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Tempo real: Ibovespa supera os 133 mil pontos com Wall Street nas máximas e Vale (VALE3); dólar cai a R$ 5,44

26 set 2024, 6:59 - atualizado em 26 set 2024, 17:58
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Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: Reuters)

RESUMO: O Ibovespa (IBOV) retomou o fôlego e voltou ao território positivo — e se aproximou das máximas históricas.

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Nesta quinta-feira (26), o principal índice da bolsa brasileira subiu 1,08%, aos 133.009,79 pontos.

Já o dólar à vista (USBRL) terminou a sessão a R$ 5,4447 (-0,57%).

Por aqui, o mercado reagiram ao Relatório Trimestral de Inflação. O Banco Central melhorou a projeção de alta do PIB para 3,2% neste ano, mas estima desaceleração da economia no ano que vem.

No exterior, o PIB dos Estados Unidos cresceu 3,0% no segundo trimestre, na base anual. Os dados de pedidos de auxílio-desemprego caíram mais que as expectativas do mercado.

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Em reação, os traders  reduziram as apostas de corte de 50 pontos-base nos juros pelo Federal Reserve (Fed) na reunião de novembro — ainda sendo a probabilidade majoritária. O índice S&P 500 renovou o recorde histórico de fechamento.

Para amanhã, o mercado espera a divulgação do Índice de Preços para Despesas com Consumo Pessoal (PCE, na sigla em inglês) de agosto — indicador preferido do Fed para referência de inflação.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta quinta-feira (26) em tempo real:

Ao vivo
Prio (PRIO3) faz acordo para comprar campo de petróleo no Rio de Janeiro por US$ 1,9 bilhão

A petrolífera Prio (PRIO3) fechou acordo com a Sinochem para compra da participação da empresa asiática de 40% no campo de Peregrino, no Rio de Janeiro, por US$ 1,9 bilhão, segundo comunicado ao mercado.

Segundo a Prio, o acordo foi acertado no final da tarde desta quinta-feira e o negócio deve ser concluído na “madrugada” da sexta-feira, quando deverá publicar um fato relevante sobre a operação.

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Após AgroGalaxy (AGXY3), Portal Agro entra com pedido de recuperação judicial

A Portal Agro, distribuidora de insumos agrícolas, assim como a AgroGalaxy (AGXY3), entrou com pedido de recuperação judicial.

A companhia, com sede em Paragominas no Pará, conta com um endividamento de R$ 645 milhões, sendo pelo menos R$ 249 milhões em Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRAs). A empresa conseguiu na Vara Cível da Comarca de Paragominas o prazo de 45 dias de proteção contra execução das dívidas.

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Oncoclínicas (ONCO3) nega que tenha recebido proposta de fusão de empresa de Nelson Tanure

A Oncoclínicas (ONCO3) negou que tenha recebido proposta da Alliança, de Nelson Tanure, para uma fusão com a companhia, mostra documento enviado nesta quinta-feira (26).

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Mais cedo, o Valor Pipeline informou que o empresário fez uma proposta para a união dos ativos.

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É preciso discutir futuros potenciais IPOs de clubes de futebol, diz presidente da B3

O presidente da B3, Gilson Finkelsztain, disse nesta quinta-feira (26), que é preciso discutir futuros potenciais IPOs de clubes de futebol. “O mercado de capitais vai ser uma peça importante de ajuda ao mundo do futebol para levar profissionalismo, governança”, afirmou.

“Temos de discutir futuros potenciais IPOs, mas o mercado de capitais não é só equity. Tem muito para aproximar do mercado de capitais em dívida, emissões de renda fixa, nota comerciais ou debêntures.”

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CPLE6, EGIE3 e TAEE11: Elétricas entram em campo em leilão de R$ 3,3 bi; o que esperar?

As elétricas entram em campo na próxima sexta-feira (27) para mais um leilão de energia compreendendo 783 km de linhas de transmissão e subestações, com capex estimado em R$ 3,4 bilhões.

  • Leia mais: Um robô que opera na bolsa de valores teve performance 276% em 9 meses de funcionamento, superior a dos maiores traders do mundo. Leia mais

Esses projetos greenfield estão localizados em cinco estados: Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo e Bahia.

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CNA estima prejuízo de R$ 14,7 bilhões ao agronegócio com incêndios

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) divulgou, na quinta, (26), que as perdas com incêndios causaram, de junho a agosto, um prejuízo estimado de R$ 14,7 bilhões em 2,8 milhões de hectares de propriedades rurais no Brasil.

A estimativa considera aspectos como perda de matéria orgânica, produção, redução na produtividade, cercas em áreas de pastagem e potássio e fósforo nas camadas superficiais do solo.

Diante dos prejuízos, e preocupada com a orientação aos produtores rurais, a Confederação elaborou um comunicado técnico, com orientações antes, durante e após os incêndios.

Soja e trigo caem após sessão volátil; riscos de seca pesam

A soja de Chicago enfrentou negociações extremamente voláteis nesta quinta-feira (26), chegando a tocar um novo pico em dois meses antes de fechar em baixa, em meio a questões sobre a demanda de exportação e os impactos da seca no final da temporada nos rendimentos das safras dos Estados Unidos, disseram operadores.

Os futuros do trigo caíram, com vendas de exportação semanais fracas pesando sobre os preços e traders ajustando suas posições antes de dois importantes relatórios do governo, segundo analistas de mercado.

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Brava Energia (BRAV3) cai 6% com petróleo; confira as maiores quedas do Ibovespa desta quinta-feira (26)

Na ponta negativa, Brava Energia liderou as perdas do índice pela segunda vez consecutiva, com desempenho puxado pelo petróleo — que caiu mais de 2%. Petrobras (PETR4;PETR3) também tombou com a commodity.

Confira as maiores quedas do Ibovespa desta quinta-feira (26):

  • Brava Energia (BRAV3): -6,54%, a R$ 17,01
  • Prio (PRIO3): -4,84%, a R$ 42,64
  • Vivara (VIVA3): -3,13%, a R$ 26,64
  • BRF (BRFS3): -2,49%, a R$ 24,64
  • Petrobras (PETR4): -2,16%, a R$ 36,25
Azul (AZUL4) sobe 10% com acordo e potencial oferta no radar; confira as maiores altas do Ibovespa desta quinta-feira (26)

A Azul liderou os ganhos com a perspectiva de que as negociações com arrendadores de aviões próxima de ser concluída. Os papéis da companhia aérea chegaram a saltar quase 15% durante o pregão.

O setor de mineração e siderurgia seguiu o ritmo de ganhos, na esteira do desempenho do minério de ferro. Depois de uma série de estímulos, o governo da China anunciou que anunciará, em breve, mais medidas para impulsionar a economia do país.  Vale saltou mais de 6% com giro financeiro de R$ 3,7 bilhões, a maior média em cinco anos.

Confira as maiores altas do Ibovespa desta quinta-feira (26):

  • Azul (AZUL4): +10,00%, a R$ 5,61
  • CSN (CSNA3): +8,95%, a R$ 13,27
  • Cogna (COGN3): +7,20%, a R$ 1,34
  • CSN Mineração (CMIN3): +6,67%, a R$ 7,20
  • Bradespar (BRAP4): +6,45%, a R$ 20,46
A nova parceria da Petrobras (PETR4) na Argentina

A Petrobras (PETR4) e a YPF, que explora produtos de hidrocarbonetos, assinaram um acordo de entendimento para analisar o desenvolvimento conjunto de negócios no segmento de E&P (exploração e produção).

  • Leia mais: Um robô que opera na bolsa de valores teve performance 276% em 9 meses de funcionamento, superior a dos maiores traders do mundo. Clique aqui para ler mais

O acordo tem caráter não vinculante, com um prazo de vigência de três anos.

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Rali do Banco do Brasil (BBAS3): Morgan Stanley vê alta de 64% e cita 5 pontos de otimismo

O investidor que possui Banco do Brasil há alguns anos se acostumou a se deparar com disparadas anuais de mais de 50%. No entanto, até o momento, a ação pouco se movimentou. Em 2024, o papel acumula alta de apenas 0,51%, o que faz parte do mercado questionar se BBAS3 não chegou no seu topo.

Alguns entraves, como a recorrência da entrega dos resultados do Banco Patagônia, na Argentina, e aumento da inadimplência, em especial no agronegócio, levantaram o sinal amarelo. Porém, para o Morgan Stanley o BB ainda possui espaço para retorno (e que retorno).

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Ibovespa sobe 1% e se aproxima da máxima histórica com salto de Vale (VALE3); dólar cai a R$ 5,44

Em um movimento de ‘montanha-russa’, o Ibovespa (IBOV) retomou o fôlego e voltou ao território positivo — e se aproximou das máximas históricas.

Nesta quinta-feira (26), o principal índice da bolsa brasileira subiu 1,08%, aos 133.009,79 pontos.

