Eleições 2026

Corremos o risco de eleger um presidente que seja o menos rejeitado, diz Baleia Rossi

29 maio 2026, 15:23 - atualizado em 29 maio 2026, 15:25
O presidente do PSDB, Baleia Rossi, durante discurso na Câmara (Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados)

O presidente nacional do MDB, deputado federal Baleia Rossi, afirmou nesta sexta-feira (29) que o Brasil corre o risco de eleger o “menos rejeitado” entre os candidatos a presidente da República. O líder politico participou de almoço empresarial promovido pelo Grupo Lide, em São Paulo (SP) e defendeu o debate em cima de projetos e sem a polarização partidária.

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“Na eleição de 2026 deveríamos debater não as pessoas, deveríamos debater projetos. Infelizmente até agora não vi propostas claras para o País e corremos o risco de eleger o presidente que seja o menos rejeitado e não aquele que a população quer para o futuro do País”, disse Baleia.

Ao lado de Michel Temer (MDB), o deputado afirmou que o Brasil precisa de um estadista como o ex-presidente para comando do governo.

“O país está precisando de um estadista como o senhor novamente, presidente Temer. O crescimento não acontece no grito, é preciso melhorar o ambiente de negócio”, completou o presidente do MDB, que já declarou ao Money Times que o partido irá liberar seus filiados nas eleições presidenciais deste ano.

Em linha com o correligionário e afilhado político, Temer repetiu seu discurso recorrente de que o “Brasil precisa que os candidatos tenham projetos”, pois “eu escolho projetos e não candidatos” para votar.

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Para exemplificar o que chama de projetos, Temer citou o documento “Ponte para o Futuro”, lançado por ele em 2015 quando era vice-presidente e gatilho para a crise com ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

Com propostas para o governo, o documento é utilizado pela esquerda como narrativa para justificar que Temer e aliados deram um golpe no processo de impeachment de Dilma que o levou à Presidência da República.

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Jornalista formado pela PUC-Campinas, com pós-graduação em Agronegócios pela Faap. Com mais de 30 anos de profissão, atuou como repórter e editor na Folha de S.Paulo e na Broadcast/Estadão, entre outros veículos. Atualmente é editor-assistente de Política e Conjuntura no Money Times.
Jornalista formado pela PUC-Campinas, com pós-graduação em Agronegócios pela Faap. Com mais de 30 anos de profissão, atuou como repórter e editor na Folha de S.Paulo e na Broadcast/Estadão, entre outros veículos. Atualmente é editor-assistente de Política e Conjuntura no Money Times.
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