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Bradesco BBI vê potencial de mais de 63% para top pick do setor de educação; confira

18 set 2026, 11:15
yduqs cogna
(Imagem: Getty Images Pro)

O Bradesco BBI elevou o preço-alvo de Yduqs (YDUQ3) para R$ 17 ao final de 2027, o que implica um potencial de valorização de 63,3% em relação ao fechamento anterior (17).

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A nova precificação, segundo o BBI, reflete a combinação de um valuation atrativo e possibilidade de sinergias com a Afya mais adiante, o que resultou na elevação das estimativas de resultados e geração de caixa da companhia.

De acordo com o banco, a projeção de lucro líquido ajustado para 2027 subiu 4%, para R$ 442 milhões, e a geração de caixa estimada saltou 12%, para R$ 426 milhões, impulsionados por menores despesas financeiras, menor alíquota de imposto e melhorias no capital de giro.

“Operacionalmente, espera-se uma aceleração no crescimento da receita no segundo semestre de 2026, atingindo 3,7% em base anual”, complementa o banco de investimentos.

Por volta das 10h40 (horário de Brasília), YDUQ3 recuava 2,11% (R$ 10,19).



M&A com a Afya

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Outro ponto destacado pelo BBI é o potencial de alta de 21% para os papéis da Yduqs com um eventual acordo de fusão e aquisição (M&A) com a Afya, considerando apenas a troca de ações.

Pelas estimativas do BBI, avaliando as vagas de medicina de ambas e aplicando um múltiplo de 4,0 vezes o valor de fima em relação ao lucro operacional (EV/Ebitda) para as operações não médicas, a Yduqs passaria a deter 36% da nova companhia combinada.

Com isso, o BBI reitera a recomendação de compra para o papel e tem a YDUQ3 como sua top pick do setor educacional.

“A tese é sustentada por um valuation bastante atrativo (5,9 vezes o preço em relação ao lucro (P/L) projetado para 2027, 17% abaixo da média histórica), bom momento de resultados esperado para o segundo semestre e o forte potencial catalisador de um M&A com a Afya”, afirma.

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Desde agosto, a Afya e a Yduqs estão em tratativas para uma eventual fusão de negócios. Caso avance, o negócio pode criar um dos maiores grupos privados de educação do país e ampliar a consolidação do setor de ensino superior.

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Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.
Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.

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