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CSN (CSNA3) dispara 7% e lidera Ibovespa com investidores de olho em um fator; veja

01 set 2026, 16:03
csn 4t24
(Imagem: CSN/Divulgação)

A CSN (CSNA3) lidera as altas do Ibovespa (IBOV) nesta terça-feira (1º) com as negociações de venda pea CSN Cimentos no radar dos investidores.

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Segundo reportou a Coluna do Broadcast, no jornal O Estado de S. Paulo, a CSN, de Benjamin Steinbruch, escolhe esta semana para quem dará exclusividade na compra do braço de cimentos da companhia. A disputa envolve a chinesa Huaxin e o Grupo Votorantim, em conjunto com a italiana Cimentir.

Steinbruch mirava até R$ 15 bilhões com a operação de venda, mas o negócio é avaliado em cerca de R$ 12 bilhões.

Por volta das 15h32 (horário de Brasília), a ação saltava 7,14% (R$ 5,70). No mesmo horário, o Ibovespa tinha ganho de 1,70%, aos 180.440,21 pontos.



O que os investidores olham na venda

Na avaliação do sócio da Fatorial Investimentos, Fábio Lemos, a alta da CSNA3 hoje tem como um dos principais vetores a venda da CSN Cimentos.

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Ele lembra que a companhia encerrou o segundo trimestre de 2026 (2T26) com uma dívida líquida próxima de R$ 40,5 bilhões, e uma operação na faixa de R$ 10 bilhões a R$ 12 bilhões teria dimensão relevante frente a esse passivo.

“Mais importante do que simplesmente vender um ativo é o destino dos recursos”, considera Lemos. “Se uma parcela relevante for usada para reduzir a dívida, a operação ataca diretamente um dos principais descontos da CSN: alavancagem elevada, despesa financeira e custo de capital.”

Além disso, Lemos observa que a escolha de um comprador para exclusividade também reduz o risco de execução e ajuda a explicar CSNA3 subindo mais do que CSN Mineração no pregão de hoje. A divisão de mineração avançava 3,35%, a R$ 36,36.

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Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.
Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.

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