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Vale (VALE3) aprova JCP e dividendos de R$ 2,03 por ação e anuncia recompra de até 100 milhões de papéis

30 jul 2026, 18:51
vale vale3
Logotipo da Vale na mina de Brucutu, Brasil, em 4 de fevereiro de 2019. REUTERS/Washington Alves

A Vale (VALE3) aprovou nesta quinta-feira (30) o pagamento de R$ 2,03 por ação em juros sobre capital próprio (JCP) e dividendos aos acionistas. Na mesma reunião, o conselho de administração também autorizou um novo programa de recompra de até 100 milhões de ações ordinárias, reforçando a política de retorno de capital da mineradora.

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A remuneração aprovada será de R$ 2,03072189812 por ação, dos quais R$ 1,568705805 serão pagos na forma de JCP e R$ 0,462016093 como dividendos.

Terão direito ao pagamento os investidores com posição acionária ao fim do pregão de 11 de agosto. As ações passarão a ser negociadas na condição de ex-dividendos a partir de 12 de agosto, enquanto o pagamento será realizado em 2 de setembro. Para os detentores de ADRs, a data de corte será 13 de agosto, com pagamento previsto para 10 de setembro.

A companhia destacou que o valor por ação poderá sofrer um pequeno ajuste até a data de corte devido ao programa de recompra atualmente em andamento, que pode aumentar o número de ações mantidas em tesouraria. Caso isso ocorra, a Vale divulgará um novo aviso aos acionistas.

Além da distribuição de proventos, o conselho aprovou um novo programa de recompra de até 100 milhões de ações ordinárias, o equivalente a cerca de 2,3% dos papéis em circulação. O programa terá duração de 18 meses e começará em 19 de agosto, após o encerramento do plano vigente, por meio do qual a mineradora já recomprou aproximadamente 14 milhões de ações.

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Segundo a Vale, a recompra reflete a confiança da administração nas perspectivas do negócio, a disciplina na alocação de capital e o compromisso com a geração de valor aos acionistas.

A empresa também informou que poderá utilizar instrumentos como Equity Swap, Enhanced Share Repurchase (ESR) e Accelerated Share Repurchase (ASR) para dar maior eficiência à execução do programa, além de afirmar que a operação não comprometerá sua capacidade de honrar obrigações financeiras nem de distribuir dividendos.

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Editor
Jornalista formado pela Unesp, tem passagens pelo InfoMoney, CNN Brasil e Veja. Pautas para vitor.azevedo@moneytimes.com.br
Jornalista formado pela Unesp, tem passagens pelo InfoMoney, CNN Brasil e Veja. Pautas para vitor.azevedo@moneytimes.com.br

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