Tempo Real

Tempo real: Ibovespa inicia semana com IBC-Br no radar

17 ago 2026, 6:00
ibovespa-acoes
Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O Ibovespa (IBOV) começa a semana acompanhando uma bateria de indicadores de atividade na China e no Japão, além da divulgação do IGP-10, do Relatório Focus e do IBC-Br no Brasil.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Destaques:

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados em tempo real:



Crescimento do Japão no 2º trimestre fica abaixo do esperado por queda nos gastos e investimentos

A economia do Japão desacelerou no segundo trimestre e ficou aquém das previsões do mercado devido à fraqueza nos gastos das famílias e das empresas, destacando a fragilidade de sua recuperação, enquanto a guerra no Oriente Médio afeta as perspectivas.

No entanto, os rendimentos dos títulos de longo prazo atingiram o maior nível em três décadas, já que os investidores deixaram de lado os dados fracos, considerando-os reflexo de fatores pontuais, e se concentraram mais nos crescentes riscos inflacionários que podem levar o Banco do Japão a aumentar a taxa de juros no próximo mês.

O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 1,1% em termos anualizados, segundo dados do governo divulgados nesta segunda-feira, ficando abaixo da estimativa mediana de 2,0% em uma pesquisa da Reuters e abaixo da expansão revisada de 1,9% no trimestre anterior.

Embora os dados tenham revelado algumas fraquezas temporárias na demanda, analistas afirmam que o ímpeto subjacente robusto e as pressões persistentes sobre os preços provavelmente manterão intactos os argumentos a favor de aumentos iminentes da taxa de juros.

“Os dados do PIB de hoje foram um pouco fracos, mas é provável que a economia continue se recuperando moderadamente”, disse Naoki Hattori, economista-chefe para o Japão do Instituto de Pesquisa Mizuho. “Dados os riscos de a inflação subjacente ultrapassar a meta, é provável que o Banco do Japão prossiga com um aumento dos juros no próximo mês.”

Fontes informaram à Reuters que o Banco do Japão deve elevar os juros já em setembro e está considerando aumentos mais agressivos a partir de então para evitar ficar atrás da curva em relação à inflação.

O consumo privado foi a maior decepção nos dados do PIB, caindo 0,02% contra expectativa de aumento de 0,5%, a primeira queda em oito trimestres.

Analistas afirmaram que a fraqueza se deveu, em parte, à redução das mensalidades escolares pagas pelas famílias graças a subsídios, o que pressionou para baixo o consumo privado geral, mas elevou os gastos do governo.

Os gastos de capital, um dos principais motores da demanda privada, caíram 1,2% no segundo trimestre, contrariando as previsões de um aumento de 0,4%. No entanto, os gastos de capital, assim como o PIB preliminar geral, tendem a ser revisados para cima com a divulgação de números atualizados.

As exportações mantiveram-se resilientes graças à sólida demanda dos EUA por veículos híbridos japoneses e ao investimento global sustentado em inteligência artificial, que impulsionou as remessas de equipamentos e componentes relacionados a chips.

A demanda externa líquida, ou seja, exportações menos importações, contribuiu com 0,5 ponto percentual para o crescimento, em grande parte porque as importações caíram acentuadamente após interrupções temporárias nos embarques de petróleo bruto pelo Estreito de Ormuz.

“Não creio que o Banco do Japão esteja muito preocupado com os dados do PIB divulgados hoje, já que a economia está demonstrando notável resiliência diante dos ventos contrários decorrentes da guerra no Irã”, afirmou Yoshiki Shinke, economista executivo sênior do Instituto de Pesquisa Daiichi Life.

O governo manteve sua visão otimista sobre a economia.

“A economia continua em uma trajetória de recuperação moderada, com o crescimento impulsionado pelas exportações compensando a fraqueza da demanda interna”, afirmou o ministro da Economia, Minoru Kiuchi, em comunicado.

Bolsas da Europa operam estáveis, de olho em petróleo e perspectiva de juros nos EUA

As bolsas europeias operam perto da estabilidade na manhã desta segunda-feira, enquanto investidores monitoram o comportamento do petróleo em meio à continuidade do impasse entre EUA e Irã e avaliam as chances de futuras altas de juros nos EUA.

Por volta das 6h30 (de Brasília), o índice pan-europeu Stoxx 600 tinha alta marginal de 0,06%, a 658,28 pontos.

Com uma forte temporada de balanços na Europa praticamente concluída, os investidores voltaram a concentrar a atenção nos desdobramentos geopolíticos e macroeconômicos, em busca do próximo catalisador para os mercados.

O petróleo chegou a recuar de madrugada, mas passou a ensaiar recuperação pela manhã em meio à incerteza em torno do conflito entre EUA e Irã, depois que o prazo para um acordo de paz expirou sem que fossem anunciados os próximos passos. Há pouco, o Brent subia 1%.

Já o setor minerador europeu avançava 1% no horário acima, impulsionado pelo desempenho positivo do ouro e do cobre. O metal precioso é sustentado pela redução na expectativa de que o Federal Reserve (Fed) possa elevar juros até o fim do ano, após uma sequência de dados fracos nos EUA. A volatilidade do petróleo, porém, continua sendo uma ameaça para as perspectivas de inflação.

Na quarta-feira, o Fed divulga a ata de sua última reunião de política monetária, quando manteve os juros inalterados.

