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La Niña, ‘descontão’ para Suzano (SUZB3) e BlackRock na Cosan (CSAN3); os destaques do Agro Times

09 jun 2024, 10:00 - atualizado em 07 jun 2024, 17:04
la niña agro
Questões como o Plano Safra 24/25, assim como os impactos da nova MP 1.227 estiveram entre os temas relevantes do agro na semana(Foto: Pixabay)

A primeira semana de junho foi recheada de notícias que movimentaram o agro, com destaque para nova Medida Provisória (MP) 1.227/2024 que limita a compensação de créditos de PIS/Pasep e Cofins, vista como negativa para diversas entidades do setor, como a ABAG e a Abiove.

Além disso, em entrevista, o Ministro da Agricultura e Pecuária do Brasil (Mapa), Carlos Fávaro, disse negociar com o Ministério da Fazenda mais de R$ 500 bilhões para o Plano Safra 2024/2025.

E a JBS (JBSS3) e Marfrig (MRFG3) tiveram suas estimativas e preços elevados pelo Itaú BBA, a partir de um ambiente favorável para frango e desafios nos EUA.

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Os temas que mais se destacaram na última semana:

5º lugar – BEEF3, MRFG3, JBSS3 e BRFS3: Com MP que restringe crédito do PIS/Cofins, BTG recomenda apenas um

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(Foto: Money Times)

Governo Federal publicou no Diário Oficial da União (DOU) a Medida Provisória (MP) 1227 que versa sobre compensação de créditos de PIS/Cofins, como tentativa de equilibrar os custo associados à desoneração da folha de pagamento para 17 setores da economia e municípios neste ano.

Com o novo projeto de lei, a principal mudança, segundo o BTG Pactual, é que as empresas que ostentam créditos tributários de PIS/Cofins em seu balanço só poderão utilizá-los para compensar obrigações do mesmo imposto, o que significa que não será mais permitida a compensação cruzada com outros tributos federais.

Dessa maneira, quais são os frigoríficos mais impactados?

4º lugar – Frigoríficos na contramão do Ibovespa: JBS (JBSS3), Marfrig (MRFG3) e BRF (BRFS3) ganham R$ 16,502 bi em maio; hora de comprar?

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(Imagem: REUTERS/Paulo Whitaker)

Depois de um mês de maio fraco para o Ibovespa, quando o índice tombou 3,04%, 3 frigoríficos listados na B3 tiveram um mês de forte altas na bolsa brasileira.

JBS (JBSS3), Marfrig (MRFG3) e BRF (BRFS3) avançaram 23,04%, 19,37% e 10,07%, respectivamente.

Na visão de Pedro Fonseca, analista de Agro, Bebidas e Alimentos na XP Investimentos, as ações de BRF e JBS tiveram uma performance positiva, refletindo fortes resultados que vieram acima das expectativas do mercado.

Top 3 do agro

🥉 3º lugar – Cosan (CSAN3): BlackRock compra ações da empresa

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(Imagem: Divulgação)

BlackRock elevou sua participação na Cosan (CSAN3de 4,994% para 5,531%, de acordo com comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nesta quarta (5).

Com isso, a maior gestora do mundo passou a obter 1,9 milhão de instrumentos financeiros derivativos referenciados em ações ordinárias.

🥈 2º lugar – Suzano (SUZB3) vira empresa de papel e celulose mais descontada do mundo com pressão de possível oferta pela IP; hora de comprar as ações?

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(Imagem: YouTube/Suzano)

As ações da Suzano (SUZB3) acumularam uma queda de 21,59% (até 5 de junho) desde a notícia sobre uma possível oferta de US$ 15 bilhões (R$ 79 bilhões, no câmbio atual) pela International Paper (IP).

De 6 de maio até 5 de junho, a empresa perdeu R$ 16,480 bilhões em valor de mercado, segundo levantamento da Elos Ayta Consultoria.

De acordo com o BTG Pactual, a companhia se tornou o produtor de celulose com maior desconto no mundo. Com isso, há uma janela de oportunidade para ação?

🥇 1º lugar – La Niña: Os estados e regiões do Brasil que acendem alerta com a chegada do fenômeno climático

(Fonte: Pixabay)

O fenômeno climático La Niñacaracterizado pelo resfriamento anômalo das águas do Oceano Pacífico na faixa equatorial, reduz a ocorrência de ondas de calor, deve se confirmar no segundo semestre.

Recentemente, tratamos sobre onde seca e chove no Brasil com a chegada do fenômeno. Dessa vez, destacamos as regiões e estados que acendem um alerta para possíveis impactos na produção agrícola.

Repórter
Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu. Atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por pouco mais de 3 anos no Canal Rural, onde atuou como editor do Rural Notícias, programa de TV diário dedicado à cobertura do agronegócio. Por lá, também participou da produção e reportagem do Projeto Soja Brasil e do Agro em Campo.
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Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu. Atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por pouco mais de 3 anos no Canal Rural, onde atuou como editor do Rural Notícias, programa de TV diário dedicado à cobertura do agronegócio. Por lá, também participou da produção e reportagem do Projeto Soja Brasil e do Agro em Campo.
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