Eleições 2026

Lula tem 38%, Flávio Bolsonaro, 30%, e Augusto Cury, 11%, mostra Real Time Big Data

01 set 2026, 7:00
Real Time Big Data: Augusto Cury mantém terceiro lugar, Lula e Flávio Bolsonaro lideram (Montagem/Money Times)

Pesquisa do instituto Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (1o) aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 38% e o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 30% das intenções de voto no primeiro turno. Lula recuou 2 pontos porcentuais, ante os 40% da pesquisa passada, divulgada em 21 de julho, e Flávio Bolsonaro caiu 3 pontos sobre os 33%.

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Eles ainda polarizam a disputa, segundo o levantamento, mas na terceira colocação aparece Augusto Cury (Avante), com 11%, alta de 10 pontos sobre o 1% que obtinha em julho. A disparada de Cury segue a tendência dos levantamentos BTG Pactual/Nexus e AtlasIntel/Bloomberg divulgados nesta segunda-feira (31).

Na quarta colocação, Renan Santos (Missão) saiu 9% para 7%, Ronaldo Caiado (PSD) caiu de 7% para 4% e Romeu Zema (Novo) permaneceu em 2%.

Outros candidatos também somaram 2% e brancos e nulos atingiram 3%, mesmo porcentual dos que não souberam ou não responderam.

O instituto traçou outro cenário de primeiro turno, com a inclusão de Pablo Marçal como candidato do PRTB. O nome do partido segue indefinido, já que ele obteve na Justiça sua refiliação, mas segue inelegível pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), e proibido de fazer campanha pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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Nesse cenário com Marçal, Lula tem 38%; Flávio Bolsonaro, 29%; Augusto Cury, 10%; Renan Santos 6% e Caiado, 4%. Marçal aparece com 3%, seguido por Zema, com 2%. Outros candidatos somaram 2%, brancos e nulos atingiram 3%, mesmo porcentual dos que não souberam ou não responderam.

Segundo turno

Lula e Flávio Bolsonaro aparecem numericamente empatados no segundo turno com 44% das intenções de voto, segundo a pesquisa Real Time Big Data. O presidente recuou 1 ponto sobre os 45% de 21 de julho o filho de Jair Bolsonaro variou 2 pontos para cima, sobre os 42%.

O total de brancos e nulos saiu de 8% para 9% entre os dois levantamentos e 3% não responderam ou não souberam responder, ante 5% em julho.

A pesquisa desta terça-feira traz a manutenção do empate técnico de Lula contra Caiado mas com o ex-governador de Goiás novamente superando numericamente o presidente dentro da margem de erro de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos. Lula manteve os 43% em um eventual segundo turno e Caiado saiu de 44% para 45%.

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Contra Zema, Lula venceria por 43% ante 40% do ex-governador de Minas Gerais, também empate técnico. A pesquisa apontou vitória para Lula acima do limite da margem de erro contra Renan Santos por 44% a 37%. Em um cenário contra Pablo Marçal, o presidente teria 44% a 40%.

Pesquisa espontânea e rejeição

Na pesquisa espontânea para o primeiro turno, Lula aparece com 35%, ante 34% em julho. Flávio Bolsonaro variou de 26% para 25% e Renan Santos aparece com 4%, mesmo porcentual de Augusto Cury, citado pela primeira vez espontaneamente. Caiado permaneceu em 2% e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em prisão domiciliar e inelegível, tem 1% de menções, assim como Pablo Marçal.

Flávio Bolsonaro e Lula lideram entre os candidatos mais rejeitados, com 50%, cada, seguidos por Pablo Marçal, com 46%, Caiado e Renan Santos, com 39% cada, e Zema, com 36%. Augusto Cury tem apenas 28% de rejeição.

O levantamento entrevistou 2.000 eleitores, por telefone, entre quinta-feira (27) e esta segunda-feira (31). O nível de confiança é de 95% e o protocolo no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é BR-03490/2026.

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Jornalista formado pela PUC-Campinas, com pós-graduação em Agronegócios pela Faap. Com mais de 30 anos de profissão, atuou como repórter e editor na Folha de S.Paulo e na Broadcast/Estadão, entre outros veículos. Atualmente é editor-assistente de Política e Conjuntura no Money Times.
Jornalista formado pela PUC-Campinas, com pós-graduação em Agronegócios pela Faap. Com mais de 30 anos de profissão, atuou como repórter e editor na Folha de S.Paulo e na Broadcast/Estadão, entre outros veículos. Atualmente é editor-assistente de Política e Conjuntura no Money Times.

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