Resumo: O Ibovespa (IBOV) engatou a 11º alta consecutiva e o oitavo recorde seguido com retomada do apetite ao risco no exterior, balanços corporativos e à espera da decisão sobre os juros do Banco Central.
Por aqui, os investidores dividiram as atenções entre balanços corporativos e apreciação de pautas fiscais no Senado.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
No exterior, o mercado repercutiu o relatório ADP, do setor privado, que mostrou a abertura de emprego nos Estados Unidos maior do que a esperada para outubro. Dados de atividade econômica também vieram acima das projeções.
Ainda nos EUA, o maior ‘shutdown’ da história do país e a vitória de democratas em três Estados norte-americanos ficaram no radar.
Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta quarta-feira (5) em tempo real:
Ao vivo
20h35
Senado aprova projeto de isenção do IR para quem ganha até R$5 mil e taxação mínima para rendas altas
O Senado aprovou nesta quarta-feira o projeto de lei que amplia a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil mensais e cria uma taxação mínima para pessoas de renda mais alta.
Aprovado de maneira unânime em votação simbólica, e sem mudanças em relação à versão produzida em outubro pela Câmara, o projeto segue direto para sanção presidencial.
Copom ainda não está confortável em baixar a Selic, afirma economista-chefe da Lifetime
Como o esperado pelo mercado, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a Selicem 15,00% ao ano, no maior nível da taxa básica de juros desde meados de 2006, nesta quarta-feira (5). Essa foi a terceira manutenção consecutiva.
Vibra (VBBR3): Empresa lucra R$ 407 milhões no 3T25 e fala em avanços com Operação Carbono Oculto
A Vibra (VBBR3) teve um lucro líquido de R$ 407 milhões no terceiro trimestre de 2025, queda de 90,3% frente ao mesmo período do ano passado. No documento, o CEO, Ernesto Pousada, também falou sobre a operação Carbono Oculto, que atingiu postos de combustíveis ligados ao crime organizado.
Em grande parte, o pior desempenho da empresa se deu pelo resultado financeiro. Entre julho e setembro de 2024, a companhia de energia registrou uma receita de R$ 131 milhões nesta parte do balanço e, neste ano, houve um prejuízo de R$ 647 milhões.
Brava (BRAV3): Lucro cai 76% no 3T25, com efeito contábil do FPSO Atlanta
A petroleira Brava Energia (BRAV3) registrou lucro líquido de R$ 120,7 milhões no terceiro trimestre, queda de 75,8% ante o mesmo período do ano passado, informou a empresa nesta quarta-feira (5).
O resultado foi impactado, principalmente, pela despesa financeira relacionada à antecipação dos recebíveis atrelados ao financiamento da companhia ao projeto de adaptação do FPSO Atlanta, sendo um efeito de natureza exclusivamente contábil, sem impacto caixa, disse a Brava.
Na Axia Energia (AXIA3), antiga Eletrobras, lucro líquido despenca 68% no 3T25
A Axia Energia (AXIA3), antiga Eletrobras,reportou lucro líquido IFRS ajustado de R$ 2,18 bilhões no terceiro trimestre de 2025, o que representa uma queda de 68% em relação ao mesmo período do ano passado. O resultado foi impactado, principalmente, pela ausência do efeito positivo da revisão tarifária periódica de 2023, que impulsionou os números de 2024.
O Ebitda IFRS ajustado totalizou R$ 5,89 bilhões, queda de 50,8% na comparação anual. Segundo a companhia, o resultado reflete o reconhecimento de R$ 303 milhões em remensuração regulatória no trimestre, contra R$ 6,13 bilhões no 3T24, quando o impacto da revisão tarifária elevou significativamente os ganhos.
Selic a 15%: Veja onde investir e quanto rendem as principais aplicações
O Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu, pela terceira reunião consecutiva, manter a taxa Selic em 15% ao ano — o maior patamar em quase duas décadas.
Com isso, os juros básicos da economia brasileira seguem inalterados ao menos pelos próximos 45 dias. Nos dias oito e nove de dezembro, os diretores do Banco Central (BC) se reunirão novamente para um novo veredito.
Engie (EGIE3) tem lucro líquido de R$ 738 milhões no 3T25, alta de 9,8% no ano
A Engie Brasil (EGIE3) teve um lucro líquido de R$ 738 milhões no terceiro trimestre de 2025, alta de 9,8% na comparação com o mesmo número do ano passado.
Em grande parte, o avanço acompanhou a receita líquida, que cresceu 31,8% na mesma comparação, para R$ 3,3 bilhões.
Tchau, corte de juros em 2025? Copom acaba com apostas de uma Selic mais baixa em dezembro
Se você estava no grupo dos otimistas que apostavam em um corte de juros ainda este ano, melhor “tirar o cavalinho da chuva”. O Comitê de Política Monetária (Copom) seguiu o plano, manteve a taxa Selic estável em 15% ao ano e já avisou que o patamar vai continuar alto pelos próximos meses.
O comunicado do Banco Central destaca que os riscos para a inflação seguem mais elevados do que o usual e que, para assegurar a convergência da inflação à meta em ambiente de expectativas desancoradas, “exige-se uma política monetária em patamar significativamente contracionista por período bastante prolongado”.
O que mudou no comunicado do Copom que manteve a Selic a 15%? Veja a comparação
O Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a Selicem 15,00% ao ano, no maior nível da taxa básica de juros desde meados de 2006, nesta quarta-feira (5).
Essa foi a terceira manutenção consecutiva e em linha com o esperado pelo mercado. A decisão do colegiado foi unânime.