Às 6h45 (de Brasília), a Bolsa de Londres subia 0,08%, enquanto a de Paris caia 0,12% e a de Frankfurt recuava 0,03%. No mesmo horário, Milão avançava 0,37%, Madri cedia 0,23% e Lisboa perdia 0,17%.

João Campos e Raquel Lyra empatam em todos cenários em Pernambuco, mostra Real Time Big Data; Lula lidera com folga

Pesquisa RealTime Big Data para o governo de Pernambuco divulgada nesta segunda-feira (17) aponta um equilíbrio com empate em todos os cenários entre o ex-prefeito de Recife João Campos (PSB) e a governadora, Raquel Lyra (PSD). Na pesquisa espontânea, ambos têm 21%, na de primeiro turno os dois têm 43% e, em um eventual segundo turno, cada um tem 44%.

Ainda no cenário de primeiro turno, Campos e Raquel Lyra são seguidos por Renan Hallais (Missão), com 3%, e por Ivan Moraes (PSOL), com 2%. Brancos e nulos somaram 4%, mesmo porcentual dos que não souberam ou não responderam. Outros candidatos somaram 1%.

Leia mais.

Lula e Flávio Bolsonaro mantêm empate técnico no segundo turno, aponta pesquisa BTG Pactual/Nexus

Na décima rodada da pesquisa BTG Pactual/Nexus para a eleição presidencial 2026, divulgada nesta segunda-feira (17), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) obteve 47% e Flávio Bolsonaro (PL-RJ) 44% das intenções de voto em um eventual segundo turno. Os dois mativeram os mesmos porcentuais da semana passada.

Com a diferença de Lula para Flávio Bolsonaro permanecendo em 3 pontos, ambos seguem empatados tecnicamente no segundo turno, já que a margem de erro é de 2 pontos porcentuais para cima ou para baixo. Neste cenário, nenhum/branco/nulo somariam 8% e 1% estaria indeciso ou não respondeu.

Leia mais.

Bolsas da Ásia fecham em alta após PIB japonês e com alívio relativo no petróleo

As bolsas asiáticas fecharam em alta nesta segunda-feira, enquanto investidores avaliaram dados de crescimento do Japão e um alívio relativo nos preços do petróleo, apesar da continuidade do impasse entre EUA e Irã.

Em Tóquio, o índice Nikkei subiu 0,74%, a 69.220,25 pontos, após dados oficiais mostrarem que o Produto Interno Bruto (PIB) do Japão cresceu a uma taxa anualizada de 1,1% no trimestre de abril a junho, resultado um pouco acima do esperado, segundo a Associated Press.

Em outras partes da Ásia, o Hang Seng avançou 1,34% em Hong Kong, a 25.453,23 pontos, enquanto o Taiex registrou leve alta de 0,10% em Taiwan, a 45.857,27 pontos.

Na Coreia do Sul, não houve pregão hoje devido a um feriado.

Na China continental, o Xangai Composto subiu 1,41%, a 3.982,65 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto avançou 2,20%, a 2.647,28 pontos.

Após o encerramento dos negócios chineses, dados mostraram que a produção industrial e as vendas no varejo da segunda maior economia do mundo cresceram menos do que o previsto em julho, enquanto o setor imobiliário continuou mostrando sinais de fraqueza.

No âmbito geopolítico, o petróleo operou perto da estabilidade nas últimas horas, após subir até 6% na semana passada, embora persista a incerteza em torno do conflito entre EUA e Irã, após o prazo para um acordo de paz expirar sem que fossem anunciados os próximos passos. No fim da madrugada, o WTI caía 0,40% e o Brent subia 0,25%.

Grupo Casas Bahia (BAHI3) aprova e protocola pedido de recuperação judicial

O Grupo Casas Bahia (B3:BAHI3) comunicou ao mercado na manhã desta segunda-feira (17) que o conselho de administração da empresa aprovou o pedido de recuperação judicial da companhia, em conjunto com algumas subsidiárias.

De acordo com o comunicado enviado à CVM, o pedido foi protocolado no Juízo de Falências e Recuperações Judiciais do Foro Central Cível de São Paulo (SP) e contou com aprovação do acionista controlador.

Leia mais.

China, Focus e IBC-Br estão no radar dos mercados nesta segunda-feira (17)

A agenda econômica desta segunda-feira (17) reúne indicadores de atividade no exterior e no Brasil. Após uma semana marcada pelo IPCA de julho e pela ata do Copom, os mercados buscam novos sinais sobre o ritmo da economia global e os próximos passos da política monetária brasileira.

Entre os destaques estão os dados de atividade da China, o Relatório Focus e o IBC-Br.

Leia mais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Compartilhar

WhatsAppTwitterLinkedinFacebookTelegram
No Money Times, investidores, analistas, gestores e entusiastas do ambiente econômico brasileiro usufruem de textos objetivos e de qualidade que vão ao centro da informação, análise e debate. Buscamos levantar e antecipar discussões importantes para o investidor e dar respostas às questões do momento. Isso faz toda a diferença.
Twitter Facebook Linkedin Instagram YouTube Site
No Money Times, investidores, analistas, gestores e entusiastas do ambiente econômico brasileiro usufruem de textos objetivos e de qualidade que vão ao centro da informação, análise e debate. Buscamos levantar e antecipar discussões importantes para o investidor e dar respostas às questões do momento. Isso faz toda a diferença.
Twitter Facebook Linkedin Instagram YouTube Site

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies.

Fechar