Política

Com “trapalhadas”, governo perde força nas negociações da Previdência, diz Estadão

03 jan 2018, 11:45 - atualizado em 03 jan 2018, 11:45

Investing.com – Em meio ao recesso parlamentar, a visão de aliados do governo é que as negociações para a aprovação da Reforma da Previdência perderam força nas últimas semanas. De acordo com a colunista do Estado de S. Paulo, Vera Magalhães, o motivo seriam as trabalhadas políticas do governo nas últimas semanas.

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O primeiro ponto de desgaste foi a declaração do ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, no sentido de que a liberação de recursos e financiamentos aos estados estaria condicionada ao apoio dos governadores à reforma. A fala de Marun causou revolta principalmente entre os governadores do Nordeste.

Além disso, a dificuldade de substituição no Ministério do Trabalho foi aponta como obstáculo adicional – e desnecessário – para o fechamento dos 308 votos necessários para votar a reforma na Câmara.

Outra questão é que a equipe econômica e o governo estão resistindo a conceder mudanças no texto da proposta que será votada na Câmara no dia 19 de janeiro. A visão é que qualquer alteração pode fazer com que a redução de gastos seja muito abaixo da esperada.

A colunista aponta que está engavetada a ideia de estender o período pelo qual servidores que ingressaram até 2003 pudessem manter por mais tempo a integralidade da aposentadoria e a paridade com funcionários da ativa.

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Com isso, a ordem no Planalto é refazer os cálculos diariamente a partir desta semana e chegar ao início de fevereiro com uma avaliação sobre se será possível manter a votação para o dia 19.

Por Investing.com

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