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A estratégia da ‘britânica brasileira’ para dobrar de tamanho nos próximos 5 anos — e seu motor movido a hidrogênio

28 abr 2026, 10:30 - atualizado em 28 abr 2026, 10:31
agrishow jcb
(Foto: Divulgação/JCB)

A JCB, multinacional inglesa e líder global em retroescavadeiras e manipuladores telescópicos, reforçou no primeiro dia da Agrishow seu plano de dobrar de tamanho até 2030.

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O chamado “Plano Visão 2030” considera os investimentos de R$ 500 milhões anunciados pela companhia em 2024. Desse total, R$ 360 milhões serão destinados à modernização da fábrica de Sorocaba (SP), responsável por abastecer toda a América Latina.

Apesar de um cenário mais desafiador para o agronegócio, a JCB registrou crescimento de 13,8% em suas linhas de produtos na comparação anual.

Durante a apresentação, a companhia — de “alma britânica”, fundada em 1945 no pós-Segunda Guerra Mundial — destacou a relevância do Brasil em sua operação. O país responde por 60% dos negócios da empresa na América Latina, à frente de mercados como México, Peru e Argentina.

Em 2025, a JCB iniciou a comercialização, na Europa, de suas primeiras máquinas com motor a combustão movido a hidrogênio.

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“A aposta da JCB não é o elétrico, que, na nossa visão, exige elevada eficiência e infraestrutura de recarga. Acreditamos em equipamentos que utilizam hidrogênio como alternativa ao diesel”, afirmou Adriano Merigli, CEO da JCB América Latina.

A empresa ainda não confirmou quando essas máquinas chegarão ao Brasil, mas a expectativa é apresentá-las ao mercado nacional ao longo de 2026, inicialmente para testes de conceito e sem previsão de início das vendas.

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Repórter
Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu. Atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por pouco mais de 3 anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, ficou entre os 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio.
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Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu. Atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por pouco mais de 3 anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, ficou entre os 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio.
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