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Empresa de Jack Dorsey, ex-CEO do Twitter, detém US$ 2,2 bilhões em Bitcoin (BTC)

28 abr 2026, 11:46 - atualizado em 28 abr 2026, 11:46
ex-CEO do Twitter
(Imagem: Reuters/Mike Segar)

A Block, empresa de tecnologia financeira liderada por Jack Dorsey e responsável pelo Square e Cash App, divulgou que detém 28.355 unidades de Bitcoin (BTC), avaliadas em aproximadamente US$ 2,2 bilhões.

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O anúncio acontece antes da divulgação oficial do balanço da empresa referente ao primeiro trimestre do ano, que acontece em 7 de maio.

As participações incluem 19.357 BTCs (US$ 1,5 bilhão), mantidas em nome de clientes, e 8.997 BTCs (US$ 692,3 milhões), na tesouraria da empresa, segundo o relatório. Auditores independentes confirmaram os dados.

“A população não deveria ter que confiar que seus bitcoins estão lá — deveria poder verificá-los”, afirmou a empresa em sua divulgação.

A Block destacou que qualquer pessoa pode confirmar independentemente suas reservas usando assinaturas on-chain, com ativos “ativamente controlados, não apenas historicamente observados”.

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As reservas corporativas da Block, com pouco menos de 9.000 BTC, representam a 14ª maior posição em Bitcoin entre tesouros corporativos, colocando a empresa logo atrás da Trump Media & Technology Group, de acordo com o site BitcoinTreasuries.net.

Block intensifica prova de reservas de Bitcoin (BTC)

O relatório de prova de reservas tornou-se mais amplamente adotado após o colapso da FTX em novembro de 2022, com grandes exchanges e instituições financeiras adotando cada vez mais a medida de transparência como forma de reconstruir a confiança no setor.

Nem todos os defensores do Bitcoin apoiam a prática. Em maio de 2025, Michael Saylor, presidente executivo da Strategy, a maior detentora corporativa de Bitcoin, criticou os modelos atuais de prova de reservas.

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Ele sugeriu que publicar endereços de carteiras é “como divulgar o endereço, as contas bancárias e os números de telefone de todos os seus filhos, e achar que isso torna sua família mais segura”, observando que isso expõe todas as transações passadas e futuras desses endereços.

“Na verdade, isso reduz a segurança do emissor, dos custodiante, das exchanges e dos investidores. Não é uma boa ideia — é uma má ideia”, disse Saylor na ocasião, acrescentando que “é uma prova de ativos insegura e não é uma prova de passivos”.

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É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.
É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.
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