Fundos Imobiliários

Fundo imobiliário da XP quer arrecadar até R$ 1 bilhão com novas emissões; veja as condições

19 ago 2026, 9:01
FIIs fundos imobiliários (Imagem: Lemon_tm/ istockphoto)
FIIs fundos imobiliários (Imagem: Lemon_tm/ istockphoto)

O XP CDI CRI Fundo de Investimento Imobiliário aprovou duas novas emissões de cotas que podem movimentar até R$ 1 bilhão. As operações serão destinadas exclusivamente a investidores profissionais e ocorrerão por meio de colocação privada, sem registro de oferta pública na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

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A decisão foi tomada em 17 de agosto e não representa a primeira emissão de cotas da história do fundo. O XP CDI CRI já havia realizado uma emissão anteriormente. Agora, a gestão aprovou uma nova estrutura de captação, dividida em duas emissões e diferentes classes de cotas.

A primeira emissão poderá levantar até R$ 900 milhões, por meio de até 900 mil cotas das subclasses A2, A3, A4 e A5. Essas cotas são classificadas como seniores e terão preço de emissão de R$ 1 mil cada.

Já a segunda emissão poderá alcançar R$ 100 milhões. Nesse caso, serão emitidas até 78 mil cotas da Subclasse B e 22 mil cotas da Subclasse C, também a R$ 1 mil cada. Essas cotas são subordinadas, ou seja, ficam em uma posição diferente na estrutura de recebimento e de absorção de eventuais perdas do fundo em relação às cotas seniores.

O valor, contudo, representa o limite máximo das emissões. Caso todas as cotas não sejam subscritas, as unidades restantes poderão ser canceladas pela administradora, mediante solicitação da gestora.

Quem poderá investir?

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As emissões serão destinadas a investidores profissionais, conforme a regulamentação da CVM. O público inclui fundos de investimento administrados ou geridos pela XP Investimentos e pela XP Allocation Asset Management, administradora e gestora do fundo.

As cotas serão depositadas para distribuição no mercado primário por meio do MDA, da B3, e poderão ser negociadas no mercado secundário pelo FUNDOS21, também administrado pela bolsa.

As duas operações terão colocação privada, com dispensa de registro de oferta pública, conforme o artigo 8º, inciso IV, da Resolução CVM 160.

O fato relevante ressalta que a aprovação das emissões não significa uma captação efetiva de R$ 1 bilhão. O montante depende da quantidade de cotas efetivamente subscrita pelos investidores.

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Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e pós-graduada em Economia, Finanças e Banking pela USP Esalq. Atua desde 2023 na redação do Money Times e, atualmente, cobre Macroeconomia.
Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e pós-graduada em Economia, Finanças e Banking pela USP Esalq. Atua desde 2023 na redação do Money Times e, atualmente, cobre Macroeconomia.

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