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O que está mexendo com os mercados? Veja as principais notícias desta tarde

19 jan 2021, 13:26 - atualizado em 19 jan 2021, 13:26
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No exterior, o foco está voltado para o discurso de confirmação da indicada para assumir o Tesouro norte-americano, Janet Yellen (Imagem: B3/Divulgação)

1 – Ibovespa perde fôlego e recua com mineração e siderurgia

A bolsa paulista perdia o fôlego nesta terça-feira, com o Ibovespa trabalhando abaixo dos 121 mil pontos, pressionado particularmente pelo declínio dos papéis do setor de mineração e siderurgia, enquanto Petrobras (PETR3;PETR4) limitava a perda.

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Às 11:45, o Ibovespa (IBOV) caía 0,95%, a 120.085,13 pontos. Mais cedo, chegou a subir a 122.120,24 pontos. O volume financeiro era de 5,67 bilhões de reais.

“Apesar da alta da última sessão, o Ibovespa segue indefinido no curto prazo e encontra defesa em 118.900 pontos”, de acordo com análise técnica da equipe do Safra.

No exterior, o foco está voltado para o discurso de confirmação da indicada para assumir o Tesouro norte-americano, Janet Yellen, no qual defenderá que o governo precisa de grandes medidas envolvendo o próximo pacote de alívio.

Os principais índices de Wall Street subiam nesta terça-feira após balanços positivos de grandes bancos norte-americanos e da Halliburton.

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As ações do Goldman Sachs Group Inc subiam 1,6% depois que seu lucro do quarto trimestre mais do que dobrou, impulsionado por mais um desempenho robusto da sua área de negociação, bem como aumento nas atividades de fusão e aquisição.

Bank of America também superou as estimativas de lucro no quarto trimestre e se juntou a JPMorgan, Citigroup Inc e Wells Fargo & Co na liberação de reservas para cobrir perdas de empréstimos devido ao coronavírus, destacando sua confiança na economia.

2 – Dólar se estabiliza

dólar operava perto da estabilidade ante o real nesta terça-feira, zerando quedas de mais cedo, com investidores reduzindo posições de risco no aguardo de declarações da futura secretária do Tesouro dos Estados Unidos e ex-chair do banco central norte-americano, Janet Yellen.

Às 12h12, o dólar à vista tinha variação positiva de 0,08%, para 5,3091 reais na venda. Mais cedo, a cotação chegou a recuar 1,17%. No exterior, o índice do dólar caía 0,2%.

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Yellen vai falar ao Comitê Financeiro do Senado dos EUA que o governo precisa adotar uma grande ação em seu próximo pacote de estímulo relacionado ao coronavírus, segundo texto preparado visto pela Reuters.

O mercado reagiu com dólar em queda quando notícias apontaram Yellen como a escolhida por Biden para comandar o Tesouro, levados por expectativa de que ela abra as torneiras de dinheiro barato para irrigar o mercado com mais liquidez.

3 – China enfrenta pior surto de Covid-19

China está enfrentando o pior surto de Covid-19 desde março de 2020, com uma província registrando um aumento diário recorde de casos, ao mesmo tempo em que um painel independente que analisa a pandemia global disse que a China poderia ter feito mais para conter o surto inicial.

O tabloide estatal Global Times defendeu na terça-feira a condução chinesa da Covid-19, dizendo que nenhum país tinha experiência em lidar com o vírus.

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Banco Central
Apesar da alta na inflação nos últimos meses, as instituições financeiras apostam na manutenção da taxa em 2% ao ano (Imagem: REUTERS/Adriano Machado)

“Olhando para trás, nenhum país poderia ter um desempenho perfeito ao enfrentar um vírus novo … Nenhum país pode garantir que não cometerá erros se uma epidemia semelhante ocorrer novamente”, disse a publicação.

A China registrou mais de 100 novos casos de Covid-19 pelo sétimo dia na terça-feira. Foram 118 novos casos na segunda-feira, contra 109 no dia anterior, informou a autoridade nacional de saúde em um comunicado.

4 – Copom inicia primeira reunião do ano

Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) promove hoje (19) a primeira parte da reunião para definir a taxa básica de juros, a Selic. Amanhã (20), após a segunda parte da reunião, será anunciada a taxa ao final do dia.

Apesar da alta na inflação nos últimos meses, as instituições financeiras apostam na manutenção da taxa em 2% ao ano, no menor nível da história. A projeção consta do boletim Focus, pesquisa com instituições financeiras divulgada toda semana pelo Banco Central.

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O Copom reúne-se a cada 45 dias. No primeiro dia do encontro, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro.

5 – Confiança do Empresário do Comércio cai 2,2% em janeiro

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) caiu 2,2% em janeiro de 2021 e passou para 105,8 pontos.

Segundo explicou a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que mede o indicador, ainda que tenha registrado a segunda queda mensal consecutiva, o índice permanece no patamar de otimismo, que é acima de 100 pontos pelo quarto mês consecutivo. Na comparação anual houve variação negativa de 16,4%.

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