Wall Street

Wall Street avança com trade de IA e tem ganhos na semana

25 set 2026, 17:12 - atualizado em 25 set 2026, 17:17
Operador na bolsa de Nova York 1º de junho de 2026. REUTERS/Brendan McDermid/Foto de arquivo / USN: KBN3T21FY/ ID: tag:reuters.com,2026:newsml_KBN3T21FY:1
(Imagem: iStock/MF3d)

Os índices de Wall Street encerraram esta sexta-feira (25) em alta, impulsionados pelos ganhos do setor de tecnologia. Além disso, a moderação do petróleo contribuiu para a retomada do apetite a risco.

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Os títulos do Tesouro dos Estados Unidos, os Treasuries, seguiram no radar, após a disparada dos últimos dias, mas entraram no fim da sessão com viés negativo.

Confira o fechamento:

  • Dow Jones: +0,93%, aos 51.828,62 pontos
  • S&P 500: +0,51%, aos 7.743,41 pontos;
  • Nasdaq: +0,48%, aos 27.068,716 pontos.

Com os ganhos do dia, o Dow Jones interrompeu uma sequência de três quedas semanais, com alta de 0,3%. O S&P 500 avançou 1,2%, enquanto o Nasdaq acumulou alta de 2%.

O que impulsionou Wall Street hoje?

A Akamai Technologies foi um dos principais destaques da sessão desta sexta, com alta de 5% após o anúncio de um acordo plurianual com a Anthropic.

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Além disso, outras empresas relevante do segmento apresentaram alta no pregão, como a Meta, que saltou 12% diante da animação do investidores em torno do novo agente de inteligência artificial Muse.

Com isso, o setor de tecnologia da informação do S&P 500 teve alta de aproximadamente 3%, o maior desempenho entre todos os setores do índice.

Também contribuíram para o otimismo do pregão a queda nos preços do petróleo, em meio à expectativa de reabertura do Estreito de Ormuz, após o Irã solicitar aos EUA o retorno ao memorando de entendimento de junho, que não conseguiu pôr fim ao conflito no Oriente Médio.

O contrato mais líquido do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, para novembro fechou em baixa de 2,14%, a US$ 104,32 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.

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Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.
Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.

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