O Itaú BBA cortou o preço-alvo de Bradsaúde (SAUD3) de R$ 20 para o fim de 2026 para R$ 19 no fim de 2027, com potencial de valorização de 28,2% nos atuais níveis. O banco de investimentos manteve a recomendação de compra da ação.
Segundo o BBA, a Bradsaúde acumula queda de 8% desde a divulgação dos resultados do 2T26, com as tendências do tíquete médio e a estratégia de preços cada vez mais competitiva da companhia assumindo papel central no debate dos investidores sobre a sustentabilidade e a qualidade de seu forte crescimento de beneficiários.
“De modo geral, embora os dados recentes de crescimento ajudem a explicar o tíquete médio mais baixo — refletindo mudanças no perfil dos produtos, no acesso à rede e menores reajustes de preços —, não acreditamos que as evidências sejam suficientes para justificar uma revisão para baixo de nossas premissas de margem operacional no curto e médio prazo”, afirma o BBA.