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IBC-Br: Prévia do PIB recua 0,2% em julho

16 set 2026, 9:15 - atualizado em 16 set 2026, 10:42
pib brasil ibc-br
(Imagem: Gadini/pixabay)

O indicador mensal de atividade econômica (IBC-Br) registrou queda de 0,2% em julho, mostra dado divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira (16). A leitura foi mais fraca do que a expectativa em pesquisa da Reuters de retração de 0,10%.

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A prévia do Produto Interno Bruto (PIB) teve alta de 1,5% no acumulado em 12 meses. No trimestre encerrado em julho de 2026 ante o trimestre terminado em abril de 2026, o IBC-Br apresentou queda de 0,3%.

O indicador de agropecuária recuou 1,2%, indústria caiu 0,4% e impostos teve queda de 0,2%. Já serviços se manteve estável.

Na edição anterior, de junho, a prévia do PIB recuou 0,2% na comparação mensal, acumulando ganho de 1,5% no acumulado em 12 meses.

O que dizem os economistas?

O índice mostrou uma perda de dinamismo disseminada em julho, segundo a análise da XP. Olhando setorialmente, Serviços foi o único componente a não recuar no mês mostrando estabilização na comparação com junho. Enquanto isso, a Agropecuária reverteu o ganho registrado no mês anterior, embora siga sendo o principal contribuinte positivo na comparação anual (3,7%).

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Com isso, a expectativa dos economistas é de estagnação do PIB no 3T26.

“Os dados do IBC-Br reforçam nossa projeção de que o PIB de 2026 crescerá 1,7%. O impacto negativo das condições monetárias restritivas e do elevado peso do serviço da dívida das famílias tem se tornado cada vez mais visível nos dados de alta frequência. Para 2027, projetamos crescimento do PIB de 1,0%, com riscos inclinados para baixo”, avalia a equipe.

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Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e pós-graduada em Economia, Finanças e Banking pela USP Esalq. Atua desde 2023 na redação do Money Times e, atualmente, cobre Macroeconomia.
Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e pós-graduada em Economia, Finanças e Banking pela USP Esalq. Atua desde 2023 na redação do Money Times e, atualmente, cobre Macroeconomia.

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