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Bitcoin (BTC) sobe e atinge os US$ 64 mil com otimismo do setor de tecnologia; veja preços das criptomoedas nesta sexta (10)

10 jul 2026, 7:51 - atualizado em 10 jul 2026, 8:00
Bitcoin (BTC) em disparada de preços (Imagem: ChatGPT)
Bitcoin (BTC) em disparada de preços (Imagem: ChatGPT)

O bitcoin (BTC) avança mais de 2% nas primeiras horas desta sexta-feira (10), recuperando o patamar de US$ 64 mil nas últimas 24h.

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O mercado global de criptomoedas avança hoje, com expectativas envolvendo a estreia bilionária da SK Hynix, a fabricante sul-coreana de chips e concorrente da Nvidia (NVDA), na bolsa dos Estados Unidos.

No mercado tradicional, as bolsas asiáticas fecharam mistas, impulsionadas pelas ações de tecnologia, mas de olho nos conflitos no Oriente Médio. O mercado europeu opera em alta, enquanto os futuros de Nova York seguem sem direção definida nesta manhã.

Veja o desempenho das dez maiores criptomoedas do mundo hoje:

#Criptomoeda (Ticker)Preço24h7dYTD
1Bitcoin (BTC)US$ 64.359,482,42%4,21%26,46%
2Ethereum (ETH)US$ 1.796,872,61%3,46%39,44%
3Tether (USDT)US$ 0,99920,02%0,04%0,07%
4BNB (BNB)US$ 575,991,00%2,19%33,28%
5USDC (USDC)US$ 0,99980,01%0,01%0,02%
6XRP (XRP)US$ 1,112,02%1,06%39,40%
7Solana (SOL)US$ 79,401,85%2,17%36,21%
8TRON (TRX)US$ 0,32980,38%3,14%16,04%
9Hyperliquid (HYPE)US$ 68,952,18%0,40%171,16%
10Dogecoin (DOGE)US$ 0,074402,58%0,92%36,57%
Fonte: Coin Market Cap.

Bitcoin (BTC) e o setor de tecnologia

Vale relembrar que os investidores encaram o mercado de criptomoedas da mesma maneira que olham para o setor de tecnologia. Por isso, ainda que sem uma correlação direta, o otimismo de um tende a afetar o outro.

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A companhia tem se beneficiado do impulso da inteligência artificial (IA) e a demanda por chips e semicondutores de ponta. Com isso, a sul-coreana levantou US$ 26,5 bilhões em sua oferta de ações nos Estados Unidos, com os papéis precificados a US$ 149 cada.

A estreia da SK Hynix é vista como um importante teste para medir a confiança dos investidores na continuidade do boom da inteligência artificial, em um momento em que as ações do setor de semicondutores passam por um período de correção após a forte valorização dos últimos meses.

A semana das criptomoedas

Os últimos dias foram marcados por uma combinação de otimismo com o cenário macroeconômico dos Estados Unidos, volatilidade gerada pelas tensões geopolíticas entre EUA e Irã e uma posterior recuperação dos preços.

A semana começou com o bitcoin recuperando a região dos US$ 62 mil após a divulgação do payroll americano na sexta-feira passada. O relatório de emprego veio mais fraco do que o esperado, levando os investidores a recalibrar as expectativas para a política monetária dos EUA. A possibilidade de juros menos pressionados favoreceu os ativos de risco, incluindo as criptomoedas.

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O movimento positivo ganhou força e o bitcoin avançou para a faixa de US$ 63 mil. O mercado continuou reagindo à relativa melhora do ambiente macroeconômico e à ausência de notícias negativas relevantes.

Ao mesmo tempo, investidores passaram a monitorar uma mudança na comunicação do Federal Reserve, que indicou uma menor dependência do chamado forward guidance, a sinalização do futuro da política monetária dos EUA.

Na sequência, a escalada do conflito entre Estados Unidos e Irã, após novos ataques e ameaças envolvendo o Estreito de Ormuz, provocou forte aversão ao risco nos mercados globais.

O temor de impactos sobre o comércio internacional e sobre os preços do petróleo levou investidores a reduzir exposição a ativos mais arriscados. Nesse contexto, o bitcoin voltou a cair para a região de US$ 62 mil.

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É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.
É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.
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