Relatório Focus

Economistas veem Selic e inflação mais altas em 2026; veja o Focus desta segunda-feira (18)

18 maio 2026, 8:39 - atualizado em 18 maio 2026, 8:39
banco central - selic
(Imagem: REUTERS/Adriano Machado)

Os economistas ouvidos pelo Banco Central (BC) ajustaram as projeções para a inflação pela décima vez consecutiva, segundo o Boletim Focus divulgado na manhã desta segunda-feira (18).

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As expectativas para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2026 aumentaram de 4,91% para 4,92%, fora da faixa de tolerância da meta para a inflação definida pelo BC. Para 2027 e 2029, as estimativas permaneceram em 4% e 3,50%, respectivamente. Para 2028, a projeção subiu para 3,65%.

Já as previsões para a taxa básica de juros, a Selic, subiram de 13% para 13,25% neste ano enquanto para 2027, 2028 e 2029 se mantiveram em 11,25%, 10% e 10%, respectivamente.

A aposta para o câmbio, por sua vez, aponta um dólar cotado a R$ 5,20 ao fim deste ano. Já para 2027 e 2028 as cotações recuaram para R$ 5,27 e R$ 5,34, respectivamente. Para 2029 foi mantido em R$ 5,40.

O mercado espera que o Produto Interno Bruto (PIB) permaneça em 1,85% em 2026. Em 2027 aumentou para 1,77%; 2028 e 2029 as projeções foram mantidas em 2% e 2%, respectivamente.

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Confira as projeções do Relatório Focus desta segunda-feira (18)

Inflação (IPCA)
2026: de 4,91% para 4,92%
2027: permanece em 4,00%
2028: de 3,64% para 3,65%
2029: permanece em 3,50%

PIB
2026: permanece em 1,85%
2027: de 1,76% para 1,77%
2028: permanece em 2%
2029: permanece em 2%

Selic
2026: de 13% para 13,25%
2027: permanece em 11,25%
2028: permanece em 10%
2029: permanece em 10%

Dólar
2026: permanece em R$ 5,20
2027: de R$ 5,30 para R$ 5,27
2028: de R$ 5,35 para R$ 5,34
2029: permanece em R$ 5,40

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Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e pós-graduanda em Economia, Finanças e Banking pela USP Esalq. Atua desde 2023 na redação do Money Times e, atualmente, cobre Macroeconomia.
Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e pós-graduanda em Economia, Finanças e Banking pela USP Esalq. Atua desde 2023 na redação do Money Times e, atualmente, cobre Macroeconomia.
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