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Ibovespa (IBOV) perto dos 120 mil pontos é oportunidade ou cilada? Veja 5 destaques em Comprar ou Vender

01 jun 2024, 15:00 - atualizado em 03 jun 2024, 15:43
ibovespa ibov
Ibovespa navega em águas turbulentas em 2024 (Imagem: REUTERS/ Carla Carniel)

Ibovespa (IBOV) navegou em águas turbulentas nos últimos dias. O índice opera entre 120 mil pontos e 130 mil pontos desde o começo do ano — o que tem deixado alguns investidores impacientes na demora do índice engatar.

A expectativa era da bolsa chegar aos 150 mil pontos, mas o número fica cada dia mais distante.

Para o analista da Empiricus Research, Matheus Spiess, o curto prazo deve seguir “difícil” para o índice, mas isso não significa que, em um segundo momento, ele não possa convergir para um patamar mais saudável de preços.

  • Ibovespa corre o risco de perder os 120 mil pontos? O analista Matheus Spiess, da Empiricus Research, explica como o cenário macroeconômico está afetado o índice brasileiro, no Giro do Mercado desta quarta-feira (29):

“No curto prazo, a gente vai continuar sofrendo um pouquinho por conta de um cenário macroeconômico mais conturbado, apesar da atividade econômica ter surpreendido”, avaliou no programa Giro do Mercado.

Veja as indicações dos especialistas a seguir e outros destaques da editoria Comprar ou Vender do Money Times na semana:

5º – Oportunidade no horizonte: Ação chama atenção de XP e BTG; Citi inicia cobertura

Após relatórios sobre as boas tendências de lucratividade apontadas por algumas casas na última semana, o Citi anunciou nesta terça-feira (28) que iniciou a cobertura das ações da Orizon (ORVR3).

De acordo com o documento obtido pelo portal de notícias Investing, o Citi destacou que a companhia é “a maior operadora de aterros sanitários do Brasil e vem implementando esforços para maximizar o retorno dos resíduos”.

4º – Vale (VALE3): 3 pontos que mostram ação menos arriscada, segundo BTG; hora de comprar?

A ação da Vale (VALE3) vivenciou um inferno astral nos primeiros meses do ano. Fraqueza do minério de ferro, multa do desastre de Mariana e impasse na troca do CEO, com direito a influência do governo na escolha. Tudo isso fez com que o papel acumulasse queda de 15%.

Porém, aos poucos, esses riscos estão se dissipando, destaca o BTG em relatório enviado a clientes nesta sexta.

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3º – Enchentes no Rio Grande do Sul: Porto Seguro (PSSA3) pode ter impacto no lucro de 2T24, mas sai na vantagem; entenda

Desde o final de abril, o Rio Grande do Sul vem sofrendo com fortes chuvas e enchentes que já devastaram mais de 400 cidades. A tragédia já vem gerando impactos econômicos, puxado pelo agronegócio, mas é quando a água recuar que será possível calcular todos os prejuízos.

Segundo relatório da Genial Investimentos, publicado na segunda-feira (27), a expectativa é de que a maior parte dos sinistros venha do seguro de automóveis e do seguro penhor agrícola (maquinário agrícola). Com isso, a Porto Seguro (PSSA3) entra no radar, por ser a maior seguradora de automóveis do país.

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2º – CSNA3, CMIN3, GGBR4, GOAU4, USIM5 ou TXSA34: BofA corta recomendação de 1 e eleva 2 para compra; veja

Bank of America (BofA) atualizou as teses das empresas de mineração e siderurgia listadas na Bolsa, ao incorporar os resultados do primeiro trimestre do ano (1T24) e as conclusões da 41ª conferência global de metais, mineração e aço.

O banco elevou a recomendação de Gerdau (GGBR4) e Gerdau Metalúrgica (GOAU4) para compra, mostra relatório de quinta-feira (23). “Vemos uma avaliação convincente enquanto os lucros do Brasil estão em baixa”, avaliam Caio Ribeiro, Leonardo Neratika e Guilherme Rosito.

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1º – Ibovespa (IBOV) está largado, vê analista; oportunidade ou cilada?

Em relatório, a Genial destaca o mercado brasileiro está “largado”, com a métrica preço sobre o lucro bem abaixo da média histórica e de outras bolsas mundo afora.

“Isso faz com que exista hoje uma assimetria positiva para entrada, tanto nas ações do Ibovespa quanto, principalmente, nas empresas de menor capitalização”discorre Filipe Villegas, que assina o documento.

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Editora-assistente
Editora-assistente no Money Times e graduanda em Jornalismo pela Unesp - Universidade Estadual Paulista. Entrou para a área de finanças e investimentos em 2021.
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Editora-assistente no Money Times e graduanda em Jornalismo pela Unesp - Universidade Estadual Paulista. Entrou para a área de finanças e investimentos em 2021.
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