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Energisa (ENGI11) vende empresas de transmissão para a Taesa (TAEE11) por R$ 1,545 bilhão; veja

21 maio 2026, 8:53 - atualizado em 21 maio 2026, 8:54
energisa
(Imagem: Youtube/Energisa)

A Energisa (ENGI11) anunciou ao mercado que, junto com sua controlada Energisa Transmissão de Energia, assinou contrato para a venda de cinco ativos de transmissão à Taesa (TAEE11) por R$ 1,545 bilhão.

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O preço da operação com data base ao final de 2025 considera um “enterprise value” de R$ 2,293 bilhões e um valor da dívida líquida dos ativos de transmissão de R$ 748 milhões, resultando em um “equity value” de R$ 1,545 bilhão.

Os ativos em questão são a Energisa Tocantins Transmissora de Energia I S.A. (ETT); Energisa Tocantins Transmissora de Energia II S.A. (ETT II), Energisa Pará Transmissora de Energia I S.A. (EPA I); Energisa Pará Transmissora de Energia II S.A. (EPA II); e Energisa Goiás Transmissora de Energia I S.A. (EGO).

O fechamento da operação está sujeito à satisfação (ou renúncia) de certas condições precedentes usuais para transações dessa natureza, incluindo a aprovação da Operação pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Após a conclusão do negócio, a Energisa continuará operando uma plataforma no segmento de transmissão que totaliza uma receita anual permitida (RAP) de R$ 777 milhões, considerando os 5 ativos operacionais e 3 ativos em construção.

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“A operação está alinhada à estratégia da companhia de otimização de sua estrutura de capital e de reciclagem de capital. Os recursos decorrentes da operação serão destinados à trajetória de desalavancagem, sempre com foco na maximização de valor para seus acionistas”, diz a Energisa.

Separadamente, a Taesa informou em fato relevante que os ativos adquiridos da Energisa adicionam RAP de aproximadamente R$ 291 milhões, referente ao ciclo 2025-2026, com prazo médio de concessão remanescente de cerca de 22 anos, 1.305 km de linhas de transmissão, 12 subestações e 4.494 MVA de potência de transformação.

Com esta aquisição, a capacidade de transformação da Taesa aumenta em aproximadamente 33%, atingindo cerca de 18 mil MVA após a conclusão da operação.

*Com Reuters

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Repórter
Formada em jornalismo pela Universidade Nove de Julho. Ingressou no Money Times em 2022 e cobre empresas, com foco em varejo e setor aéreo.
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