Bitcoin (BTC) começa semana em alta, de olho na inflação dos EUA e nos desdobramentos da guerra; veja preços das criptomoedas nesta segunda-feira (6)
O bitcoin (BTC) é negociado na casa dos US$ 69 mil na manhã desta segunda-feira (6), com uma alta da ordem de mais de 4% nas primeiras horas do dia.
O mercado global de criptomoedas avança pela manhã, tentando reverter as perdas da semana passada e de olho na agenda de indicadores dos próximos dias. Além disso, a guerra no Oriente Médio continua pressionando os ativos de risco mundo afora.
No mercado tradicional, as bolsas asiáticas fecharam em alta. Na Europa, as bolsas operam com viés de baixa, enquanto o pré-mercado em Nova York aponta para uma abertura sem direção definida.
Veja o desempenho das dez maiores criptomoedas do mundo hoje:
| # | Ativo | Preço | 24h | 7d | YTD |
| 1 | Bitcoin (BTC) | US$ 69.904,07 | 4,19% | 3,80% | 20,12% |
| 2 | Ethereum (ETH) | US$ 2.156,19 | 5,22% | 5,19% | 27,33% |
| 3 | Tether (USDT) | US$ 0,9998 | 0,02% | 0,06% | 0,14% |
| 4 | XRP (XRP) | US$ 1,35 | 4,09% | 0,63% | 26,39% |
| 5 | BNB (BNB) | US$ 607,23 | 2,31% | 1,52% | 29,66% |
| 6 | USDC (USDC) | US$ 0,9998 | 0,00% | 0,00% | 0,01% |
| 7 | Solana (SOL) | US$ 82,75 | 3,47% | 1,41% | 33,52% |
| 8 | TRON (TRX) | US$ 0,3170 | 0,16% | 1,91% | 11,54% |
| 9 | Dogecoin (DOGE) | US$ 0,09323 | 3,13% | 0,76% | 20,51% |
| 10 | Hyperliquid (HYPE) | US$ 37,44 | 4,45% | 1,44% | 47,24% |
Bitcoin (BTC): O que esperar da semana
Os investidores começam a semana digerindo mais um possível blefe do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, envolvendo o fim da guerra contra o Irã. As expectativas envolvendo o encerramento do conflito colocaram ativos de risco, como bolsas e criptomoedas, em um estado de alta sensibilidade ao noticiário.
Além disso, o feriado da semana passada reduziu ainda mais a liquidez dos mercados, o que tende a ampliar ainda mais a volatilidade.
Para a semana, os investidores aguardam a publicação dos números de inflação dos Estados Unidos, medidos pelo PCE, o índice favorito do Federal Reserve (Fed, o Banco Central norte-americano) para balizar a decisão sobre juros por lá.