Radar do mercado

Casas Bahia (BHIA3), JBS (JBSS32), Cosan (CSAN3) e outros destaques desta quarta (19)

19 ago 2026, 9:46
Casas Bahia BHIA3
(Imagem: Divulgação/ Casas Bahia)

As negociações da recuperação judicial do Grupo Casas Bahia (BHIA3), a proposta de troca de ações da JBS (JBSS32) e a saída da Cosan (CSAN3) da Bolsa de Valores de Nova York (NYSE) são alguns dos destaques corporativos desta quarta-feira (19).

Confira o Radar do Mercado

Casas Bahia (BHIA3) afirma que negocia e busca alternativas para sua situação financeira

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O Grupo Casas Bahia (BHIA3) informou que mantém negociações com diversos agentes do mercado para buscar alternativas para sua situação financeira, mas que, até o momento, não há definição sobre eventual operação de obtenção de recursos, incluindo financiamentos. A afirmação é uma resposta a questionamento da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) sobre notícia publicada na imprensa sobre negociação de um DIP (debtor-in-possession financing) de até R$ 1 bilhão.

“No entanto, ainda não há quaisquer definições relacionadas a eventual operação dessa natureza, seja de tamanho, prazo ou contraparte, razão pela qual inexiste informação a ser divulgada no atual momento”, afirma. Saiba mais

JBS (JBSS32) propõe troca de ações para assumir controle total da Pilgrim’s Pride e mira simplificação da estrutura do grupo

A JBS (JBSS32) anunciou uma proposta não vinculante para comprar a totalidade das ações ordinárias em circulação da norte-americana Pilgrim’s Pride que ainda não possui, segundo comunicados ao mercado. A operação prevê a troca de 2,086 ações ordinárias Classe A da JBS por cada ação ordinária da Pilgrim’s Pride.

A companhia brasileira já controla cerca de 82% das ações da Pilgrim’s Pride, direta ou indiretamente. A proposta, portanto, busca incorporar os acionistas minoritários da empresa norte-americana e retirar suas ações de circulação na Nasdaq. Saiba mais

Cosan (CSAN3) avança para dar adeus à Bolsa de Nova York e já tem data para o último pregão

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A Cosan (CSAN3) notificou formalmente a Bolsa de Valores de Nova York (NYSE) sobre sua intenção de deslistar voluntariamente suas American Depositary Shares (ADSs) negociadas no mercado norte-americano.

O movimento dá continuidade ao fato relevante divulgado em 14 de agosto, quando o conselho de administração da companhia aprovou a saída da NYSE. Cada ADS da Cosan, representada por American Depositary Receipts (ADRs), equivale a quatro ações ordinárias da companhia. Saiba mais

Brava Energia (BRAV3): Goldman Sachs e Bradesco mexem em posição na petrolífera; veja mudança

A Brava Energia (BRAV3) divulgou dois comunicados informando sobre mudanças na participação dos acionistas Goldman Sachs e Bradesco.

No caso do Bradesco, o banco elevou a participação na petrolífera de 5,99% para 12,18%% do capital social, passando a deter 56.598.799 ações ordinárias. O aumento de participação decorre da devolução dos papéis após o vencimento de operações de empréstimo de ações (aluguel de ações), na qualidade de doador. Saiba mais

BrasilAgro (AGRO3) está ‘sempre pronta’ para compra imperdível — e não conta com fazenda ‘not for sale’

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Para uma empresa que ganha dinheiro comprando, desenvolvendo e negociando propriedades rurais, não há ativos intocáveis nem oportunidades excepcionais que possam ser ignoradas.

É assim que a BrasilAgro (AGRO3) encara seu portfólio. Em entrevista ao Money Times, o CEO André Guillaumon afirmou que a companhia está preparada para agir dos dois lados do mercado sempre que os preços forem atraentes. Saiba mais

Grupo Multi (MLAS3) anuncia provisão de R$ 20 milhões para perdas com Casas Bahia

O Grupo Multi (MLAS3) anunciou uma provisão de cerca de R$ 20 milhões para perdas com recebíveis do Grupo Casas Bahia, a que se juntam outros R$ 11 milhões já anteriormente provisionados. Em comunicado ao mercado, o Grupo Multi justificou esta medida em razão do pedido de recuperação judicial apresentado pelo Grupo Casas Bahia na segunda-feira. Saiba mais

Ainda sem acordo sobre preço, venda da CSN Cimentos segue indefinida

A venda da unidade de cimento da CSN (CSNA3) continua indefinida, com divergências em relação ao valor final do negócio, disseram à Reuters duas fontes familiarizadas com o assunto.

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Este mês, a CSN confirmou em comunicado ao mercado que havia recebido propostas pela unidade, sem nomear os proponentes. A Reuters tinha noticiado anteriormente que as favoritas incluíam a chinesa Huaxin e um consórcio formado pela brasileira Votorantim e pela italiana Cementir. Saiba mais

LWSA (LWSA3) atualiza valor de dividendos; confira

A LWSA (LWSA3), em comunicado ao mercado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), informa que, em razão da alteração na quantidade de ações mantidas em tesouraria, a quantidade de ações com direito ao recebimento de dividendos passou a ser de R$ 548 milhões ações ordinárias.

Com isso, o valor do dividendo anunciado na última quinta-feira (13) por ação passou de R$ 0,04254682 para R$ 0,042695668 por ação ordinária, já excluídas as ações mantidas em tesouraria. Saiba mais

Ações disparam mais de 600%: Unitree estreia na bolsa com robôs humanoides e vai na contramão da queda na Ásia

As ações da Unitree, uma das maiores fabricantes de robôs humanoides da China, dispararam até 629% na estreia na Bolsa de Valores de Xangai, nesta quarta-feira (19). A companhia informou que os recursos obtidos com a oferta pública inicial (IPO) serão destinados à pesquisa e ao desenvolvimento de robôs avançados e à expansão da produção.

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A empresa captou cerca de 6,1 bilhões de yuans (US$ 904 milhões) no mercado STAR, equivalente à Nasdaq. As ações foram precificadas em 150,80 yuans (US$ 22,36) cada. Saiba mais

*Com informações da Reuters e Estadão Conteúdo

*Com supervisão de Juliana Américo

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Repórter estagiária no Money Times e jornalista em formação pela Universidade de São Paulo, com passagem pela Sapienza Università di Roma. Antes, trabalhou no UOL, no Terra e no Laboratório Agência de Comunicação da ECA-USP.
Repórter estagiária no Money Times e jornalista em formação pela Universidade de São Paulo, com passagem pela Sapienza Università di Roma. Antes, trabalhou no UOL, no Terra e no Laboratório Agência de Comunicação da ECA-USP.

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