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Kepler Weber (KEPL3): lucro encolhe 56,1%, para 6,3 milhões no 2T26

12 ago 2026, 18:17 - atualizado em 12 ago 2026, 18:26
(Imagem: Facebook/Kepler Weber)

A Kepler Weber (KEPL3) registrou lucro líquido de R$ 6,3 milhões no segundo trimestre de 2026 (2T26), queda de 56,1% em relação aos R$ 14,4 milhões registrados no mesmo período do ano anterior.

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A receita operacional líquida somou R$ 299,1 milhões no trimestre, recuo de 3,9% ante os R$ 311,1 milhões de um ano antes.

O Ebitda foi de R$ 25,9 milhões, queda de 31,7% na comparação anual, contra R$ 37,9 milhões no 2T25. Com isso, a margem Ebitda passou de 12,2% para 8,7%, uma redução de 3,5 pontos percentuais.

A margem líquida também recuou, de 4,6% no segundo trimestre de 2025, para 2,1% no 2T26, queda de 2,5 pontos percentuais.

O lucro por ação básico ficou em R$ 0,0365, ante R$ 0,0831 no 2T25, retração de 56,1%.

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Já o retorno sobre o capital investido (ROIC) foi de 19,7%, contra 24,5% um ano antes, queda de 4,8 pontos percentuais.

De acordo com a companhia, o segundo trimestre de 2026 foi marcado pela continuidade de um ambiente desafiador para os investimentos no agronegócio brasileiro, especialmente no segmento de Fazendas.

A manutenção de taxas de juros elevadas, crédito mais restritivo e margens pressionadas continuou impactando o ritmo de investimentos do produtor rural, especialmente no segmento de Fazendas.

Em contrapartida, Agroindústrias manteve uma trajetória consistente de crescimento, impulsionada pelos investimentos na cadeia de processamento de grãos e biocombustíveis.

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A coexistência desses diferentes ciclos reforça a estratégia de diversificação da companhia, sustentada por um portfólio com diferentes dinâmicas de mercado, perfis de rentabilidade e ciclos de investimento.

“A Kepler Weber encerra o 2T26 combinando crescimento em segmentos estratégicos e evolução do
portfólio, ainda que o ambiente de negócios exija cautela, especialmente no segmento de Fazendas. Apesar do
crescimento em Agroindústrias, as margens permanecem em níveis desafiadores ao longo do ano, refletindo tanto as
condições de mercado quanto a atual composição do mix de projetos”, disse a administração, em comunicado.

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Repórter
Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu, atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por mais de três anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, integrou a lista dos 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio e, em 2026, alcançou o Top 50 da premiação.
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Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu, atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por mais de três anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, integrou a lista dos 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio e, em 2026, alcançou o Top 50 da premiação.
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