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Ibovespa navega sem emoção e CCR desponta após acordão com MP

29 nov 2018, 14:07 - atualizado em 29 nov 2018, 14:07

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Por Investing.com – Na tarde desta quinta-feira, o Ibovespa opera perto da estabilidade, com ganhos de 0,08% aos 89.322,59 pontos, em meio as incertezas com a aprovação da cessão onerosa e com a recuperação do preço do petróleo nos mercados internacionais.

O senador Romero Jucá (MDB-RR) informou, por meio de sua conta no Twitter, que a votação do projeto da cessão onerosa só deverá acontecer a partir da próxima terça-feira, 4 de dezembro. O parlamentar destacou que, até lá, os senadores seguem construindo uma solução técnica para o repasse dos recursos aos estados e municípios.

Ontem, o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), afirmou que ainda não havia entendimento para a votação do projeto. Integrantes do atual e do futuro governo discutem uma maneira de dividir parcela dos recursos a serem obtidos com a aprovação do projeto entre Estados e municípios. Segundo o senador, ainda há resistências por parte do governo atual, por entender que a medida poderia ferir o chamado teto de gastos.

O petróleo retomou o movimento de alta após a notícia de que Rússia aceitou cortes de produção. A commodity, que registra alta, com o WTI negociado a US$ 51,26 o barril, com o Brent somando 0,96% a US$ 59,66.

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No mercado de ações, destaque para as altas da CCR (CCRO3), notícia de que a companhia assinará um acordo de leniência com o Ministério Público do Estado de São Paulo. Pelo acordo, a CCR deverá pagar R$ 81,5 milhões para encerrar processo civil envolvendo a companhia e algumas de suas controladas em suposto esquema de corrupção.

A Suzano Papel e Celulose (SUZB3) e a Fibria (FIBR3) Celulose, em fato relevante conjunto, comunicaram ao mercado que a autoridade da concorrência da Europa aprovou a combinação de seus negócios e bases acionárias, nos termos do protocolo e justificação de incorporação aprovado em Assembleias Gerais Extraordinárias das companhias no dia 13 de setembro. Com isso, irá acontecer o encerramento antecipado do contrato para fornecimento de celulose de fibra curta celebrado entre Fibria e Klabin (KLBN11).

O volume de negócios é de 5,476 bilhões, com as maiores altas para CCR (6,11%). Ecorodovias (ECOR3) (5,05%), Cosan (CSAN3) (3,82%), Suzano (3,29%) e JBS (JBSS3) (3,74%).

Já as maiores perdas são do Magazine Luiza (MGLU3) (1,73%), Iguatemi (IGTA3) (1,50%), Vale (VALE3) (1,61%), Cyrela (CYRE3) (0,71%) e Lojas Renner (LREN3) (1,52%).

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