novembro subiu 2,25 centavos, a US$ 10,27 o bushel.

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Ibovespa sobe mais de 1% com Caged ‘fraco’ e recordes de NY; dólar fecha na menor cotação desde setembro

O Ibovespa (IBOV), que iniciou a sessão em leve baixa, recuperou o fôlego na última sessão de junho com apoio de dados de emprego no Brasil e renovação de recordes das bolsas de Wall Street.

Nesta segunda-feira (30), o principal índice da bolsa brasileira subiu 1,45%, aos 138.854,60 pontos. No mês, o Ibovespa avançou 1,33% e no semestre, a alta acumulada foi de 15,44%.

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Produtores do EUA elevam plantio de milho ao maior nível desde 2013

Os agricultores dos Estados Unidos expandiram o plantio de milho em 5% este ano, atingindo o maior nível desde 2013, enquanto reduziram a área plantada com soja em 4%, ao menor nível em cinco anos, informou o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) nesta segunda-feira, já que o grão amarelo ofereceu a muitos produtores uma chance maior de lucro.

Os preços de ambas as safras caíram para as mínimas em vários meses na semana passada, com chuvas e temperaturas amenas no cinturão agrícola do Meio-Oeste dos EUA impulsionando as perspectivas de produção após algumas interrupções climáticas nesta primavera, permitindo que a maioria dos agricultores plantasse sementes antes do ritmo normal.

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Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa fechou a segunda-feira (30) em alta de 1,55%, aos 138.985,64 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.

Dólar cai a R$ 5,43, menor nível desde setembro, com Caged ‘fraco’ e incertezas sobre os EUA

O dólar encerrou a sessão com tripla queda. A moeda foi enfraquecida por incertezas sobre as tarifas de Donald Trump, o avanço da proposta que aumenta o déficit dos Estados Unidos no Congresso norte-americano e dados de emprego no Brasil.

Nesta segunda-feira (30), o dólar à vista (USDBRL) encerrou as negociações a R$ 5,4341, com queda de 0,89% — no menor nível desde setembro de 2024.

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Cortes no radar: Fed deve reduzir juros dos EUA três vezes até o fim deste ano, vê Inter

O Federal Reserve (Fed) deve retomar o afrouxamento monetário nos Estados Unidos (EUA) em setembro deste ano, afirma a economista-chefe do Inter, Rafaela Vitória. O banco central do país deve realizar cortes nas três últimas reuniões do ano, levando os juros para o intervalo de 3,50% a 3,75%.

“Se mantivermos a atual tendência dos dados, sem impacto inflacionário significativo e a atividade mantendo-se robusta, esperamos que o Fed retome o ciclo de queda dos juros a partir de setembro”, afirma.

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>> Dólar à vista tem desvalorização de 12,07% ante o real no semestre
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>> Dólar à vista acumula queda de 4,99% em junho
>> Dólar à vista fecha a R$ 5,4341, com queda de 0,89%
‘Perdeu influência no exterior e é impopular em casa’: The Economist vê Lula fragilizado no Brasil e fora dele

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vive um momento de desgaste tanto no cenário interno quanto internacional, segundo avaliação da revista britânica The Economist. Uma reportagem publicada neste domingo (29) afirma que o petista não está apenas com a popularidade em declínio dentro do Brasil, mas também tem visto sua influência global diminuir.

A análise aponta que Lula vem adotando uma postura “cada vez mais hostil ao Ocidente”, ao se afastar das agendas defendidas pelos Estados Unidos e por outros países ocidentais, enquanto estreita laços com potências como China e Irã. A tendência, segundo a revista, é que esse afastamento se intensifique, sobretudo com a aproximação do Brasil com o Irã durante a próxima Cúpula dos Brics.

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Petróleo fecha em queda com alívio das tensões geopolíticas

Os preços do petróleo fecharam a sessão desta segunda-feira (30) em queda. Os investidores dividiram as atenções entre a expectativa sobre a reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+), que acontece no próximo fim de semana, tensões geopolíticas no Oriente Médio e dados de enfraquecimento da atividade industrial chinesa.

Os contratos mais líquidos do petróleo Brent, com vencimento em setembro, encerraram a sessão com queda de 0,09%, a US$ 66,74 o barril na International Exchange (ICE), em Londres. No semestre, o Brent acumulou recuou de 10,7%.

Já os contratos do West Texas Intermediate (WTI), referência para os Estados Unidos e com vencimento em agosto, caíram 0,52%, a US$ 65.11 o barril na New York Exchange (Nymex), nos EUA. No acumulado dos seis meses do ano, o WTI teve baixa de 9,22%.

>> Ibovespa renova máxima aos 139.050,05 pontos, com alta de 1,60%
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