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Isenção do Imposto de Renda, compra de hospital pela Hapvida (HAPV3); veja as 5 matérias mais lidas esta semana

30 ago 2025, 9:57
marcos pinto - imposto de renda
(Imagem: Washington Costa/MF)

De falas do secretário de Reformas Econômicas do Ministério da Fazenda a destaques corporativos com a compra do Hospital de Oncologia do Méier, de propriedade da Oncoclínicas (ONCO3) pela Hapvida (HAPV3), o Money Times fez uma seleção das matérias mais lidas no site nesta última semana de agosto.

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Confira agora:

‘É um absurdo isentar 87% da população do Imposto de Renda? Resposta é não’, diz secretário da Fazenda

O secretário de Reformas Econômicas do Ministério da Fazenda, Marcos Pinto, defendeu nesta segunda-feira (25) a proposta do governo de isentar do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil. “É um absurdo isentar 87% da população brasileira do Imposto de Renda? A resposta é não”, afirmou durante o III Seminário Brasil Hoje, do Esfera Brasil.

Segundo ele, mesmo sem recolher IR, essas pessoas já enfrentam uma carga tributária elevada sobre consumo e trabalho, que pode representar até 30% da renda.

O secretário ressaltou que o problema da desigualdade brasileira está concentrado no topo da pirâmide: o grupo formado pelo 0,5% mais rico da população concentra cerca de 1,5% de toda a renda nacional, que recolhe apenas 2,5% em alíquota efetiva de imposto de renda.

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Hapvida (HAPV3) compra hospital da Oncoclínicas (ONCO3) no Méier por R$ 5,3 milhões

A Hapvida (HAPV3) informou nesta segunda-feira (25) que celebrou contrato vinculante para a aquisição de 100% do capital social do Hospital de Oncologia do Méier, de propriedade da Oncoclínicas (ONCO3), localizado na zona norte do Rio de Janeiro, pelo preço estimado de R$ 5,3 milhões.

O valor está sujeito a ajustes por dívida líquida e capital de giro, além das condições usuais de retenções para contingências.

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De olho nos retornos: 10 ações que tubarões estão comprando, segundo Itaú BBA

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O Itaú BBA realizou uma pesquisa para entender o que os gestores — também conhecidos como tubarões do mercado — estão comprando e como enxergam o ambiente econômico atual.

De acordo com o levantamento, que ouviu 131 investidores entre 18 e 22 de agosto, houve uma pequena melhora no humor com a bolsa brasileira.

Quase metade vê o Ibovespa (IBOV) entre 140 mil e 150 mil pontos no fim de 2025, algo que, diante do cenário atual, não parece impossível.

Para os próximos seis meses, 69% têm visão positiva, 25% são neutros e 5% negativos. Já na escala de 0 (pessimista) a 10 (otimista), a média ficou em 7,03, também a segunda mais alta da série, acima dos 6,9 registrados no segundo trimestre de 2025.

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O que os gestores estão comprando? Leia agora

André Esteves, do BTG, projeta um cenário econômico favorável em 2026; ‘quem investir aqui, vai ganhar dinheiro’

Apesar da volatilidade causada pelos juros altos, cenário internacional instável e polarização política, André Esteves, sócio-controlador do BTG Pactual, é otimista com a economia do Brasil em 2026.

“Do lado econômico, está mais fácil. O Banco Central fez um esforço correto no combate à inflação e acho que vamos começar a colher os frutos disso”, afirmou em evento realizado pelo Esfera Brasil nesta segunda-feira (25), em São Paulo.

Esteves destaca que os números sugerem que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve vir negativo em agosto, o que abre espaço para a redução e normalização da taxa de juros. Além disso, o executivo afirma que este é o quinto ano em que o Brasil deve surpreender com um crescimento econômico acima das projeções do mercado.

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Brasil não terá Selic estruturalmente baixa até ver choque fiscal positivo, diz Campos Neto

O Brasil ainda não reúne fundamentos para sustentar uma Selic estruturalmente mais baixa, apesar das condições de curto prazo permitirem cortes dos juros, afirma o vice-chairman e diretor global de políticas pública do Nubank e ex-presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto.

“Hoje, eu não vejo a capacidade do Brasil ter uma taxa de juros muito baixa […]. Para termos juros estruturalmente mais baixos, temos que ter um fiscal estruturalmente diferente”, disse no III Seminário Brasil Hoje, da Esfera Brasil.

Campos Neto destacou que a trajetória da dívida pública continua sendo o principal limitador para uma queda duradoura dos juros. Segundo ele, mesmo em cenários considerados otimistas, com a Selic em 11%, o endividamento bruto deve crescer entre 3,5% e 5% ao ano — patamar elevado em comparação com outros emergentes.

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