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Americanas (AMER3) contesta cifra de R$ 54 bilhões atribuída à PF e reafirma valor de R$ 25,3 bilhões

01 jul 2026, 11:04 - atualizado em 01 jul 2026, 11:04
Mulher caminha em frente a loja das Lojas Americanas em Brasília 27 de junho de 2024 REUTERS/Adriano Machado

A Americanas (AMER3) afirmou à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) que desconhece como a Polícia Federal teria chegado ao montante de R$ 54 bilhões em fraudes contábeis citado em reportagem do Valor Econômico e reiterou que o valor reconhecido pela companhia permanece em R$ 25,3 bilhões.

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A manifestação foi enviada em resposta a um pedido de esclarecimentos sobre a publicação, que apontou uma diferença de quase R$ 29 bilhões entre o valor informado pela varejista em seus balanços e os números que teriam sido apontados pela perícia da Polícia Federal.

De acordo com Sebastien Durchon, diretor financeiro e de relações com investidores: “a Americanas não é investigada e não tem acesso ao referido inquérito”, que está sob sigilo. Ele afirma que a empresa não tem acesso aos autos da investigação e, portanto, não sabe como esse valor foi calculado, quais critérios foram usados nem exatamente o que ele representa.

“A Companhia entende que os valores relativos aos lançamentos indevidos e às fraudes contábeis detectadas, no montante de R$ 25,3 bilhões, foram previamente divulgados ao mercado em suas demonstrações financeiras auditadas por auditor independente, estando adequadamente refletidos”, informou.

A empresa acrescentou que não tem conhecimento de desdobramentos da fraude ou de outros fatores que possam alterar os valores já divulgados ao mercado.

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*Com supervisão de Kaype Abreu

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Repórter estagiária no Money Times e jornalista em formação pela Universidade de São Paulo, com passagem pela Sapienza Università di Roma. Antes, trabalhou no UOL, no Terra e no Laboratório Agência de Comunicação da ECA-USP.
Repórter estagiária no Money Times e jornalista em formação pela Universidade de São Paulo, com passagem pela Sapienza Università di Roma. Antes, trabalhou no UOL, no Terra e no Laboratório Agência de Comunicação da ECA-USP.
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