Axia Energia (AXIA3), antiga Eletrobras, anuncia R$ 4,3 bilhões em dividendos
A Axia Energia (AXIA3), antiga Eletrobras, aprovou nesta quarta-feira (5) o pagamento de R$ 4,3 bilhões em dividendos intermediários, utilizando parte do saldo da reserva estatutária prevista no artigo 56, II, de seu estatuto social, conforme posição de 30 de setembro de 2025.
Com esse novo repasse, o total distribuído aos acionistas em 2025 atingirá R$ 8,3 bilhões, considerando os valores já pagos em janeiro e agosto, disse a companhia. O pagamento será realizado em 19 de dezembro de 2025.
Selic em 15%: O que isso significa para quem aposta em renda fixa
A Seliccontinuará em 15% ao ano, segundo decisão divulgada há pouco pelo Comitê de Política Monetária (Copom), e os investidores podem seguir apostando na renda fixa para aproveitar a onda de jurosaltos, segundo a XP.
As analistas do banco, Camilla Dolle e Mayara Rodrigues, destacam que o Banco Central não deve realizar reajustes na taxa básica de juros em 2025, e que o ciclo de cortes em 2026 será moderado. Com isso, não são esperados movimentos relevantes na curva de juros após a reunião desta quarta-feira (5).
Selic a 15%: 4 pontos para entender por que o Copom manteve os juros pela 3ª vez consecutiva
OComitê de Política Monetária (Copom) decidiu manter a taxa Selicem 15% ao ano nesta quarta-feira (5), no maior nível da taxa básica de juros desde meados de 2006. Essa foi a terceira manutenção consecutiva e em linha com o esperado pelo mercado.
Na última atualização, com data de referência de ontem (4), o contrato de Opções de Copom da B3 apontava a chance de 97,60% de o Banco Central (BC) manter os juros inalterados.
Lavvi (LAVV3) anuncia distribuição de R$ 124,7 milhões em dividendos
A Lavvi Empreendimentos Imobiliários (LAVV3) comunicou a aprovação da distribuição de R$ 124,7 milhões em dividendos intercalares e adicionais, conforme decisão do Conselho de Administração, ad referendum da Assembleia Geral Ordinária que será realizada até 30 de abril de 2026.
O valor equivale a R$ 0,64 por ação ordinária da companhia, desconsideradas as ações em tesouraria. Do total, R$ 24,7 milhões correspondem a dividendos intercalares e R$ 100 milhões a dividendos adicionais, ambos com base nas demonstrações financeiras referentes ao período encerrado em 30 de setembro de 2025.
Mesmo que a decisão tenha ficado dentro das expectativas, investidores se perguntam se é hora de continuar na calmaria da renda fixa ou se ainda é possível pegar o bonde da Bolsa, em meio aos recordes do Ibovespa.
Confira as maiores quedas do Ibovespa nesta quarta-feira (5):
> CSN (CSAN3): -4,60%, a R$ 8,71
> Yduqs (YDUQ3): -2,37%, a R$ 13,60
> Motiva (MOTV3): -1,35%, a R$ 16,03
> Raízen (RAIZ4): -1,09%, a R$ 0,91
> Suzano (SUZB3): -1,03%, a R$ 48,90
18h36
Vamos (VAMO3) sobe mais de 8%; confira as maiores altas do Ibovespa nesta quarta-feira (5)
Entre as companhias listadas no Ibovespa (IBOV), as ações da Vamos (VAMO3) engatou ganhos pela segunda sessão consecutiva e liderou a ponta positiva do índice na expectativa dos resultados do terceiro trimestre (3T25). A companhia divulga os números na próxima terça-feira (11).
Confira as maiores altas do Ibovespa nesta quarta-feira (5):
> Vamos (VAMO3): +8,66%, a R$ 3,64
> C&A (CEAB3): +8,51%, a R$ 17,34
> Assaí (ASAI3): +5,54%, a R$ 8,95
> Auren (AURE3): +4,41%, a R$ 11,60
> Magazine Luiza (MGLU3): +4,30%, a R$ 8,74
18h36
Copom mantém Selic em 15% ao ano pela terceira reunião seguida
OComitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa Selic estável em 15% ao ano na reunião desta quarta-feira (5). Trata-se da terceira reunião seguida de manutenção nos juros.
A decisão unânime já era esperada pelo mercado, que agora busca calibrar as apostas sobre o ritmo e o momento da futura redução dos juros.
Minerva (BEEF3) lucra R$ 120 milhões no 3T25 e alavancagem líquida atinge menor patamar desde 2022
A Minerva Foods (BEEF3) viu seu lucro líquido crescer 27,6% no terceiro trimestre de 2025 (3T25), para R$ 120 milhões, na comparação com o 2T25
Em relação ao mesmo período do ano passado, houve um forte incremento de 82,5% na receita líquida, que saiu de R$ 8,501 bilhões para R$ 15,512 bilhões. O Ebitda cresceu 70,8%, para R$ 1,388 bilhão.
Ibovespa tem 11ª alta consecutiva e salta aos 153 mil pontos com ‘pesos-pesados’ e à espera do Copom; dólar cai
O Ibovespa (IBOV) engatou a 11º alta consecutiva e o oitavo recorde seguido com retomada do apetite ao risco no exterior, balanços corporativos e à espera da decisão sobre os juros do Banco Central.
No Money Times, investidores, analistas, gestores e entusiastas do ambiente econômico brasileiro usufruem de textos objetivos e de qualidade que vão ao centro da informação, análise e debate. Buscamos levantar e antecipar discussões importantes para o investidor e dar respostas às questões do momento. Isso faz toda a diferença.
No Money Times, investidores, analistas, gestores e entusiastas do ambiente econômico brasileiro usufruem de textos objetivos e de qualidade que vão ao centro da informação, análise e debate. Buscamos levantar e antecipar discussões importantes para o investidor e dar respostas às questões do momento. Isso faz toda a diferença.
Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies.