Mini índice perde média importante e mini-dólar mira os R$ 5.220; o que o BTG Pactual diz sobre os contratos futuros?
O mini índice (WINV26) encerrou o pregão com queda de 0,12%, aos 184.760 pontos, após testar a região das médias móveis. Segundo a análise técnica do BTG Pactual, o contrato rompeu abaixo da média móvel de 21 períodos, localizada em 185.223 pontos, sinalizando enfraquecimento do movimento comprador no curto prazo.
A média móvel de 50 períodos, em 186.574 pontos, passa a funcionar como uma resistência dinâmica para eventuais tentativas de recuperação.
Já o Índice de Força Relativa (IFR) está próximo de 42, em território neutro-fraco, indicando ausência de pressão compradora imediata, mas sem configurar uma condição extrema de sobrevenda.
Caso o ativo não consiga recuperar a região dos 185.223 pontos nas próximas sessões, o BTG aponta espaço para o aprofundamento da correção em direção ao suporte de 184 mil pontos.
Apesar da perda de força no curto prazo, as tendências de longo e médio prazo permanecem de alta, enquanto a tendência de curto prazo é classificada como de baixa.
Mini dólar (WDOV26)
O mini dólar (WDOV26) fechou em queda de 0,17%, a R$ 5.189,50, mas segue dentro de uma estrutura de recuperação iniciada nas mínimas recentes.
No gráfico de 60 minutos, o contrato opera acima das médias móveis de 21 e 50 períodos, localizadas em R$ 5.188,50 e R$ 5.158,50, respectivamente. De acordo com o BTG, essa configuração sustenta o viés comprador no curto prazo.
O comportamento recente dos preços também mostra topos e fundos ascendentes, reforçando a continuidade do movimento de alta iniciado na região de R$ 5.109.
O IFR recuou levemente após atingir patamares elevados, indicando uma acomodação, mas sem sinalizar uma reversão imediata da tendência.
Para os próximos pregões, a manutenção do fechamento acima de R$ 5.189,50 abre espaço para uma nova tentativa de teste da resistência em R$ 5.220.
No horizonte mais amplo, o cenário é misto: a tendência de longo prazo permanece de baixa, enquanto as tendências de médio e curto prazo são de alta.
*Com supervisão de Renan Sousa