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Tempo real: Ibovespa ‘engasga’ com alta na Selic e destoa das máximas de NY; dólar cai a R$ 5,42

19 set 2024, 6:50 - atualizado em 19 set 2024, 17:28
Day Trade, Mercados, Rede D'Or, RDOR3
Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

RESUMO: O Ibovespa (IBOV)  não acompanhou o ritmo do exterior e fechou o dia seguinte às decisões de política monetária no Brasil e nos Estados Unidos em território negativo.

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Nesta quinta-feira (19), o principal índice da bolsa brasileira fechou em queda de 0,47%, aos 133.122,67 pontos.

Já o dólar à vista (USBRL) terminou a sessão a R$ 5,4242 (-0,69%).

No cenário doméstico, os investidores acompanharam novos dados econômicos, em meio a reação à alta da taxa básica de juros, a Selic, e o noticiário corporativo.

No exterior, Wall Street teve um dia de fortes ganhos com a redução do temor de uma recessão nos Estados Unidos após dados semanais de auxílio-desemprego mais fracos que o esperado.

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Os índices Dow Jones e S&P 500 renovaram os recordes históricos de fechamento.

Além disso, o Banco Central da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês) que manteve os juros em 5%, em linha com as expectativas do mercado.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta quinta-feira (19) em tempo real:

Ao vivo
B3 (B3SA3) pagará R$ 516 milhões em dividendos e juros sobre o capital próprio

A B3 (B3SA3) aprovou o pagamento de R$ 516 milhões em proventos, sendo R$ 326 milhões em juros sobre o capital próprio e R$ 190 milhões em dividendos, mostra ata de administração publicada nesta quinta-feira (19).

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Segundo o documento, o valor por ação em JCP será de R$ 0,05128121 e R$ 0,03516214 por dividendos.

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Grupo Mateus (GMAT3) levanta R$ 122,8 milhões com venda de ativos para fundo imobiliário; veja

O Grupo Mateus (GMAT3) vendeu quatro imóveis ao fundo imobiliário TRX Real (TRXF11) por R$ 122,8 milhões, mostra documento enviado ao mercado nesta quinta-feira (19). O valor, no entanto, poderá sofrer mudanças, informa.

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Desses quatro ativos, três, localizados no Pará e Maranhão, serão por meio de built to suit, operação já bem conhecida no mercado imobiliário, onde o fundo constrói o imóvel já prevendo as necessidades do futuro locatário.

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Hora de vender fundos com exposição na AgroGalaxy (AGXY3) após recuperação judicial?

O mercado, e principalmente os investidores de Fiagros (Fundos de Investimentos nas Cadeias Produtivas do Agronegócios), acompanham de perto a repercussão do pedido de recuperação judicial da Agrogalaxy (AGXY3). Como você viu no Money Times, os fundos que possuem títulos emitidos pela companhia recuaram nesta quinta-feira (19).

Para Guilherme Sharovsky, líder de Crédito Corporativo da Bloxs Capital Partners, para quem é cotista de fundos com posição na AgroGalaxy, não é um bom momento para vender. “É comum vermos uma reação exagerada em investimentos que a maior parte dos cotistas são pessoas físicas a eventos de inadimplência e falta de liquidez”.

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Renner (LREN3) pagará R$ 161 milhões em juros sobre o capital próprio; veja como aproveitar

A Lojas Renner (LREN3) aprovou o pagamento de R$ 161 milhões em juros sobre o capital próprio, mostra documento enviado ao mercado nesta quinta-feira (19).

  • Múltiplos ‘bizarramente’ descontados e dividendos atrativos: analista seleciona cinco ações que reúnem o melhor dos dois mundos; veja a lista

Segundo o comunicado, o valor por ação será de R$ 0,168760, sendo que o valor será pago a partir de 8 de outubro.

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Bradesco (BBDC4) paga R$ 2 bilhões em juros sobre capital próprio; veja condições

O Bradesco (BBDC4) informou nesta quinta-feira (19) que o Conselho de Administração, em reunião hoje realizada, aprovou proposta da Diretoria para pagamento de juros sobre o capital próprio intermediários, no valor total de R$ 2 bilhões, sendo R$ 0,179570675 por ação ordinária e R$ 0,197527743 por ação preferencial.

