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DUX Games lança token próprio pela Bit2Me; conheça o DUX token

14 maio 2022, 18:00 - atualizado em 14 maio 2022, 21:14
dux token guilda
Lançamento está sendo feito pela corretora cripto espanhola Bit2Me, recém chegada no Brasil. (Imagem: Unsplash)

A Dux lançou na última semana o token que pretende fortalecer a maior guilda da América Latina criada pela startup brasileira de tecnologia da web 3.0.

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Apesar do derretimento do mercado, o pior desde 2020, o token conseguiu bater a meta estipulada para a fase 1 do lançamento, superando em termos de arrecadamento projetos maiores como o YGG SEA, desenvolvido pela guilda YGG.

A Dux cresceu no último ano, após a implementação da tecnologia de games “play-to-earn” and scholarships, conseguindo investimento da Old Fashion Research e da  líder global em games Animoca Brands para ampliação e desenvolvimento de tecnologias de jogos e experiências de Metaverso na web 3.0.

O IEO, ou oferta inicial do token, foi feito pela corretora cripto espanhola Bit2Me nesta terça-feira (10), e a venda pelo mercado secundário deverá ocorrer nos próximos meses, dependendo da avaliação de recuperação do mercado.

Atualmente, quem participou da oferta inicial e adquiriu DUX pode travá-lo na corretora Bit2Me e receber um APY (rendimento ao ano) de 100% em tokens DUX. Além de receber uma série de vantagens como suporte especializado, ferramentas de monitoramento do projeto e transparência, bem como um NFT exclusivo desenvolvido pelo artista Lucas Dutra, conhecido pelo projeto “askulladay” no Instagram.

O que são scholarships?

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Scholarships são um modelo em que os proprietários dos NFTs emprestam para os jogadores que, naquele momento, não possuem poder aquisitivo suficiente para fazer o aporte inicial necessário para entrar em um jogo e recebem uma porcentagem dos ganhos dos jogadores em troca da do serviço.

Qual será a utilidade do DUX token?

Conforme o fundador e CEO da DUX, Luiz Octavio, disse em entrevista para o Cointelegraph Brasil, o token da startup vai oferecer aos seus detentores participação em decisões de governança da Dux.

Outra funcionalidade também será de conectar toda a comunidade, incluindo jogadores, investidores e pesquisadores em torno de ferramentas de gestão de scholarships, tesouraria e patrimônio digital.

Todo o ecossistema do Dux Token oferecerá aos holders produtos de corretora, como a conversões de moedas fiduciárias para criptoativos, swaps – trocas – de ativos digitais, além de funcionar como meio de pagamento e disponibilizar recursos de finanças descentralizadas, como staking e yield farming.

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O DUX também oferecerá os serviços de launchpad e incubadora de novos projetos, promovendo a descentralização da captação de recursos, conforme informado pela empresa.

Os detentores do token terão acesso a relatórios sobre o ecossistema GameFi produzidos pela equipe de pesquisa da DUX.

E poderão vivenciar experiências exclusivas no metaverso nos espaços virtuais da Dux nas plataformas Decentraland (MANA) e The Sandbox (SAND).

Guildas na Web 3.0

Conforme conta a equipe da Dux ao Crypto Times, o desenvolvimento de tecnologias para implementação da web 3.0, é um fenômeno que tornou-se viável com o advento do Bitcoin (BTC) em 2008.

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Desde então, houve o surgimento de novas redes como a Ethereum (ETH) que facilitam os protocolos para criação de tokens, os Smart Contracts (contratos inteligentes) que garantem o fechamento de acordos entre partes que não se conhecem, além de NFTs (Non-fungible Tokens) que atestam exclusividade e propriedade de um ativo. 

Toda essa evolução foi ao encontro da tecnologia de games, que atualmente utiliza os produtos da web 3.0 para garantir que um avatar pertença somente a um determinado player e a exclusividade de skins e equipamentos.

Tokens in-game são uma realidade e podem ser adquiridos e trocados para tokens de governança do jogo que também pode ser comercializado e trocado por moedas fiduciárias como dólar e real. 

A tecnologia da web 3.0 facilitou o potencial de desenvolvimento econômico que já existia dentro do mundo de games, e favoreceu as interações e remunerações dos players nas partidas, dando início aos games play-to-earn (jogar para ganhar $$$).

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O jogo Axie Infinity foi pioneiro nesse cenário, e várias guildas foram criadas em diversos países, como nas Filipinas, em que grande parte da população mais carente utiliza o jogo como fonte principal de renda.

No Brasil não foi diferente, várias guildas de jogos play-to-earn foram criadas e fomentam a economia do país atualmente.

Por fim, é extremamente necessário enfatizar que as lideranças do mundo virtual afetam a sociedade diretamente e podem ser úteis quando uma tarefa é realizada através de plataformas online, sendo tão inspiradoras quanto lideranças da vida real.

Portanto, as guildas nos mostram que são um ambiente propício para troca de conhecimento e procura de informação em que se baseia em um modelo de estrutura hierárquica.

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Repórter do Crypto Times
Jornalista formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Repórter do Crypto Times, e autor do livro "2020: O Ano que Não Aconteceu". Escreve sobre criptoativos, tokenização, Web3 e blockchain, além de matérias na editoria de tecnologia, como inteligência artificial, Real Digital e temas semelhantes. Já cobriu eventos como Consensus, LabitConf, Criptorama e Satsconference.
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Jornalista formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Repórter do Crypto Times, e autor do livro "2020: O Ano que Não Aconteceu". Escreve sobre criptoativos, tokenização, Web3 e blockchain, além de matérias na editoria de tecnologia, como inteligência artificial, Real Digital e temas semelhantes. Já cobriu eventos como Consensus, LabitConf, Criptorama e Satsconference.
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