Minha Casa Minha Vida

Minha Casa, Minha Vida recebe aporte de R$ 20 bilhões para destravar contratações na faixa 3; entenda

15 abr 2026, 13:30 - atualizado em 15 abr 2026, 13:30
construtoras minha casa minha vida construção civil
Minha Casa, Minha Vida recebe aporte de R$ 20 bilhões para destravar contratações na faixa 3; entenda (Imagem: Divulgação/Montagem: Isabelle Santos)

O Governo Federal anunciou, nesta quarta-feira (15), que realizará um aporte de R$ 20 bilhões para ampliar o funding de contratações de moradias destinadas a famílias enquadradas na faixa 3 do Minha Casa, Minha Vida (MCMV).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com os novos recursos, que terão como fonte o Fundo Social do Pré-Sal, o orçamento total voltado à habitação deve alcançar R$ 200 bilhões em 2026.

A expectativa é de que o reforço ajude o governo a cumprir a meta de entregar três milhões de moradias contratadas pelo MCMV até o fim da atual gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (2023–2026). Para este ano, o objetivo é entregar 850 mil unidades habitacionais.

De acordo com o governo, o uso de recursos do Fundo Social evitará uma pressão sobre o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), em um momento em que se discute ampliar o acesso ao saque para reduzir o endividamento dos brasileiros.

No fim de março, cabe lembrar, o Conselho Curador do FGTS também aprovou a ampliação dos limites das faixas de renda para enquadramento das famílias no MCMV.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na faixa 1, o teto passou de R$ 2.850 para R$ 3.200. Na faixa 2, subiu de R$ 4.700 para R$ 5.000. Na faixa 3, foi elevado de R$ 8.600 para R$ 9.600.

Já a faixa 4, criada no ano passado para atender a classe média, teve o limite de renda mensal ampliado de R$ 12.000 para R$ 13.000.

Reforma Casa Brasil

O governo federal também alterou as regras do programa “Reforma Casa Brasil”. Os juros para obras de melhoria caíram para até 0,99% ao ano, enquanto o valor máximo de financiamento subiu de R$ 30 mil para R$ 50 mil.

Além disso, a renda mensal do público-alvo foi ampliada de R$ 9,6 mil para R$ 13 mil.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Compartilhar

WhatsAppTwitterLinkedinFacebookTelegram
O Money Times é referência em investimentos pessoais, educação financeira, gestão de carreiras e consumo no mercado brasileiro. No Money Times, investidores, analistas, gestores e entusiastas do ambiente econômico brasileiro usufruem de textos objetivos e de qualidade que vão ao centro da informação, análise e debate. Buscamos levantar e antecipar discussões importantes para o investidor e dar respostas às questões do momento. Isso faz toda a diferença.
Twitter Facebook Linkedin Instagram YouTube Site
O Money Times é referência em investimentos pessoais, educação financeira, gestão de carreiras e consumo no mercado brasileiro. No Money Times, investidores, analistas, gestores e entusiastas do ambiente econômico brasileiro usufruem de textos objetivos e de qualidade que vão ao centro da informação, análise e debate. Buscamos levantar e antecipar discussões importantes para o investidor e dar respostas às questões do momento. Isso faz toda a diferença.
Twitter Facebook Linkedin Instagram YouTube Site
Por dentro dos mercados

Receba gratuitamente as newsletters do Money Times

OBS: Ao clicar no botão você autoriza o Money Times a utilizar os dados fornecidos para encaminhar conteúdos informativos e publicitários.

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies.

Fechar