Giro do Mercado

Ibovespa: Depois de um agosto no ‘zero a zero’, analista da Empiricus recomenda onde investir em setembro

31 ago 2026, 13:50
acoes-bolsa-grafico-carteira small caps
(istock.com/da-kuk)

Com um mês marcado por altas e baixas, o Ibovespa se aproxima de fechar agosto no “zero a zero”. Considerando a aproximação das eleições de 2026, Ruy Hungria, analista da Empiricus Research, avalia que a possível volatilidade eleitoral, na verdade, pode ser boa para investidores que souberem escolher as empresas certas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em entrevista ao Giro do Mercado, programa do Money Times no YouTube, Hungria também citou o cenário de juros no Brasil e a desaceleração do mercado após os resultados do segundo semestre de 2026.

“O discurso de Kevin Warsh [presidente do Federal Reserve] foi mais hawkish. Então, o mercado espera uma provável alta de juros para setembro nos Estados Unidos, enquanto no Brasil, o cenário de inflação parece estar mais controlado e abrindo chance para um corte de juros”, avalia.

Ele também aponta que os balaços trimestrais levaram a uma certa “ressaca”, que mostra uma desaceleração na atividade. Apesar disso, o analista avalia que as ações, em sua grande maioria, estão muito baratas.

“Há muitos papéis na mesma condição, que não vão ter resultados brilhantes em um mercado que está desacelerando, mas que ainda vão apresentar resultados resilientes, pagar dividendos, e faz sentido estar na carteira”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Assista a entrevista na íntegra:

Onde investir em setembro?

Considerando o cenário para o mês que se aproxima, Hungria recomenda Petrobras (PETR4), por conta do risco geopolítico, pelo pagamento de dividendos e por ser uma empresa que pode, eventualmente, surfar em um movimento eleitoral.

Além disso, o analista também cita Itaú Unibanco (ITUB4) pelos preços atuais das ações do banco, que negociam na casa dos R$ 40. Isso porque a empresa está preparada para qualquer cenário, segundo Hungria.

“Acho que esses dois nomes exemplificam muito bem como os investidores deveriam encarar esse momento aqui. Uma carteira resiliente, com papéis que não têm problemas com dívidas ou inadimplência”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O analista ainda cita Axia (AXIA3), antiga Eletrobras, por não sofrer tantos impactos com os eventuais resultados das eleições, além de depender de preços de energia, que não são tão afetados pelo cenário de juros elevados.

Para ficar por dentro das principais notícias e análises da bolsa, inscreva-se no canal do Money Times no YouTube e acompanhe o Giro do Mercado, de segunda a sexta-feira, ao meio-dia.

*Sob supervisão de Maria Carolina Abe

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Compartilhar

WhatsAppTwitterLinkedinFacebookTelegram
Jornalista em formação pela Faculdade Cásper Líbero. Atualmente, estagia como redatora de notícias no Money Times e no Seu Dinheiro. Antes, trabalhou no site da Empiricus, onde cobriu empresas e investimentos.
Jornalista em formação pela Faculdade Cásper Líbero. Atualmente, estagia como redatora de notícias no Money Times e no Seu Dinheiro. Antes, trabalhou no site da Empiricus, onde cobriu empresas e investimentos.

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies.

Fechar