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Itaúsa (ITSA4) lucra R$ 4,3 bilhões, alta de 7%, no 2T26

10 ago 2026, 19:47 - atualizado em 10 ago 2026, 20:08
Itaúsa
(Imagem: Divulgação)

A Itaúsa (ITSA4) encerrou o segundo trimestre de 2026 com lucro líquido de R$ 4,3 bilhões, alta de 7% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo documento enviado ao mercado nesta segunda-feira (10).

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De acordo com a companhia, o resultado foi impulsionado pelo “sólido desempenho das empresas investidas” e pela disciplina na alocação de capital da holding.

“Mesmo diante desse contexto, seguimos executando nossa estratégia de geração sustentável de valor, apoiados pela disciplina na alocação de capital e pela gestão ativa do nosso portfólio”, destacou Alfredo Setubal, CEO da Itaúsa.

Entre as principais companhias que contribuíram para o resultado da holding está o Itaú (ITUB4).

O banco apresentou resultados robustos, com crescimento da carteira de crédito no Brasil e na América Latina, manutenção de indicadores de inadimplência saudáveis e avanço nas operações de Seguros e Previdência.

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O resultado recorrente proveniente das empresas investidas foi de R$ 4,6 bilhões, crescimento de 7%. O Itaú viu seu lucro crescer 9%, enquanto Motiva (MOTV3), Alpargatas (ALPA4) e Copa Energia apresentaram avanços de 67%, 86% e 17%, respectivamente.

Por outro lado, a Aegea apresentou resultado negativo de R$ 14 milhões. A empresa segue com o desempenho pressionado pelo impacto de maiores despesas financeiras, em decorrência do nível de alavancagem e da maior Selic média no período.

Mesmo assim, a Itaúsa continua confiante na companhia. A holding investiu aproximadamente R$ 732 milhões no aumento de capital da Aegea e elevou sua participação na empresa de 13,27% para 14,01% do capital total.

No ROE (retorno sobre o patrimônio líquido) recorrente, o indicador subiu 0,4 ponto percentual, para 18,7%.

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As despesas administrativas totalizaram R$ 45 milhões, alta de 7% em relação ao ano passado. O aumento refletiu principalmente os maiores encargos relacionados ao programa de incentivo de longo prazo (ILP), em razão da valorização das ações da Itaúsa no período.

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Editor-assistente
Formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, cobre mercados desde 2018. Ficou entre os jornalistas +Admirados da Imprensa de Economia e Finanças das edições de 2022, 2023 e 2024. Possui curso intensivo de mercado de capitais oferecido pelo Insper em parceria com a B3. É também setorista de bancos. Antes, atuou na assessoria de imprensa do Ministério Público do Trabalho e como repórter do portal Suno Notícias, da Suno Research.
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