Eleições 2026

Zema ataca política econômica de Lula e diz que PT é ‘inimigo do mais pobre’

11 jun 2026, 17:22 - atualizado em 11 jun 2026, 17:22
O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à presidente Romeu Zema (Foto: Market Makers)

O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência Romeu Zema (Novo) subiu o tom contra o o governo e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao afirmar que o Partido dos Trabalhadores (PT) é o maior inimigo dos mais pobres. Em publicação oficial nesta quarta-feira (10) na rede social X, o político mineiro associou novamente os gastos da gestão Lula ao avanço dos juros altos.

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Candidato à reeleição, Lula lidera as pesquisas de intenção de voto em disputa polarizada com Flávio Bolsonaro (PL), enquanto Zema segue com desempenho modesto sem atingir 5% nos levantamentos.

Na postagem, o pré-candidato do Novo argumentou que a irresponsabilidade fiscal e a falta de controle no orçamento federal “destroem o poder de compra de quem vive no limite, afetando diretamente parcelas de financiamentos, carnês e o custo de vida da população de baixa renda”.

Zema direcionou sua crítica para o efeito prático da macroeconomia no dia a dia do cidadão comum. Segundo o ex-governador, a irresponsabilidade orçamentária de Brasília não fica restrita aos gabinetes, mas se materializa na ponta final do consumo e, segundo ele, encarece o crédito.

O pré-candidato apontou que os juros altos inviabilizam o financiamento de bens essenciais e a conquista da casa própria. Para o político, o cidadão de baixa renda é quem “paga a conta” quando o governo perde o controle das contas públicas.

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Como contraponto à atual gestão federal, o político utilizou sua experiência à frente do Estado de Minas Gerais. Ele defendeu que o equilíbrio das contas e o controle de gastos são os únicos caminhos sustentáveis para gerar o que considera o real bem-estar social.

“Em Minas, a gente provou que existe outro caminho. Contas em ordem, responsabilidade financeira e respeito por quem trabalha”, declarou, sem citar, no entanto, os acordos que postergaram e renegociaram as dívidas do Estado durante seu mandato.

O pré-candidato concluiu sua manifestação cobrando uma postura de respeito ao dinheiro do contribuinte. Para ele, governar exige prever as consequências econômicas antes de expandir as despesas públicas.

*Com supervisão de Gustavo Porto

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Juliana Rodrigues é estudante de jornalismo na Unifatecie. Ela atua como estagiária em um núcleo de conteúdo mantido pelo Money Times, em Brasília (DF), em parceria com outros veículos de informação.
Juliana Rodrigues é estudante de jornalismo na Unifatecie. Ela atua como estagiária em um núcleo de conteúdo mantido pelo Money Times, em Brasília (DF), em parceria com outros veículos de informação.
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