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Milho termina firme em Chicago com fortes exportações dos EUA e atrasos no plantio

22 abr 2026, 18:19 - atualizado em 22 abr 2026, 18:19
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(Foto: Reuters)

Os contratos futuros do milho negociados na bolsa de Chicago se firmaram nesta quarta-feira devido à forte demanda de exportação e às preocupações de que a chuva prevista para o Meio-Oeste dos EUA interromperia o progresso do plantio, disseram os operadores.

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O clima seco é esperado na região central dos EUA nos próximos dias, mas a previsão é de que as chuvas retornem no final desta semana. Alguns agricultores estavam correndo para plantar milho antes das chuvas.

O Departamento de Agricultura dos EUA deve divulgar os dados das vendas semanais de exportação na quinta-feira cedo. Analistas consultados pela Reuters esperam que as vendas líquidas de milho da safra antiga na semana encerrada em 16 de abril sejam de 1,0 milhão a 1,8 milhão de toneladas métricas e que as vendas da safra nova sejam de até 250.000 toneladas.

Na quarta-feira, o USDA confirmou as vendas privadas de 130.000 toneladas métricas de milho dos EUA para compradores não revelados, depois de informar 295.000 toneladas em vendas um dia antes.

O contrato maio terminou em alta de 0,50 centavo, a US$4,5425 por bushel. O milho da nova safra também subiu.

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A soja teve queda com realização de lucros, após os preços atingirem os maiores níveis desde meados de março. O contrato maio terminou em baixa de 10 centavos, a US$11,645 por bushel.

O trigo também caiu por realização de lucros e vendas técnicas. O contrato julho fechou em baixa de 5,75 centavos, a US$6,07 por bushel, após bater mais cedo uma máxima de três semanas.

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A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.
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