Serão beneficiados os acionistas que estiverem inscritos nos registros da Sociedade em 30 de setembro, segundo a companhia.

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Para onde vai a Selic? Comunicado dá margem para elevar cortes para 0,50 p.p., dizem especialistas

O Comitê de Política Monetária (Copom) abraçou as expectativas do mercado e elevou a taxa Selic para 10,75% ao ano, na reunião desta quarta-feira (18).

Segundo análises, os diretores do Banco Central (BC) optaram por uma alta mais modesta, de 0,25 ponto percentual (p.p.), mas adotaram um tom mais hawkish (duro).

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Brava Energia (BRAV3) recua quase 10%; confira as maiores quedas do Ibovespa desta quinta-feira (19)

As ações da Brava Energia protagonizam as maiores quedas, após a companhia informar ao mercado que a expectativa de retorno da produção do campo de Papa Terra foi atualizada para o início de dezembro de 2024.

Confira as maiores quedas do Ibovespa desta quinta-feira (19):

  • Brava Energia (BRAV3): -9,40%, a R$ 18,89
  • Assaí (ASAI3): +5,72%, a R$ 8,24
  • Hapvida (HAPV3): +4,08%, a R$ 4,47
  • Vamos (VAMO3): -3,77%, a R$ 6,89
  • Pão de Açúcar (PCAR3): -3,61%, a R$ 2,94
Marfrig (MRFG3) sobe 4% e lidera ganhos do Ibovespa; confira as maiores altas do índice desta quinta-feira (19)

As ações da Marfrig lideraram os ganhos do Ibovespa. Mas o destaque do dia ficou por conta das companhias do setor de mineração e siderurgia.

Vale e CSN Mineração subiram mais de 1% com apoio da recuperação do minério de ferro na China.

Confira as maiores altas do Ibovespa desta quinta-feira (19):

  • Marfrig (MRFG3): +4,32%, a R$ 14,50
  • BRF (BRFS3): +4,20%, a R$ 25,05
  • Prio (PRIO3): +1,90%, a R$ 44,01
  • CSN (CSNA3): +1,35%, a R$ 12,05
  • CSN Mineração (CMIN3): +1,26%, a R$ 6,41

 

Ibovespa ignora ‘festa’ de Wall Street e fecha em queda aos 133 mil pontos; dólar cai a R$ 5,42

O clima pós-‘superquarta‘ foi de festa em Wall Street com o primeiro corte nos juros dos Estados Unidos em mais de quatro anos. O Ibovespa (IBOV), porém, não acompanhou o ritmo do exterior e a sessão foi marcada pelo ajuste as posições, enquanto os investidores seguiram calibrando as apostas sobre a trajetória dos juros.

Nesta quinta-feira (19), o principal índice da bolsa brasileira fechou em queda de 0,47%, aos 133.122,67 pontos. 

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**Ibovespa fecha na mínima intradia com baixa de 0,47%, aos 133.122,67 pontos
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Wall Street salta com primeiro corte nos juros dos EUA em mais de 4 anos; S&P 500 e Dow Jones fecham no maior nível da história

Wall Street voltou aos dias de glória nesta quinta-feira (19). Os índices operaram em forte alta desde a abertura das negociações e renovaram os recordes históricos intradia, com os investidores reagindo ao início do ciclo de cortes nos juros dos Estados Unidos.

Confira o fechamento dos índices de Nova York:

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S&P 500 e Dow Jones renovam recordes de fechamento com corte nos juros dos EUA pelo Fed

Wall Street voltou aos dias de glória nesta quinta-feira (19). Os índices operaram em forte alta desde a abertura das negociações e renovaram os recordes históricos intradia, com os investidores reagindo ao início do ciclo de cortes nos juros dos Estados Unidos.

Confira o fechamento dos índices de Nova York:

  • S&P 500: +1,70%, aos 5.713,64 pontos;
  • Dow Jones: +1,26%, aos 42.025,19 pontos;
  • Nasdaq: +2,51%, aos 18.013,98 pontos.

Durante o pregão o índice e Dow Jones renovou o recorde histórico intradia, aos 42 mil pontos. Já o S&P 500 fechou no maior nível, superando os 5.700 pontos.

