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KORE11 lidera recuperação das lajes corporativas de alto padrão em São Paulo

27 jul 2026, 11:24
Lajes corporativas FIis fundos imobiliários salas comerciais escritório (Imagem: istock/ dit26978) ID da foto: 1256011031
Lajes corporativas FIis fundos imobiliários salas comerciais escritório (Imagem: istock/ dit26978)

O mercado de lajes corporativas de alto padrão em São Paulo segue em trajetória de recuperação, sustentado por uma absorção líquida consistente, pela redução da vacância e pelo avanço dos preços pedidos.

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No 2T26, a absorção líquida alcançou 93,2 mil m², superando os 57 mil m² de novo estoque entregues no período. Com isso, a taxa de vacância recuou para 12,7%, enquanto o preço médio pedido avançou 5,0%, para R$ 134,5/m².

A melhora permanece mais evidente nos eixos corporativos consolidados e nos ativos de maior qualidade, favorecendo portfólios classe A+ bem localizados, com maior capacidade de elevar a ocupação e capturar reajustes nos aluguéis.

Nesse contexto, o Kinea Oportunidades Real Estate (KORE11) se destaca por reunir quatro ativos classe A+, que somam aproximadamente 59 mil m² de área bruta locável (ABL), apresentam bom nível de ocupação e contam com participação majoritária da gestão em todos os imóveis.

Esse controle oferece maior flexibilidade para conduzir renegociações, reposicionar comercialmente os empreendimentos e realizar uma eventual reciclagem do portfólio. Ao mesmo tempo, a estrutura de capital desalavancada reduz os riscos financeiros e amplia a capacidade do fundo de atravessar o ciclo com maior estabilidade.

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A tese construtiva para o KORE11 combina, portanto, qualidade patrimonial, maior controle sobre os imóveis e exposição a um segmento em processo de recuperação.

Como o fundo ainda negocia com desconto relevante em relação ao seu valor patrimonial, entendemos que há potencial de valorização tanto pela melhora operacional do portfólio quanto por uma eventual redução desse desconto no mercado secundário.

Ainda assim, trata-se de uma recomendação complementar dentro de uma carteira diversificada de fundos imobiliários, compondo a alocação ao lado de outros veículos com características, estratégias e fontes de retorno distintas.

Embora a retomada das lajes corporativas deva permanecer heterogênea, o KORE11 nos parece bem-posicionado para capturar parte dos benefícios desse movimento sem concentrar, isoladamente, a exposição da carteira ao segmento.

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Economista e especialista em investimentos da Empiricus
Estudou finanças na University of Regina, no Canadá, tendo concluído lá parte de sua graduação em economia pela PUC. Pós-graduado no Programa Avançado em Finanças do Insper, trabalhou em duas das maiores casas de análise de investimentos da América Latina, além de ter feito parte de uma boutique voltada para fusões e aquisições, na área de modelagem financeira e pesquisa. Hoje faz parte no time de analistas da Empiricus. É analista CNPI e especialista em investimentos CEA.
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Estudou finanças na University of Regina, no Canadá, tendo concluído lá parte de sua graduação em economia pela PUC. Pós-graduado no Programa Avançado em Finanças do Insper, trabalhou em duas das maiores casas de análise de investimentos da América Latina, além de ter feito parte de uma boutique voltada para fusões e aquisições, na área de modelagem financeira e pesquisa. Hoje faz parte no time de analistas da Empiricus. É analista CNPI e especialista em investimentos CEA.
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