Radar do mercado

Raízen (RAIZ4), SpaceX (SPCX), Brava Energia (BRAV3) e outros destaques desta quarta (8)

08 jul 2026, 10:02 - atualizado em 08 jul 2026, 10:02
Raízen raiz4 empresas
(Imagem: Raízen/Divulgação)

A redução da participação do Banco Central da Noruega na Raízen (RAIZ4), a recomendação de compra da SpaceX (SPCX) por mais bancos e o novo comunicado da Brava Energia (BRAV3) sobre a OPA da Ecopetrol são alguns dos destaques corporativos desta quarta-feira (8).

Confira o Radar do Mercado

Raízen (RAIZ4): Banco Central da Noruega reduz participação

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A Raízen (RAIZ4) informou que recebeu correspondência do Norges Bank Investment Management (Banco Central da Noruega) comunicando a redução de sua participação acionária na companhia.

Segundo o documento, o fundo passou a administrar 60.681.900 ações preferenciais da Raízen, o equivalente a 4,47% do total dessa classe de papéis emitidos pela empresa. Até 15 de abril de 2025, o banco da Noruega contava com uma participação de 4,997%. Leia mais

Citi, Morgan e Bofa se unem ao BTG Pactual ao recomendar compra de SpaceX (SPCX)

O Citi, Morgan Stanley e o Bank of America (BofA) orbitaram no mesmo otimismo em relação à SpaceX (SPCX), iniciando a cobertura das ações da empresa aeroespacial com recomendações de compra. Mas cada casa financeira adotou um preço-alvo diferente para a companhia.

Em relatório, o Citi iniciou a cobertura com preço-alvo de US$ 200 para o fim de 2026. “Acreditamos que esse preço-alvo é um marco na trajetória rumo aos US$ 900 ou mais — patamar que se torna realista caso conquistas importantes de engenharia sejam demonstradas em escala”, pontuaram os analistas. Leia mais

Brava Energia (BRAV3): Recurso da Ecopetrol sobre OPA vai ao colegiado da CVM

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A Brava Energia (BRAV3) comunicou ao mercado que o recurso apresentado pela Ecopetrol no âmbito da oferta pública de aquisição (OPA) de controle da companhia foi encaminhado para análise do colegiado da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

De acordo com fato relevante, a Superintendência de Registro de Valores Mobiliários da CVM ratificou o entendimento anterior sobre o caso e decidiu encaminhar o recurso para a análise da instância máxima do regulador. Leia mais

Moura Dubeux (MDNE3): o que está por trás dos números do 2T26 — e por que o CEO vê 2026 mais forte

A queda de mais de 8% das ações da Moura Dubeux (MDNE3), um dia após a companhia divulgar sua prévia operacional do segundo trimestre de 2026 (2T26), não preocupa o CEO, Diego Villar, que ponderou que o desempenho negativo não necessariamente tem relação com os números apresentados.

Em entrevista ao Money Times, o executivo afirmou que a companhia caminha para entregar uma performance superior à prometida ao mercado para este ano, mesmo após ter reduzido lançamentos e vendas entre abril e junho. Leia a entrevista completa

Natura (NATU3) prepara mercado para queda de até 10% na receita líquida do 2T26

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A Natura (NATU3) divulgou ao mercado resultados preliminares referentes ao segundo trimestre de 2026 (2T26), antecipando uma potencial queda na receita líquida consolidada do período, estimada entre R$ 5,1 bilhões e R$ 5,2 bilhões, implicando uma redução anual entre 9% e 10%.

No fato relevante, a empresa do setor de cosméticos cita o ambiente de consumo desaquecido no Brasil e ajustes operacionais internos como fatores que pressionaram a receita líquida no período de abril a junho, em uma magnitude maior do que a inicialmente prevista. Leia mais

Small cap da bolsa aprova nova distribuição de dividendos; veja datas e valores por ação

Uma das small caps negociadas na bolsa de valores, a Mitre Realty (MTRE3) aprovou a distribuição de R$ 9 milhões em dividendos intermediários. Segundo o documento, o pagamento será realizado em três parcelas iguais de R$ 3 milhões cada, sem incidência de correção monetária ou juros. Leia mais

O ‘lado invisível’ da Eucatex (EUCA4) que o mercado não acompanha, segundo o VP

Engana-se quem pensa que uma das principais fabricantes de painéis, portas e tintas do Brasil, a Eucatex (EUCA4), foca apenas nas vendas de seus produtos. Na verdade, é justamente longe da comercialização que está o mecanismo que ajuda a explicar os números apresentados pela small cap nos últimos trimestres.

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Trata-se da base florestal. Um ativo que ganhou ainda mais importância diante dos impactos das condições climáticas sobre a produtividade dos plantios.

A companhia, inclusive, traçou o objetivo de reforçar este que é um dos pilares menos visíveis, mas mais estratégicos do seu negócio, segundo contou ao Money Times o vice-presidente, Antonio Goulart. Leia a entrevista completa

Cury (CURY3) cresce em lançamentos, mas vendas liquidas caem no 2T26

A Cury (CURY3) encerrou o segundo trimestre de 2026 com crescimento nos lançamentos, geração de caixa positiva e o maior banco de terrenos de sua história, segundo prévia operacional.

Apesar disso, as vendas líquidas alcançaram R$ 2,05 bilhões no trimestre, queda de 9,5% frente ao segundo trimestre de 2025. A velocidade de vendas (VSO líquida) ficou em 40,5%, abaixo dos 47,5% registrados um ano antes. Leia mais

Banco Pine (PINE4) anuncia JCP de R$ 69 milhões; veja quem tem direito

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O Banco Pine (PINE4) aprovou o pagamento de R$ 69 milhões em juros sobre o capital próprio (JCP). O valor corresponde a R$ 0,2714290 por ação, em montante bruto, sujeito à incidência de Imposto de Renda retido na fonte à alíquota de 17,5%, conforme determina a legislação vigente. Leia mais

Tenda (TEND3) bate recordes de lançamentos e vendas no 2º trimestre

A Tenda (TEND3) divulgou sua prévia operacional do segundo trimestre de 2026, marcada por recordes em lançamentos, vendas brutas, vendas líquidas e banco de terrenos.

A construtora lançou 14 empreendimentos entre abril e junho, com Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 1,68 bilhão, alta de 54,4% na comparação anual e de 18,8% em relação ao trimestre anterior. Leia mais

*Com informações da Reuters e Estadão Conteúdo

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*Com supervisão de Juliana Américo

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Repórter estagiária no Money Times e jornalista em formação pela Universidade de São Paulo, com passagem pela Sapienza Università di Roma. Antes, trabalhou no UOL, no Terra e no Laboratório Agência de Comunicação da ECA-USP.
Repórter estagiária no Money Times e jornalista em formação pela Universidade de São Paulo, com passagem pela Sapienza Università di Roma. Antes, trabalhou no UOL, no Terra e no Laboratório Agência de Comunicação da ECA-USP.

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