Dólar cai pela 7ª vez consecutiva e fecha a R$ 5,42 no dia seguinte das decisões sobre juros nos EUA e Brasil

O dólar à vista (USDBRL) estendeu as perdas pelo sétimo pregão consecutivo com a reação do mercado ao corte nos juros dos Estados Unidos e alta na taxa Selic no Brasil.

Na comparação com o real, a moeda norte-americana encerrou as negociações a R$ 5,42427 (-0,69%) nesta quinta-feira (19).

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**Dólar à vista fecha com baixa de 0,69%, a R$ 5,4242
Petróleo avança mais de 1% com escalada das tensões entre Israel e Hezbollah e corte de juros nos EUA

O petróleo, considerado um termômetro de risco pelo mercado, operou em forte alta nesta quinta-feira (19). Os investidores aumentaram o apetite ao risco após o Federal Reserve, o Banco Central dos Estados Unidos, cortar os juros pela primeira vez desde março de 2020.

Os contratos mais líquidos do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, para novembro, terminaram o dia em alta de 1,67%, a US$ 74,88 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.

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CDB que rende 150% do CDI: Mercado Pago lança título com aplicação mínima de R$ 1

O Mercado Pago lançou um CDB que rende até 150% do CDI (Certificado de Depósito Interbancário). O produto está disponível no aplicativo do banco digital até somente o dia 20 de setembro.

A oferta faz parte das ações para o programa “Estrela da Casa”, reality musical da rede Globo, o qual o Mercado Pago é o patrocinador, e tem como objetivo “inserir mais brasileiros em uma jornada de investimentos”.

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Fundos ajustam posições e tombam nesta quinta (19) após pedido de recuperação judicial da AgroGalaxy (AGXY3)

Os desdobramentos do pedido de recuperação judicial da Agrogalaxy (AGXY3) impactaram nesta quinta-feira (19) a cotação dos fundos com exposição a empresa. O XPCA11 (XP Crédito Agrícola Fiagro), com patrimônio líquido (PL) de 7,95% na companhia, fechou com queda de 8,06%, principal queda entre os fundos atrelados a companhia.

Em sua maioria, os fundos estavam atrelados ao CRA022009KI. A AgroGalaxy descumpriu a obrigação de pagamento de R$ 70 milhões da remuneração das debêntures e da amortização programada, a qual é a primeira amortização desse Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA) de R$ 500 milhões e vencimento em 2027.

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São Martinho (SMTO3) é compra, diz JPMorgan; veja quanto ação pode subir

O JP Morgan elevou sua recomendação para São Martinho (SMTO3) de neutra para compra (overweight) por uma combinação de valuation atrativo, fluxo limitado de notícias negativas e uma visão otimista para preços de açúcar e etanol.

Na terça-feira (17), o Morgan Stanley rebaixou a ação de de equal-weight (neutro) para underweight (venda).

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Qual é a elétrica que caiu nas graças do Itaú (e paga dividendos)

O Itaú BBA revisitou o setor elétrico e elevou a recomendação da ISA Cteep (TRPL4) de neutra para compra, com preço-alvo de R$ 31,5, antes em R$ 26,5, o que abre potencial de alta de 28%.

  • Múltiplos ‘bizarramente’ descontados e dividendos atrativos: analista seleciona cinco ações que reúnem o melhor dos dois mundos; veja a lista

Na bolsa, a companhia não vive os seus melhores dias. O papel acumula queda de 5,65% no ano, em meio à pressão da venda da participação da Eletrobras (ELET3). Porém, na visão do BBA, é justamente esse recuo que torna o papel interessante.

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Selic a 10,75%: Fundos imobiliários com retorno de dividendos de até 15,84%

Assim como previsto pelo mercado, o Comitê de Política Monetária (Copom) anunciou nesta semana a alta na taxa básica de juros, a Selic. A taxa básica de juros saiu do patamar de 10,50% para 10,75% ao ano. Com isso, o Banco Central iniciou um ciclo de aperto monetário.

Desta vez, os dirigentes ressaltaram que houve uma reavaliação do hiato para o campo positivo. “O conjunto dos indicadores de atividade econômica e do mercado de trabalho tem apresentado dinamismo maior do que o esperado”, dizem no documento da decisão.

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