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**Ibovespa fecha em alta de 1,08%, aos 133.009,78 pontos
Bolsas de Nova York fecham em alta com PIB em linha com esperado; S&P 500 renova recorde de fechamento

Nos Estados Unidos, os investidores reagiram a novos dados econômicos e Wall Street teve mais um dia de recordes.

O PIB da maior economia do mundo expandiu a uma taxa anualizada de 3,0% no segundo trimestre, em linha com as expectativas do mercado.

O crescimento no primeiro trimestre foi revisado para cima, para uma taxa de 1,6%, em relação ao ritmo de 1,4% informado anteriormente.

Além disso, o número de pedidos iniciais de auxílio-desemprego recuou para 218.000 na semana encerrada em 21 de setembro, segundo dados do Departamento do Trabalho do país.

O resultado ficou abaixo da expectativa de economistas consultados pela Reuters, que esperavam um aumento para 225.000, ante 219.000 pedidos revisados para baixo na semana anterior.

Os dados moveram as apostas de um corte de 50 pontos-base pelo Federal Reserve (Fed) em novembro um pouco para baixo, à medida que não mostraram um enfraquecimento adicional do mercado de trabalho.

Os traders agora veem a probabilidade de 52,8% de o Fed cortar os juros em 50 pontos-base, no intervalo de 4,25% a 4,50% ao ano, em novembro, de acordo com a ferramenta de monitoramento do CME Group. Ontem (25), essa probabilidade era de 57,4%.

Para amanhã, o mercado espera a divulgação do Índice de Preços para Despesas com Consumo Pessoal (PCE, na sigla em inglês) de agosto — indicador preferido do Fed para referência de inflação.

Confira o fechamento dos índices de Nova York:

  • S&P 500: +0,40%, aos 5.745,37 pontos — no maior nível de fechamento; 
  • Dow Jones: +0,62%, aos 42.175,11 pontos;
  • Nasdaq: +0,60%, aos 18.190,29 pontos.
**S&P 500 renova maior nível de fechamento
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Dólar perde força e fecha a R$ 5,44 com promessa de novos estímulos na China e dados nos EUA

Em um dia de agenda cheia no Brasil e no exterior, o dólar à vista (USDBRL) perdeu força e seguiu abaixo do nível de R$ 5,50. A promessa de novos estímulos na China, a melhora de projeções para o PIB brasileiro e dados econômicos nos Estados Unidos pressionaram a divisa nesta quinta-feira (26).

Na comparação com o real, a moeda norte-americana encerrou as negociações a R$ 5,4447 (-0,57%)

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**Dólar à vista fecha a R$ 5,4447, com queda de 0,57%
Fitch diz que desempenho econômico do Brasil não reduz incertezas sobre política fiscal

A Fitch Ratings afirmou nesta quinta-feira que a política fiscal atual do Brasil e seus efeitos não estão acompanhando o forte desempenho da economia nacional e que desafios para o governo federal devem persistir e crescer no próximo ano.

A agência de risco destacou que o desempenho fiscal tem sido mais fraco do que o esperado em relação às projeções orçamentárias iniciais para 2024 e que um descompasso entre a política fiscal e o crescimento do Produto Interno Bruto podem afetar a classificação de risco do país, atualmente em “BB”.

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Aneel recorre contra liminar que obriga transferência de distribuidora para Âmbar

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) entrou nesta quinta-feira com recurso contra a decisão judicial que obrigou o regulador a aprovar, em 48 horas, a transferência de controle da distribuidora de energia do Amazonas para a Âmbar, empresa do grupo J&F.

No documento, visto pela Reuters, a Aneel ressalta a complexidade do processo, que envolve custos bilionários para os consumidores de energia elétrica de todo o país, e defende que não existiu “nenhuma paralisação ou retardamento” no andamento do processo de análise da proposta apresentada pela Âmbar para assumir a concessionária amazonense.

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Petrobras (PETR4) vai reabrir poço em Roncador com potencial para 1,7 mi m³/dia de gás natural por

A Petrobras (PETR4) quer reabrir em 2025 um poço no campo de Roncador, na Bacia de Campos, com potencial para produzir 1,7 milhão de metros cúbicos de gás natural por dia, em meio a esforços da companhia para aumentar a oferta do insumo e contribuir com redução de preços, afirmou a presidente Magda Chambriard, nesta quinta-feira (26).

A iniciativa, segundo a executiva, faz parte de um amplo esforço da companhia que busca ampliar a oferta de gás natural nacional, atendendo a uma demanda do governo.

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