Fundos Imobiliários

Fundo imobiliário da Kinea aprova oferta de até R$ 500 milhões; IFIX acumula queda em julho

27 jul 2026, 7:50 - atualizado em 27 jul 2026, 7:51
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Fundo imobiliário da Kinea aprova oferta de até R$ 500 milhões; IFIX acumula queda em julho (Imagem: Getty Images/ Canva Pro)

O fundo imobiliário Kinea Securities (KNSC11) aprovou a realização da sua 6ª emissão de cotas, em uma operação que pode movimentar até R$ 500 milhões, mostra fato relevante divulgado ao mercado.

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De acordo com o documento, serão emitidos, inicialmente, 45,97 milhões de novos papéis, ao preço de R$ 8,70 cada, o que representa uma captação de até R$ 400 milhões.

No entanto, caso haja demanda, a operação poderá ser ampliada em até 25%, com a emissão de mais 11,49 milhões de cotas, o que eleva o valor em mais R$ 100 milhões.

Além do preço de subscrição, os investidores pagarão uma taxa de distribuição de R$ 0,25 por unidade, fazendo com que a cifra seja de R$ 8,95 por papel.

A título de comparação, o KNSC11 encerrou o último pregão (24) cotado a R$ 9,10 na bolsa de valores (B3).



Mais detalhes da oferta

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Os atuais cotistas terão direito de preferência para participar da oferta. O fator de proporção definido é de 0,22738115576.

Caso sobrem cotas após o período de preferência, os investidores que exercerem esse direito poderão participar da etapa de subscrição de sobras.

A operação também permite a distribuição parcial, desde que seja captado ao menos R$ 30 milhões. Se esse valor mínimo não for alcançado, a emissão será cancelada.

Segundo o fato relevante, os recursos captados serão destinados à estratégia do KNSC11, que tem seu portfólio dedicado ao investimento em ativos de natureza imobiliária, como Certificados de Recebíveis (CRI) e cotas de outros FIIs.

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A oferta será destinada ao público em geral e terá a XP Investimentos como coordenadora líder.

Desempenho do IFIX

Ainda na indústria de fundos imobiliários, o IFIX, principal índice do setor na B3, encerrou a última sexta-feira (24) aos 3.805,03 pontos, com leve alta de 0,03%, após quatro sessões consecutivas de queda.

Ainda assim, desde o início de julho, o indicador acumula desvalorização de 0,67%, enquanto, em 2026, apresenta ganho de 0,79%.

Destaques do último pregão (24)

O BLMG11 liderou as altas, com +3,30%. Na sequência, apareceram o DEVA11, que avançou 2,22%, e o LIFE11, com ganho de 2,08%.

TickerVariaçãoÚltimo (R$)
BLMG11+3,30%31,89
DEVA11+2,22%18,40
LIFE11+2,08%7,35
VRTA11+1,89%73,82
XPLG11+1,66%91,43
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Entre as maiores quedas do pregão, o GZIT11 liderou, com recuo de 3,90%. Na sequência, o BRCR11 caiu 2,63%, enquanto o RBRL11 recuou 2,05%.

TickerVariaçãoÚltimo (R$)
GZIT11-3,90%41,90
BRCR11-2,63%39,22
RBRL11-2,05%71,10
ICRI11-2,04%92,62
VCJR11-1,76%70,72
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Jornalista formado e com MBA em Planejamento Financeiro e Análise de Investimentos. Passou pelas redações da TV Band, UOL, Suno Notícias e Agência Mural, e foi líder de conteúdo no 'Economista Sincero'. Hoje, atua como repórter no Money Times.
Jornalista formado e com MBA em Planejamento Financeiro e Análise de Investimentos. Passou pelas redações da TV Band, UOL, Suno Notícias e Agência Mural, e foi líder de conteúdo no 'Economista Sincero'. Hoje, atua como repórter no Money Times.

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