Mercados

Ibovespa futuro recua aos 172.130 pontos com fim do cessar-fogo no Oriente Médio; Dólar sobe a R$ 5,18

08 jul 2026, 9:21 - atualizado em 08 jul 2026, 9:27
mercado morning ibovespa wall street
(Imagem: iStock/marketlan)

O Ibovespa futuro (WINQ26) caiu 0,85%, aos 172.130 pontos, após a abertura, às 9h (horário de Brasília), de olho na retomada do conflito no Oriente Médio e na disparada dos preços do petróleo Brent, saindo de US$ 71 no começo da quarta-feira (7) para US$ 77 o barril nesta quinta-feira (8).

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Já o dólar à vista abriu em alta ante o real, seguindo o desempenho da moeda no exterior, a R$ 5,1822 (+0,57%). O DXY, que compara o dólar a uma cesta de seis divisas fortes, avançava 0,20%, aos 101.223 pontos.

Por aqui, a pesquisa de cenário eleitoral Meio/Ideia mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tecnicamente empatado com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em um eventual segundo turno da eleição presidencial. Lula tem 45% das intenções de voto, ante 40% do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

No levantamento anterior, realizado em maio, Lula tinha 46,5% das intenções de voto, enquanto Flávio tinha 41,4%.

Internacional

No plano geopolítico, os mercados acompanham com atenção a retomada da guerra no Oriente Médio. Após três embarcações serem atacadas no Estreito de Ormuz, sem reivindicação de autoria de Teerã ou Washington, os Estados Unidos mudaram a conduta na guerra.

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Na véspera, o Tesouro dos EUA voltou a proibir a venda do petróleo iraniano, além de realizar novas ofensivas contra o Irã.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também afirmou que o cessar-fogo com o Irã “acabou”.

Confira as cotações, por volta das 9h19 (horário de Brasília):

  • Brent para setembro de 2026: +4,57%, a US$ 77,55 o barril
  • WTI para agosto de 2026: +4,47%, a US$ 73,59 o barril
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Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.
Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.

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