JP Morgan reitera Prio (PRIO3) como queridinha entre petroleiras e ação é 2ª maior alta do Ibovespa; confira
A Prio (PRIO3) segue como a top pick do setor de petróleo e gás do JP Morgan, com recomendação de compra mantida e preço-alvo elevado de R$ 55 para R$ 73, o que implica um potencial de valorização de 16,6% em relação ao último fechamento (24). Na máxima, a ação chegou a subir 3,62%, a R$ 64,90.
Na avaliação do banco, a Prio se destaca como a principal empresa independente de petróleo e gás do Brasil, combinando robusta geração de caixa com crescimento consistente e eficiência operacional.
“Com 2026 marcando o início da operação do campo de Wahoo — já com dois poços produzindo cerca de 10 mil barris/dia cada — e a consolidação de Peregrino, a companhia está posicionada para expansão operacional”, afirma o JP Morgan.
Além disso, com a expectativa de que a normalização dos fluxos no Estreito de Ormuz e o fim da guerra no Oriente Médio ainda leve alguns meses, os modelos do banco refletem estimativas mais fortes para as empresas cobertas.
Como a escalada no conflito entre Estados Unidos e Irã alterou de forma significativa a dinâmica global de oferta e demanda, o JP Morgan elevou as estimativas para o preço de petróleo de US$ 62 para US$ 85 no final de 2026 e de US$ 63 para US$ 75 em 2027.
“Em um setor marcado por renovada volatilidade, acreditamos que a Prio oferece o melhor perfil de risco-retorno, sustentado por forte crescimento e geração de caixa”, considera.
Por volta das 15h26 (horário de Brasília), as ações da Prio avançavam 2,73%, a R$ 64,34, como segunda maior alta do Ibovespa.
Vencedora com a alta do petróleo
Segundo o JP Morgan, a preferência pela Prio reflete a superior geração de caixa da petroleira e a sua exposição direta à recente alta dos preços da commodity, posicionando-a para capturar integralmente os benefícios do novo cenário de mercado.
“Com exposição não protegida (sem hedge) à recente alta do petróleo, a Prio deve capturar integralmente os benefícios de um ambiente favorável”, afirma o banco.
Além disso, o banco considera que, como maior petroleira independente do país, a empresa deve atingir cerca de 200 mil barris/dia até o final do ano, consolidando-se como um ativo líquido e relevante para retorno aos acionistas.